sábado, 29 de novembro de 2014

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Melhores Empresas de Dividendos



Os dividendos são parte do lucro das empresas distribuída periodicamente aos acionistas. Geralmente, empresas que são boas pagadoras de dividendos estão em estágio de crescimento avançado, não necessitando de tantos investimentos para financiar sua expansão.

Assim, elas tendem a distribuir uma parcela maior de seu lucro sob a forma de dividendos. É o caso da Souza Cruz, tradicional pagadora de dividendos, que atua em um setor que não tem perspectiva de muita expansão, até pelas campanhas contra o tabaco.

Essas companhias também têm como característica comum o fato de serem líderes nos mercados em que atuam, ou então, atuarem em segmentos com baixa (ou nenhuma) concorrência. As empresas boas pagadoras de dividendos geralmente são líderes de mercado ou atuam em segmentos com demanda estável. Por essas razões, suas ações não sofrem como aquelas mais influenciadas pelo ambiente macroeconômico e tendem atrair mais investidores em momentos de baixa da Bolsa.

Por terem, em geral, baixa necessidade de reinvestimento no negócio são empresas mais defensivas e que conseguem repassar boa parte dos lucros aos acionistas. As boas pagadoras de dividendos costumam se concentrar em setores de utilidade pública, como saneamento, energia e telefonia, bem como nos setores financeiro e de consumo inelástico, como fabricantes de bebidas alcoólicas e cigarros.

Mais informações sobre dividendos de empresas neste post.

Dividend Yield x Payout Ratio

O retorno do investimento em uma ação é composto por dois elementos: o dividend yield e o ganho ou perda de capital, ou seja, a diferença entre o preço da venda da ação e o preço da compra. A desvalorização da ação pode comprometer todo o ganho obtido com os dividendos. Foi o que ocorreu com o setor elétrico em 2012. A depreciação de até 30% no preço de alguns papéis “comeu” o retorno de cerca de cinco anos de dividendos.

Não há dúvida que o retorno com dividendos é importante para a escolha de uma ação. Primeiro, o preço de ações com alto dividend yield tende a estar depreciado. Segundo, quando a administração decide pagar dividendos isto sinaliza que ela está confiante no fluxo de caixa futuro da empresa. E, por fim, segundo o modelo de Gordon, quanto maiores o dividendo distribuído e a evolução do lucro por ação, maior tende a ser a cotação do papel.

Contudo, o crescimento do lucro por ação depende de investimentos produtivos que permitam à companhia aumentar sua produção. Se todo o caixa for direcionado aos dividendos, o aumento da produção ficará comprometido e, com isso, o preço da ação pode sofrer.

Essa conclusão é semelhante à do estudo High Yield, Low Payout publicado em agosto de 2006 por Pankaj N. Patel, Souheang Yao e Heath Barefoot, do Credit Suisse Quantitative Equity Research. Os analistas observaram a performance das ações componentes do S&P 500 entre janeiro de 1980 e junho de 2006. Eles montaram dez carteiras baseadas no dividend yield, sendo a carteira 1 formada pelas ações de menor retorno com dividendos e a carteira 10 pelas de maior retorno. No período, as carteiras dos decis 8 e 9 tiveram melhor desempenho do que a carteira do decil 10, das ações com maior dividend yield. Para descobrir o porquê do resultado, adicionalmente, eles criaram três cestas com alto, médio e baixo dividend yield.

Além disso, cada categoria foi dividida em outras três: de baixo, médio e alto payout ratio. E, finalmente, calcularam a rentabilidade das nove cestas entre janeiro de 1990 e junho de 2006. A carteira com melhor desempenho não foi aquela com apenas alto dividend yield, mas aquela que combinou ações com dividendos atrativos e baixo payout.

Essa conclusão confirma, de forma indireta, o modelo de Gordon. Se a companhia distribui grande parte dos lucros como dividendos, o crescimento da companhia pode ficar comprometido. Assim, a empresa deve reter parte dos lucros para suportar seus investimentos, reduzindo os dividendos distribuídos, o que significa um menor payout ratio.

Lista de ações ordenadas por indicação de analistas...


Lista de ações ordenadas por dividend yield...

 
Lista de ações ordenadas por payout ratio...


