sábado, 28 de fevereiro de 2015

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Balanço Mensal d'Uó! (Fevereiro/2015)

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Aê galera!

Estamos no final de mais um mês, momento em que toda a blogosfera se agita para a divulgação dos balanços mensais. Tem gente que espera todo o mês por este momento, muitos no intuito de apresentar a alta rentabilidade das suas carteiras (coisa cada vez mais rara de se ver por aqui) e alguns poucos para demonstrar sua alta capacidade de aporte. É aquela história, do que adianta namorar uma mulher bonita se você não pode mostrar para os amigos, rs.

Buy & Hold

Nesta seção irei apresentar o desempenho das carteiras de Buy & Hold d'Uó! que são o principal objetivo dos estudos.

Começando pelas rentabilidades, como mostra a tabela abaixo, a rentabilidade geral deste mês foi de 3,23%. No ano o acumulado é de -0,13% e em dois anos e dois meses o acumulado é de -9,7%.


Por carteiras, as rentabilidades foram:

- Carteiras de Renda Variável no Geral: 3,38%
- Carteira de Dividendos: 6,86%
- Carteira de Crescimento: 0,6%
- Carteira Mista: 1,38%

Observação: A carteira de crescimento está sendo altamente impactada pelas quedas das empresas do setor educacional desde dezembro último.

Por classe de ativos, as rentabilidades foram:

- Ações: 6,2% contra 9,97% do IBOV
- FIIs: -1,66% contra -0,22% do IFIX

Observação: A carteira de FIIs está sendo consideravelmente impactada pelo baixo desempenho dos FIIs de papel nos últimos meses.

As alocações de ativos no momento estão da seguinte forma:


Nota-se uma alta exposição em ativos de renda variável (ações e FIIs). No momento não há alocação em renda fixa. O colchão de segurança corresponde a 5% do capital total. 1% está parado em conta corrente de bancos/corretoras e dinheiro vivo.

Compra e Venda

Tirei este mês de fevereiro para realizar várias compras de ações "micadas". Não realizei nenhum aporte em ações da "Seleção Brasileira de Ações". Também não vendi nenhuma ação (fato raro hein?! rs).

Para a carteira de dividendos comprei as seguintes ações:

- CMIG3 (12,00)
- ETER3 (3,11)

Para a carteira de crescimento comprei as seguintes ações:

- EZTC3 (16,61)
- KEPL3 (33,33)
- ANIM3 (17,71)

Para a carteira mista comprei as seguintes ações:

- BBAS3 (20,80)
- CGAS5 (42,14)

Por que chamei esta ações de "micadas"? Porque até pouco tempo atrás eram papéis queridinhos dos investidores porém estão passando por momento delicado o que tem feito as cotações caírem muito. Lembrando que a prioridade de aportes continua sendo as empresas da Seleção Brasileira de Ações mostrada abaixo:


Na seleção de jogadores acima, o setor defensivo (empresas de dividendos) é representado pela ALUP (goleiro), ABEV, CTIP, BBSE, WEGE e CIEL. No setor de ataque (empresas de crescimento) temos as demais.

Neste mês também não comprei FIIs mas estes estão em monitoramento diária para novos aportes de acordo com a seleção mostrada abaixo (notem que agora temos apenas um FII de papel, digamos que é o goleiro desta seleção, rs):


Day-Trade

Nesta seção irei apresentar o desempenho das operações Day-Trade d'Uó! que são o segundo objetivo dos estudos.

Como falado neste post, janeiro foi um mês de aprendizado, aquele mês em que o trader vai do céu ao inferno e aprende que rapadura é doce mas não é mole não.

Levada a primeira cacetada, o trader realiza uma regressão para detectar os pontos falhos entrando assim no segundo mês que será caracterizado como um mês de transição entre a loucura e a sensatez.


Abaixo o gráfico de desempenho até o momento. Como ponto positivo o decréscimo dos custos. Como ponto negativo o baixo ganho diário neste segundo mês.


A curva de capital acumulado se manteve constante durante todo o mês de fevereiro. O objetivo de preservação do capital neste período de mudança de estratégia foi atingido. Agora entro na fase de otimização da estratégia.


Ontem foi o melhor dia do mês. Espero ter pelo menos um dia assim por semana daqui pra frente. Semanas atrás este valor para mim era risível, agora virou motivo de comemoração. rs.


Bom fds!
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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

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Melhores Investimentos em Renda Variável para 2015 a 2018

Pessoal,

Estou postando hoje o resultado final das Melhores Ações e Melhores FIIs da enquete "Melhores Investimentos em Renda Variável e Renda Fixa para 2015 a 2018". Em momento oportuno irei postar também os Melhores Investimentos em Renda Fixa, mas já adianto que o Tesouro Direto foi a escolha absoluta. A planilha completa pode ser acessada neste link.



Como sugestão do colega Economicamente Incorreto, irei criar carteiras teóricas de acompanhamento de acordo com o resultado da pesquisa. Minha ideia é criar 3 carteiras de ações e 3 carteiras de FIIs, sendo:

Carteira Ações Top-5

CIEL
ABEV
ITUB
UGPA
BBDC

Carteira Ações Top-10

CIEL
ABEV
ITUB
UGPA
BBDC
BBAS
BRFS
CMIG
CTIP
BEMA

Carteira Ações Top-15

CIEL
ABEV
ITUB
UGPA
BBDC
BBAS
BRFS
CMIG
CTIP
BEMA
GRND
MDIA
PSSA
BBSE
WEGE

Carteira FIIs Top-5

HGRE
KNRI
BRCR
AGCX
RNGO

Carteira FIIs Top-10

HGRE
KNRI
BRCR
AGCX
RNGO
HGLG
BBPO
FCFL
PQDP
RBRD

Carteira FIIs Top-15

HGRE
KNRI
BRCR
AGCX
RNGO
HGLG
BBPO
FCFL
PQDP
RBRD
FIIP
AEFI
BPFF
MAXR
BBRC ou MFII, qual o melhor?

Gostaria de sugestões dos colegar para a configuração destas carteiras. Não estou gostando muito de ter ITUB e BBDC juntos nas carteiras já que apresentam comportamentos muito semelhantes. Acho que poderíamos escolher apenas um entre os três bancões (BBDC, ITUB e BBAS). Ao suprimir dois bancos teríamos dois novos papéis na lista de monitoramento: VALE e CRUZ. Porém, CRUZ está prestes a fechar o capital, então teríamos as seguintes opções para o seu lugar: CCRO, CGRA, EZTC, WHRL.

Para a configuração das carteiras de FIIs gostaria de sugestões do Div, e do Seu Guarda que são especialistas na área.

Desde já agradeço.

A título de ilustração vou colocar aqui o retrato das carteiras de ações da blogosfera no início do ano passado. Obtive os dados no blog do Poni. Depois irei fazer uma varredura do status atual destas carteiras. Se os colegas postarem os percentuais de alocação de cada ativo irá ajudar muito. Vou criar um formulário de preenchimento para facilitar o processo.


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Resultados de Operações Day-Trade com Mini-Índice

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Atendendo a pedidos, estou retomando os posts de operações day-trade. Porém, não terão periodicidade fixa, mas postarei sempre que tiver algo importante a falar ou um assunto em específico para discutir com os colegas.

Encerrei ontem a fase 3. Esta foi uma fase de transição em termos de estratégia operacional. Serviu para testar a minha nova estratégia e comprovar a sua validade. Como esperado, a rentabilidade demonstrou-se baixa se comparada com a estratégia praticada anteriormente, mas em termos de preservação de capital e equilíbrio psicológico demonstrou ser uma estratégia válida.

Hoje estou iniciando a fase 4. Nesta fase continuarei utilizando a estratégia da fase 3 porém irei otimizar alguns pontos operacionais e alguns comportamentos emocionais. Com isto espero levar o ganho médio para a casa dos 3 dígitos.

Abaixo a tabela de resultados até o momento. Na fase 1 o lucro bruto foi de -891,32. Na fase 2 o lucro bruto foi de 2.995,54. Na fase 3 o lucro bruto foi de 52,28. Notem que na fase 3 os dias negativos apresentaram valores bem abaixo dos dias negativos das fases 1 e 2. Por outro lado, os dias positivos não foram muito rentáveis. O ponto positivo foi a redução do custo operacional. As despesas da fase 1 totalizaram 1.351,02. Na fase 2 as despesas foram de 894,88. Na fase 3 de as despesas foram de 310,10 e gastei menos tempo por dia operando (em torno de 3 horas).