Dividendos Trimestrais

Apenas 17 ações de empresas listadas na bolsa brasileira têm pago dividendos todos os trimestres desde janeiro de 2012, segundo levantamento feito pela consultoria Economatica. O estudo considerou apenas as ações mais líquidas da bolsa, com giro financeiro diário superior a R$ 1 milhão.

São destaque na lista as ações dos grandes bancos brasileiros, Itaú Unibanco, Bradesco e Banco do Brasil, junto com Itausa (holding que controla o Itaú), Gerdau e Lojas Renner. Os maiores retornos em dividendos (dividend yield) trimestrais, na média, são de Banco do Brasil (2,02%), Banrisul (1,26%), Souza Cruz (1,11%) e Itausa (1,08%).

Os bancos costumam pagar mensalmente seus dividendos porque fazem balanços mensais para prestar contas ao Banco Central e como forma de atrair investidores que precisam de um fluxo de recursos constante.

O percentual distribuído costuma, porém, ser proporcionalmente baixo em relação ao valor das ações, ou seja, o chamado “dividend yield” é baixo em relação a outros setores que distribuem lucros com menor periodicidade.

Segundo afirmou um ex-executivo de banco, que pediu para não ter seu nome citado, esse distribuição periódica não tem “nenhuma razão contábil”. Os bancos, como qualquer sociedade de capital aberto, precisam distribuir pelo menos 25 % do lucro para os acionistas preferenciais.

De acordo com ele, as instituições “terminaram optando por essa sistemática como forma de melhorar o fluxo de rendimentos do seus acionistas”. Ele explicou que esse conta gotas “seduz o acionista e ele fica com a sensação de esta sendo remunerado a todo instante pelo investimento feito”.

No caso do Banco do Brasil, a explicação para a distribuição maior de lucros pode ser a necessidade do governo de fazer caixa para o Tesouro. Nos últimos anos, os dividendos de estatais têm sido importantes para o governo fechar suas contas.

Lista de ações que pagam dividendos trimestrais...


Fonte 1
Fonte 2
Fonte 3
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quinta-feira, 27 de novembro de 2014

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Índice Futuro Indica Forte Alta...



As conquistas do Galo nunca são simples, assim iguais às dos outros. As do Galo sempre têm alguma coisa de diferente. O Galo foi o primeiro campeão brasileiro, em 1971, e assim sempre será lembrado apesar de, recentemente, alguns revisionistas quererem alterar a história. Para ganhar sua primeira Libertadores, no ano passado, o Galo teve que virar jogos impossíveis e um goleiro pegando pênalti no segundo final de jogo para evitar a eliminação. Agora nesta Copa do Brasil não foi diferente. Ou melhor, o Galo foi novamente diferente. Porque tomou da boca o doce que corintianos e flamenguistas já saboreavam no Mineirão. E, ontem, com requintes de crueldade, diante do rival Cruzeiro que acabara de comemorar o bicampeonato brasileiro, mandou no jogo, mas fez questão de só marcar seu gol já no derradeiro minuto do primeiro tempo, para desafiar os esfalfados adversários a fazer o mesmo que o Galo fizera: 4 a 1. Não deu, é claro que não deu. Além do mais, vale repetir que nunca antes na história deste país uma decisão de Copa do Brasil envolveu tanto interesse, sem se dizer que dela participaram todos os melhores times do país. O Galo é um baita campeão da Copa do Brasil. E, mais uma vez, diferente. 

Juca

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quarta-feira, 26 de novembro de 2014

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Noite de Gala



Hoje, no Mineirão, o jogo que o Brasil todo quer ver, menos os são-paulinos, é claro, que quererão ver seu time contra o colombiano Atlético Nacional pelas semifinais da Copa Sul-Americana: Atlético e Cruzeiro decidem a Copa do Brasil.

O Mineirão virou o palco do impossível, do improvável, do chocante, do heróico, do vexaminoso e do que mais você quiser neste 2014.

O novo Mineirão viu, perplexo, incrédulo e, na maioria, envergonhado, a goleada de 7 a 1 dos alemães sobre a Seleção Brasileira na semifinal da Copa do Mundo.