Abaixo o gráfico de lucro bruto. Na fase 1 operei 11 dias, na fase 2 operei 12 dias e na fase 3 operei 10 dias.


Abaixo o gráfico do capital acumulado. O capital inicial foi de 1.000 reais. No momento está oscilando em torno de 3.000,00.

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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

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Cartão de Crédito sem Anuidade: Qual o Melhor?

Veja este post atualizado no nosso novo site:
http://webinformado.com.br/melhores-cartoes-sem-anuidade/


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domingo, 22 de fevereiro de 2015

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Interview with Warren Buffett

Aê galera!

Prometi responder todas as perguntas lançadas no blog do querido I.L. que ficaram de fora da entrevista original. Hoje respondo as perguntas lançadas pelo colega Poni que anda meio sumido e nem posta mais no se blog. Cadê você rapah?!


- Por que ele desistiu do "Portal de Investimentos"?

Na verdade não desisti do portal, o mesmo continua funcionando a todo vapor via Facebook, apenas dei um caráter mais abrangente ao blog, não restringindo os assuntos apenas à esfera das finanças. 

- Quem é o seu maior desafeto na blogosfera?

Pergunta polêmica esta, rs, não por acaso o I.L. a deixou de fora da entrevista original. Quando li esta pergunta pela primeira vez fiquei pensando se tinha um desafeto por aqui, a princípio pensei no Trolleta, mas este é desafeto de todo mundo, aí não vale, rs, ele cumpre sua função aqui, proposta por ele mesmo, que é trollar. O pior troller é aquele que pratica suas artimanhas de forma oculta, anônima, e se mostra assim um covarde. Já o troller que se mostra de cara limpa, com identidade, é uma figura a se levar em consideração, pois tem a coragem de se mostrar. Desta forma, desde que não falem mal da sua mãe, é fácil de conviver.

Porém, nas últimas semanas, começou a aparecer aqui no blog uma outra figura muito polêmica da blogosfera, figura esta que só tinha aparecido por aqui umas duas ou três vezes desde que criei o blog (pelo menos nos comentários), mas agora tornou-se presença assídua, rs. Até então não considerava esta personagem um desafeto, apesar de metade da blogosfera não se dar bem com ela. 

Sou um cara tranquilo e não entro em bate-bocas em redes sociais e muito menos na vida real. Um sábio já me disse, no mundo há três tipos de pessoas: aquelas que lhe trazem alegrias, aquelas que lhe trazem aborrecimento, e aquelas que são neutras (não te alegram, mas também não aborrecem). As que lhe trazem alegrias devem ser cativadas, são dádivas de Deus, mas são a minoria. As neutras são a maioria, e dependendo da sua relação com elas podem torna-se pessoas que trazem alegrias, ou, se der azar, aborrecimento. Já as pessoas que trazem aborrecimento são também minoria, porém o estrago que podem causar na sua vida é enorme, e a melhor conduta é se afastar delas e não entrar em um eterno debate com as mesmas, isto fará um bem tanto para você quanto para a pessoa que aborrece. 

E foi esta a conduta que tomei em relação a este nosso colega polêmico. O melhor que podia fazer já foi feito, eliminá-lo da minha lista de blogs favoritos e não mais relacionar com o mesmo (sugiro a todos que tem algum tipo de desavença com esta pessoa fazerem a mesma coisa). Porém o mesmo continua circulando aqui na área, cada comentário tem uma ofensa gratuita embutida, a última dele foi cogitar fazer um post em minha homenagem, talvez no intuito de me atrair novamente para o seu espaço polêmico, tô fora, rs.