Depois viu, com direito a repeteco, Corinthians e Flamengo sucumbirem por 4 a 1 depois de terem aberto 3 a 0 no placar agregado, diante do Galo nas quartas de final e nas semifinais da Copa do Brasil.

Falta o quê?

Bem, vamos lá, elenquemos algumas possibilidades estratosféricas, dando de barato que se o Cruzeiro for o campeão contra o Galo por tê-lo vencido por 2 a 0, e na disputa da marca do pênalti, nada de extraordinário terá acontecido.

Mas vai que vence por outro 4 a 1 ou mais?

Ou que, desgastado como está, leva uma goleada do rival?

Ou que abre 3 a 0 e toma um gol no fim?

Ou faz 4 a 1 e sofre o 2 a 4?

Eu, hein?

Afinal, tudo é possível no futebol.

Ainda mais quando o jogo é no Mineirão…

Juca Kfouri
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terça-feira, 25 de novembro de 2014

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Quadrilha do ENEM


Edição: reportagem no Fantástico, link aqui.

A Polícia Civil, em parceria com o Ministério Público de Minas Gerais, desarticulou uma quadrilha que fraudava o vestibular de medicina da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais realizado neste final de semana em Belo Horizonte. Ao todo, 33 pessoas foram detidas.

Segundo as investigações da Operação Hemostoase II, o grupo fazia parte das provas rapidamente, saia com os resultados das questões e repassava para outros candidatos por meio de transmissão eletrônica. A quadrilha cobrava entre R$ 70 mil e R$ 200 mil por vaga e também é investigada por fraude no ENEM.

De acordo com o delegado responsável pelo caso, Jeferson Botelho, o moderno sistema de transmissão de dados teria sido adquirido na China por 200 mil dólares. A Operação Hemostoase II já dura sete meses e investiga a participação dos criminosos em fraudes também na prova do Enem em cinco Estados.

Segundo a reportagem, um dos líderes da quadrilha é Áureo Moura Ferreira que na sua cidade se auto-intitulava "O Rei do Camarote". Em uma busca rápida na sua galeria de fotos no Facebook, é possível ver que a ostentação do produto do crime era prática recorrente. Perdeu playboy!





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sábado, 22 de novembro de 2014

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Melhores Setores para Investir


No início deste ano, a consultoria de investimentos Mercer divulgou uma pesquisa sobre cenários econômicos para 2014. O objetivo foi determinar os melhores setores e ações para investir em 2014. A pesquisa contou com a participação de 45 gestores de instituições como BlackRock, BNP Paribas, BTG Pactual, dentre outras.


De acordo com a pesquisa, entre os setores mais atrativos para 2014 estavam: Bancos, Mineração (ops!), Papel & Celulose, Serviços e Siderurgia (ops!). Destes, os bancos foram os que receberam a melhor avaliação, com 73% dos gestores o colocando entre os setores mais atrativos e nenhum no campo menos atrativo.

Em seguida veio as mineradoras e as empresas de celulose que foram colocadas como atrativas por 32% e 27% dos gestores, respectivamente, e como menos atrativa por nenhum deles. Já os setores de Serviços e Siderurgia, apesar de terem sido citados entre os mais atrativos, também figuraram entre os menos atrativos.

Já os setores apontados como os menos atrativos foram Petróleo, Energia Elétria, Varejo, Construção e Telecom que receberam avaliações negativas por 51%, 46%, 41%, 35% e 27% dos gestores, nesta ordem.

Dito isto, vamos fazer uma rápida análise através dos índices setoriais da bolsa, confrontando as visões dos gestores no início do ano com o realizado anual até o momento.

Setor de Bancos x Índice Financeiro

Podemos constatar que os gestores acertaram em cheio nesta previsão. O que vem contribuindo para este desempenho são os altos lucros auferidos pelos grandes bancos (Itaú, Bradesco e Banco do Brasil) trimestre a trimestre. Os bancos médios como ABC Brasil também não ficam para trás. Como podemos ver no gáfico abaixo, o setor teve um pico em agosto com as especulações em torno da vitória de Aécio. Agora o setor ganha força novamente com o anúncio do nome do novo ministro da fazenda.