Espero que ele não tenha levado para o lado ruim a minha atitude, é bom ele ver que o meu posicionamento é benéfico tanto para mim quanto para ele. A vida é assim, as pessoas são complicadas, tem pontos de vista divergentes, ofendem umas às outras, e se não chegam a um acordo o melhor é a separação, passam a viver melhor cada um no se quadrado. Bom, já gastei tempo demais da minha bela manhã de domingo com este assunto. Uma pessoa que lhe chama (em público) de incompetente, mentiroso e burro nem merecia tal crédito, mas quem sabe agora ela agora não se manca e para de vir aqui desferir suas palavras envenenadas de sentimentos ruins, talvez até tenha em mente a intuição de me ajudar, escrevendo o certo por linhas tortas, vai saber a real intenção não é mesmo?!  

- Por que ele parou de participar do site do Tetzner? Qual foi o rolo?

Não parei, de vez em quando dou as caras por lá, tem uma galera boa lá que fornece uns feed-backs legais aos posts. 

- Se ele pudesse dar uma dica para um investidor iniciante, qual seria?

Invista nos seus primeiros cinco anos apenas na renda fixa, compre bons títulos do governo, boas letras de crédito e, no máximo, algumas boas debêntures. Fique, durante estes cinco anos, acumulando capital e estudando o mercado de renda variável. Após concluir esta “faculdade” torne-se um trainee do mercado de renda variável, de um a dois anos realize aporte em ações e FIIs. Após este período com certeza já será um profissional na área de investimentos. Eu pulei a primeira etapa que é a mais importante e me dei mal. É muito perigoso colocar o dinheiro na roda durante a fase de estudos, na verdade eu fui mais imbecil ainda, coloquei o dinheiro para queimar sem mesmo ter estudado (é o que a maioria faz), e com isto devo ter perdido algo em torno de 100.000 reais. Este foi o custo da faculdade, mas para o iniciante ela pode sair de graça, para isto, fique longe da renda variável durante seus estudos.  

- Qual seria a dica de 1 milhão de dólares, ou a dica de ouro, aquela que só uma pessoa preocupada contigo daria pra você?

Á dica é: “tome cuidado com você mesmo, seu pior inimigo está dentro da sua mente, e você irá conviver com ele até morrer, portanto, transforme-o em seu aliado.” Esta dica vale ouro hein?!

- Cite algo que você pensava de um jeito e hoje já pensa de outro. Ex: Achava que sempre deveria fazer trades e passou a fazer só BH?

Pois é, ainda estou mudando minha forma de pensar, rs. Antes só fazia trades em ações, depois passei a fazer só B&H, depois passei a fazer B&H ativo, depois voltei com os trades em ações, agora parei os trades com ações e estou fazendo trades com índice. O ser humano é assim, vai evoluindo (ou involuindo, rs). Mas tem ago que aprendi a duras penas, e isto não vai mudar. Não existe esta história de comprar barato na bolsa, ninguém nunca saberá o que é um ativo “barato”. Portanto, nunca mais compro um papel só porque o mesmo está teoricamente descontado, isto é um perigo.

- Cite o seu melhor e pior investimento?

Melhor investimento: Meu filho! “Custou” algo em torno de 50.000 reais só para nascer, mas valeu cada centavo. 

Pior investimento: Um par de alianças de noivado - custou 3.000 reais. O noivado durou 3 meses e vendi a minha aliança por 300 reais. A outra ficou com a ex-noiva, kkk.

- Como conheceu a bolsa de valores?

No Jornal Nacional! 

- Qual foi a sua primeira ação que adquiriu e por quê?

Acho que foi a PDGR3. Comprei achando que era a Perdigão (é sério!). Pior de tudo que tive lucro com ela. Já cheguei ao disparate de comprar a BEEF3 achando que estava comprando a empresa que fabricava o sabão em pó. Quanto amadorismo.

- Já comprou estes relatórios que Tetzner, Rei dos Micos, Empirucus e outros vendem ? Se sim, qual a análise que faz de cada um. Acha que valeu a pena?

Tenho um pensamento formado a respeito, no mundo há duas coisas que devem ser evitadas: sexo pago e relatório de investimento pago. Porque pagar por algo que você mesmo pode conseguir de graça? Mas não se engane, na vida nada é de graça, não há almoço grátis, tudo tem um custo, mesmo que seja um custo embutido.

- O que acha do vídeo "O fim do Brasil"?

Uma boa compilação da economia brasileira e uma boa forma de vender relatórios. 

- O que te faria deixar a Bolsa de lado?