Setor Elétrico x Índice de Elétricas

Podemos notar que as previsões negativas dos gestores para este setor estão se concretizando agora no final do ano. Empresas sólidas como CEMIG estão sendo colocadas na berlinda. Não podemos tirar conclusões neste setor pois temos também empresas que estão performando bem como Alupar. É um setor muito heterogêneo, como empresas boas e ruins, e o índice mostrado no gráfico abaixo não nos fornece muitos dados.


Setor Industrial x Índice Industrial

A pesquisa não fez referência clara ao setor industrial mas citou empresas de celulose e petróleo. Não conseguiremos tirar conclusões a partir da análise índice industrial mostrado abaixo. De qualquer vemos uma recuperação ao longo do ano. As quedas verificadas em janeiro e fevereiro foram praticamente anuladas nos meses subsequentes.


Setor de Serviços x Índice de Consumo

A pesquisa também não fez referência clara ao setor de consumo, porém citou o setor de serviços como promissor para 2014. Podemos observar pelo gráfico do setor mostrado abaixo que estamos rompendo topo histórico. Apesar disto ainda fica atrás do setor financeiro em termos de valorização no ano.

 
Setor de Construção x Índice Imobiliário

A pesquisa não citou diretamente o setor imobiliário mas apontou o setor de construção como um dos piores para 2011. Os gestores acertaram esta previsão mas até meu filho de 5 meses acertaria. É de longe o pior setor do ano. Analisando o gráfico do setor mostrado abaixo vemos que o setor está em queda desde 2014.


O gráfico do IFIX apresenta um movimento similar. Observamos uma recuperação desde fevereiro último mas entramos novamente em uma tendência de baixa. Chama atenção a média móvel de 40 períodos (linha vermelha) que foi resistênca clara ao movimento de alta tando no IFIX quanto no IMOB, e tem gente que ainda não acredita em análise gráfica, rs.


Ações

Segundo os gestores entrevistados, as ações do Itaú (ITUB4), BB Seguridade (BBSE3), Cosan (CSAN3), Ambev (ABEV3), Cielo (CIEL3) e Estácio (ESTC3) seriam as mais promissoras para o ano. No segundo pelotão foram citadas Kronton (KROT3), Cetip (CTIP3), Suzano (SUZB5), Fibria (FIBR3) e Klabin (KLBN4). Vamos então verificar, através dos gráficos, o desempenho destes papéis ao longo do ano...

ITUB4 

Bombou: lucros cada vez maiores, cotação em alta!


BBSE3

Bombou: desde o IPO só alta, setor de seguros forte como nunca, PSSA3 também não fica para trás!


CSAN3

De lado: fraquejou no primeiro semestre, subiu com as especulações eleitorais, voltou para a estaca zero.


ABEV3

De lado: está dentro de um retângilo há meses, agora no final do ano ameça romper a congestão.


CIEL3

Bombou: grande alta no primeiro semestre e lateralização no segundo, continua sendo a empresa queridinha dos investidores de longo prazo!


ESTC3

Bombou: grande alta no primeiro semestre e lateralização no segundo, de qualquer forma o setor de educação continua um dos mais fortes!


KROT3

Bombou: sem comentários, melhor performance dos últimos tempos na bolsa, dá vontade de chorar só de ver o gráfico (isto porque não comprei)!


CTIP3

Bombou: empresa lateralizou durante todo ano de 2013 e explodiu neste ano, como eu costumo dizer, é empresa para casar, lucros consistentes, oligopólio de mercado e talz...


SUZB5

Bombou: desde meados de 2012 só sobe pegando carona no Dólar, em tempos de depreciação do Real é uma boa aposta.


FIBR3

Bombou: item SUZB5!


KLBN4

Bombou: empresa que também é beneficiada pela alta do Dólar mas que vem implementando um plano de crescimento agressivo.


Ações por Setor

Alimentos

O setor de alimentos é um dos mais promissores para os próximos anos. Todo investidor deve ter pelo menos uma empresa deste setor na carteira. Coloco aqui as três grandes do setor: MDIA3, BRFS3 e JBSS3.

A M. Dias Branco é unanimidade no setor mas sua alta foi tão forte em 2012/2013 que no ano de 2014 perdeu o fôlego e lateralizou. Para os atrasados é bom momento de compra.