Tá mais fácil deixar a esposa de lado, rs, brincadeira, se ela ler isto vai me matar.

- Tem algum sonho para realizar?

Vários, quem não tem sonho na vida não tem motivos para viver. São sonhos simples e fácil de realizar. Um deles irei realizar em breve, só estou aguardando meu filho começar a andar, é brincar na praia com ele.

- Já pensou na idéia de sortear um blogueiro e fazer um coaching para que ele melhore seu desempenho, tipo, uma série onde mensalmente você analisaria e recomendaria mudanças e fosse comparando ao longo do tempo?

Opa, que ideia legal, nunca pensei nisto não, mas é muita responsabilidade, deixa eu primeiro terminar minha faculdade e fazer meu trainee, aí sim serei um profissional do mercado.

- Qual o perfil do investidor de sucesso ? Pessoas mais calmas ou mais agitadas ? Mais analíticas ou com mais faro ? Acho que foi o IL que falou dos Amish, por exemplo.

Tem que ter tudo isto. É um conjunto de habilidades que fará um bom investidor. As mais calmas tem mais chances de acertar mais, pensam mais antes de agir. As mais agitadas podem colocar tudo a perder. Porém, as mais calmas podem perder boas oportunidades e as mais agitadas podem “farejar” oportunidades com mais facilidades. As analíticas sem faro vão ficar analisando, analisando, analisando sem sair do lugar, temos exemplos assim na blogosfera, já aquelas com faro aguçado podem encontrar uma boa oportunidade sem muita análise, porém pode ser uma furada. 

- Você pretende investir no exterior?

Estou mudando meu conceito em relação a isto, inicialmente tratava este assunto como uma fuga de capitais o que poderia contribuir ainda mais para a piora do mercado doméstico, afinal o capital é vultoso, rs, mas estou refletindo...

- Qual é o site daquele outro seu negócio?

www.bhmodels.com ops

- O que sua mulher acha do seu desempenho (da carteira, claro)?

Kkk, desempenho, ah sim, da carteira, ainda fraco, precisa melhorar muito, precisando dar uma pílula azul para a carteira. 

- Ela influência em algo ou deixa pra vc decidir?

Eu até gostaria que ela influenciasse mais, mas ela delegou toda a gestão para mim. Aqui em casa não temos divisão de contas. Todo dinheiro que eu recebo e ela recebe cai em uma conta, e todo gasto sai dessa conta. As sobras são direcionadas para as quatro corretoras que temos contas (duas em nome dela e duas em meu nome). Mas a gestão de todo fluxo é minha. Ela só gasta, rs, brincadeira.

- Pretende mexer no blog este ano, fazer alguma mudança grande? Qual?

Nada, tá bom do jeito que tá. A não ser que algum leitor peça algo, eu sempre levo em consideração os comentários. Pediram para eu parar de postar as operações day-trade e eu parei. Tem gente pedindo para voltar a postar, então devo encontrar uma forma que agrade os dois públicos.

- O que acha do investimento em moedas/metal? Já se interessou?

É mais uma forma de diversificação, e mais uma problemática para acertar o timing. Alocação de ativos é um troço lindo, porém um trem complexo. Coisa de profissional com o gestor do Fundo Verde. Pretendo um dia alcançar este “faro”, tipo: opa, tá na hora de comprar Dólar, opa, tá na hora de vender ouro, opa, tá na hora de comprar banana, e assim vai... mas que é difícil isto é.

Bom domingo a todos!
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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

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Renda, Crescimento e Desigualdade: Dilemas que Estão Longe de Serem Resolvidos


De acordo com dados retirados de rankings da revista Forbes, existe um preocupante descompasso entre o ritmo de avanço da renda real das grandes riquezas no mundo (entre 6 e 7% ao ano em termos reais) e a renda dos trabalhadores (entre 1 e 2% ao ano).

Resultados obtidos a partir de dados oficiais de instituições e relatórios de diversos países, demonstram a profundidade da desigualdade mundial. As 85 pessoas mais ricas do planeta possuem a mesma quantidade de recursos das 3,5 bilhões mais pobres. Ou seja, um pequeno grupo que não chega a 100 indivíduos possui uma riqueza equivalente à de metade da população mundial. Segundo a pesquisa, o 1% mais rico da população mundial detém US$ 110 trilhões, 46% de toda a riqueza do planeta.

Na Europa os dados também são cruéis. As 10 pessoas mais ricas do continente possuem uma fortuna maior do que todos os planos de resgate e estímulos ao crescimento econômico aplicados pela União Europeia, entre 2008 e 2010. São €200 bilhões aplicados pela UE, contra €217 bilhões nas mãos dos 10 europeus mais ricos. A crise econômica mundial, aliás, representou um belo impulso à acumulação desenfreada de riquezas. Segundo estudos, o 1% mais rico da população dos Estados Unidos abocanhou 95% de todo o crescimento econômico do país entre 2009 e 2011.

O Capital no Século XXI


Desde os tempos do britânico John Maynard Keynes, um dos maiores pensadores econômicos do século XX, o trabalho de um economista não despertava debates tão acirrados quanto O Capital no Século XXI, do francês Thomas Piketty. O livro traz um apanhado histórico da evolução da riqueza e da desigualdade nas sociedades capitalistas e propõe remédios para os males que enxerga — como a adoção de um imposto progressivo de até 80% sobre o patrimônio dos mais ricos.

Os índices de medição do crescimento econômico de um país são considerados, pela maioria dos economistas, como o melhor sinal de progresso, quando positivos, ou de alarme, quando negativos, nesse caso impondo-se ao Poder Público implementar sem demora políticas tendentes a defender e garantir um percentual capaz de refletir a retomada da sua subida indefinidamente.

Thomas Piketty não concorda com isso. Com a vantagem de se distanciar das influências ideológicas sempre presentes em torno desse assunto, disputando espaço para fazer passar os seus posicionamentos como científicos, ele demonstra como esse crescimento concentra riqueza e não diminui a desigualdade social.

Para Piketty: A lei do “crescimento acumulado” é de natureza idêntica à lei chamada de “retornos acumulados”, segundo a qual uma taxa de retorno anual de alguns pontos percentuais, acumulada ao longo de várias décadas, conduz automaticamente a uma expansão muito forte do capital inicial – contanto que os retornos sejam sempre reinvestidos ou ao menos que a parte consumida pelo detentor do capital não seja grande demais em comparação com a taxa de crescimento do país. A tese central desse livro é precisamente que uma diferença que parece pequena entre a taxa de retorno (ou remuneração) do capital e a taxa de crescimento pode produzir, no longo prazo, efeitos muito potentes e desestabilizadores para a estrutura e a dinâmica da desigualdade numa sociedade. Tudo decorre, de certa maneira, da lei do crescimento e do retorno acumulado e, portanto, é aconselhável que nos familiarizemos com essas noções.

Simbolizando com a letra “r” a taxa de rendimento privado do capital e com a letra “g” a do crescimento da renda e da produção, conclui: “ A desigualdade r > g faz com que os patrimônios originados no passado se recapitalizem mais rápido do que a progressão da produção e dos salários. Essa desigualdade exprime uma contradição lógica fundamental. O empresário tende inevitavelmente a se transformar em rentista e a dominar cada vez mais aqueles que só possuem sua força de trabalho. Uma vez constituído, o capital se reproduz sozinho, mais rápido do que cresce a produção. O passado devora o futuro.

Fonte

A Tríade dos Múltiplos Dilemas


Em recente artigo publicado no O Globo a Mais de 19/02/2015, a economista Monica Baumgarten de Bolle discorre sobre a pergunta mais relevante da atualidade, recorrente entre os economistas, mas com destaque renovado depois da publicação de “O Capital no Século XXI” de Thomas Piketty é: qual a relação entre salários, produtividade e desigualdade? Como a evolução dessa tríade ao longo do tempo, para países diversos, pode elucidar as dúvidas sobre a sustentabilidade do crescimento?Destaco abaixo os principais trechos do artigo da economista que pode ser lido na íntegra neste endereço.