A Brasil Foods tem apresentado resultados fortíssimos o que tem refletido nas cotações. Para quem não liga para cotações é compra imediata mas para quem não gosta de comprar topo é momento de ficar de fora.

A JBS é uma das empresas mais polêmicas da bolsa. Tem como um dos principais sócios o BNDES e agora está sendo processada pelo seu garoto propaganda vegetariano. Para quem quer pegar carona na alta da carne pode ser uma boa aposta, mas para mim o timing já passou.




Telecomunicação

Aqui temos duas representantes do setor de telefonia: a OIBR4 na ponta negativa e a VIVT4 na ponta positiva. É um setor complicado para o investidor de longo prazo, não aconselharia aportes mas se o colega quer apostar a escolha recai sobre a Vivo.



Siderurgia

Coloco aqui a menos ruim do setor: GGBR4. Foi um dos setores apontados pelos gestores como promissor para 2014 o que não se verificou. No curto e médio prazo não vejo sinais de melhora. É conta e risco do investidor que deseja apostar no longo prazo e comprar "teoricamente" barato.


Mineração

O setor está representado aqui pela aclamada Vale. Empresa que já deu muitas alegrias aos investidores no passado mas que vem sofrendo com o ciclo de queda do minério de ferro. Também não há sinas de melhora para o curto e médio prazo e o que foi dito para a Gerdau também serve para a Vale.


Óleo e Gás

Aqui coloco a famigerada Petro. Costumo dizer que isto seria um turn-around para longuíssimo prazo mas para mim só serve para especulação no curto prazo.


Cenário Macroeconômico

A pesquisa em questão também abrangeu o comportamento fos indicadores macroeconômicos para 2014. Segundo opinião dos gestores, na média, o Brasil deve fechar o ano com um crescimento de 1,85% (sabem de nada inocentes), IPCA em 6,09% e IGPM em 5,89%. No atual momento as previsões são de que o Brasil feche o ano com PIB de 0,3%. O IPCA de 12 meses está em 6,59% e o IGPM em 2,96%.

Já a taxa SELIC, segundo a pesquisa, terminaria o ano em 11,36%. No momento o acumulado em 12 meses é de 10,58%. No mercado de renda variável, o IBOV fecharia o ano em 56.969 pontos e o Dólar ficaria acima de R$2,40. O IBOV fechou ontem em 56.084 e o Dólar em R$2,51.

A minha análise geral é que os gestores mais acertaram do que erraram. Mas o cenário do ano era muito previsível. Tirando a saculejada que o mercado sofreu durante o período eleitoral, estamos fechando o ano dentros das previsões.

Mesmo com a releição de Dilma sigo otimista em relação aos investimentos em renda variável. Penso as empresas que são realmente fortes assim irão continuar. Como foi apontado pelos próprios gestores, os setores de bancos, de alimentos e de educação continuarão performando bem. Devemos evitar os setores de Siderurgia, Mineração e Petróleo. Outras apostas são os setores de Serviços, Tecnologia e, derepende, o setor Elétrico ou Industrial.

Abaixo listo algumas apostas pessoais...







Bom fim de semana a todos!
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sexta-feira, 21 de novembro de 2014

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Melhores Ações e FIIs - Novembro/2014


O mercado abrirá ansioso no dia de hoje pelo nome do novo ministro da fazenda. Trabuco não quis segurar a batata quente preferindo continuar colhendo seus gordos lucros no Bradescão. Enquanto esta novela não se desenrola sigamos acompanhando de perto.

Nesta tabela destaco os FIIs que estou acompanhando de perto. Neste mês comprei cotas do VRTA a 110, do XPGA a 83,83 e do SDIL a 77,77.


Nesta outra tabela apresento a lista das minhas ações preferidas para o momento. Desta lista comprei em outubro RENT3, TOTS3 e CMIG3


Ainda acompanho outros ativos para possível compra. De forma especulativa comprei PETR4 e BBAS3. No dia de hoje tenho também um aporte programado em VALE5 para a poupança do filho.


A PSSA3 não consta de nenhuma das listas acima porém foi adquirida no mês de outubro. Por outro lado sigo acompanhando apenas a BBSE3 por considerar que serei sócio da PSSA3 apenas comprando ações ITUB3.

Ativos retirados da carteira: ABCB4, HGTX3 e BRML3
Diminuição de exposição: SAPR4, ALUP11, TBLE3, POMO4 e EZTC3

No momento do fechamento deste post IBOV sobe 1,46% sendo que BBAS está subindo 7%. Hora de liquidar esta posição especulativa.
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quinta-feira, 20 de novembro de 2014

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Últimas da OGX e Eike Batista


Teve início às 14h25 de ontem (terça-feira) a primeira audiência com Eike Batista no banco dos réus. Ele é julgado na 3ª Vara Criminal Federal do Rio de Janeiro acusado dos crimes de manipulação de mercado e uso de informação privilegiada na negociação das ações da petroleira OGX.

Muito embora a perspectiva de a decisão em primeira instância seja proferida apenas no início do ano que vem, nesta terça-feira devem ter início a oitiva de 13 testemunhas de acusação – além de outras sete de defesa, junto com o próprio empresário.

Eike pode ser condenado a até 13 anos de prisão. Após a sentença, porém, o ex-bilionário ainda poderá recorrer ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) e Supremo Tribunal Federal (STF) – o que deve arrastar o caso ainda por um longo e indeterminado tempo.

Put

Membros independentes do Conselho de Administração da Óleo e Gás Participações (antiga OGX) decidiram liberar Eike Batista e a Centennial Asset Mining Fund LLC da obrigação de injetar 1 bilhão de dólares a partir de uma promessa de "put option" feita pelo empresário.

Eike Batista outorgou, em 24 de outubro, à Óleo e Gás o direito de exigir que subscrevesse novas ações ordinárias de emissão da empresa ao preço de exercício de 6,30 reais por ação, até o limite máximo do valor equivalente a 1 bilhão de dólares.

A opção poderia ser exercida até 30 de abril de 2014 e estaria condicionada à necessidade de capital social adicional. Em 6 de setembro de 2013, sem recursos em caixa para manter atividades por muito tempo, a Óleo e Gás exerceu a opção de cobrar os 1 bilhão de dólares de Eike Batista.

Entretanto, dias depois, Eike questionou a validade do exercício da opção concedida por ele à petroleira. O empresário afirmou que "ressalvo meus direitos (...) no sentido de questionar as circunstâncias, a forma, o conteúdo a validade e os demais aspectos legais do pretendido exercício da opção".

A put está no centro das duas acusações a que Eike está respondendon à Justiça. Segundo denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal em setembro, Eike prometeu a injeção de recursos já sabendo que os campos mais promissores não eram viáveis. Para o MP, Eike tentou iludir os investidores.

Ainda no entender do MPF, Eike também vendeu, entre agosto e setembro de 2013, ações da OGX, dias antes de se recusar a fazer o aporte, o que, segundo os procuradores, configura crime de "insider trading" (negociação de ações com base em informação privilegiada).

Landim

Segundo nota de Sonia Racy, Rodolfo Landim, por meio da petroleira Ouro Preto, prepara operação hostil contra a OGPar. Planeja comprar, na bacia das almas, a antiga OGX, da qual foi fundador e presidente. Na outra ponta, grandes fundos estrangeiros e Eike Batista, dono ainda de 5% da empresa.

Landim travou batalha judicial com Eike em 2012. No processo pedia 500 milhões ao ex-sócio. Em outubro de 2012, o Tribunal de Justiça do rio decidiu, por unanimidade, dar causa ganha a Eike. Landim alegava que tinha direito de participação de 1% da holding Centennial Asset Mining Fund. Como defesa, Landim apresentou um papel onde Eike teria escrito uma promessa de transferir o valor em ações para o ex-sócio. Entretanto, a justiça não reconheceu valor jurídico no texto.

No mercado de ações o papel OGXP3 está cotado a 0,10 depois de ter atingido a mínima histórica de 0,09 no dia de ontem. Para fechar o post com um pouco de saudosismo, uma imagem dos bons tempos da OGX...

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quarta-feira, 19 de novembro de 2014

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A CEMIG e sua Tendência Histórica


Tomando emprestado o gráfico do Leitão...

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