(...) a desigualdade de renda e riqueza no mundo aumentou muito nos últimos trinta anos. (...) A estagnação salarial que sobreveio da crise de 2008, a ausência de ganhos reais significativos ao longo dos últimos sete anos, contribuiu para acentuar a crescente divergência entre os mais ricos e os mais pobres, tornando-a mais evidente. Conforme muitos têm destacado ao analisar os dados para a economia americana, observa-se algo surpreendente: os salários não apenas estão parados, como não têm acompanhado a produtividade ascendente da economia ao longo das últimas décadas. Ou seja, enquanto a produtividade sobe, o trabalhador americano está deixando de desfrutar dos ganhos de renda que deveriam resultar do aumento da eficiência produtiva. (...) Nos EUA, a lucratividade das empresas se traduziu em maior renda para os acionistas e para os altos executivos, mas não para os empregados”.

O dilema americano, além de ressuscitar a complexa questão das relações entre desigualdade e crescimento econômico, tem gerado debate aguerrido sobre o que fazer para combater a crescente disparidade da renda. (...) Entre diversos economistas, prevalece a noção de que, nos EUA, a quebra da relação entre salários e produtividade explica o aumento da desigualdade. Quando os trabalhadores são crescentemente excluídos dos ganhos de eficiência, embolsados por acionistas e executivos, isso piora a distribuição de renda, levando à contemplação de medidas como a adoção de um tributo sobre os ganhos de capital.

No Brasil, ocorre o oposto do que se observa nos EUA: há pelo menos uma década, os salários crescem acima da produtividade. Nesse mesmo período, a desigualdade caiu substancialmente. Nos últimos anos, entretanto, há evidências de que a desigualdade parou de cair ou, ao menos, começou a se estabilizar em patamar ainda demasiado alto. (...) Como observa estudo recente do FMI, às vezes a desigualdade é obstáculo ao crescimento econômico simplesmente porque motiva a adoção de determinadas políticas redistributivas que têm efeito perverso sobre a atividade. Exemplo disso são políticas que estimulam o descolamento entre salários e produtividade: rendimentos que crescem acima do valor que o trabalhador é capaz de gerar acabam por onerar excessivamente as empresas, que poderão repassar esse aumento de custos para os preços, alimentando a inflação, demitir trabalhadores ou deixar de investir. A inflação corrói a renda dos mais pobres; o desemprego e a queda do investimento reduzem o crescimento; sem crescimento, não há diminuição contínua da desigualdade. 

Eis, portanto, um dos desafios da tríade salários-produtividade-desigualdade: quando os salários se descolam da produtividade, seja para cima, como no Brasil, seja para baixo, como nos EUA, a desigualdade pode aumentar. Se a desigualdade aumentar, parte crescente da renda produzida haverá de ser embolsada pelos mais ricos, em detrimento da classe média e dos mais pobres – a desigualdade é processo que se retroalimenta, a não ser que seja impedida por políticas redistributivas. Mas certas políticas redistributivas podem emperrar o crescimento, sobretudo quando combinadas com má gestão da política macroeconômica. Isso é o que parece ter ocorrido, em parte, no Brasil.

Como sair do torvelinho nefasto em que políticas redistributivas emperram o crescimento e a falta de crescimento impede que a desigualdade continue a cair de forma sustentada? Pergunta básica, resposta difícil. (...) Relatório recente da OCDE sobre a desigualdade diz que, para reduzi-la, é preciso que a população tenha acesso à educação de qualidade – não basta ter crianças e adolescentes nas escolas, é preciso que aprendam a ler, que desenvolvam o gosto pela leitura, que tenham intimidade com números e com operações matemáticas. É preciso, também, que desfrutem de rede de apoio, sobretudo quando o nível educacional dos pais e parentes for insuficiente para mantê-los engajados no aprendizado. É preciso que tenham acesso aos serviços públicos básicos, como saúde e saneamento. O relatório da OCDE afirma que a redução sistemática da desigualdade só é possível se essas condições estiverem presentes e beneficiem os 40% mais pobres, ou seja, tanto as pessoas de baixa renda, quanto a classe média mais vulnerável.

O problema é que o Brasil pouco avançou nessas áreas nos últimos quinze anos. A má gestão da economia, hoje, nos obriga a adotar políticas de ajuste que haverão de adiar a redução contínua da desigualdade, postergando a ampliação do processo de inclusão social. O adiamento inevitável já suscita críticas daqueles que, em vez de perceberem os erros do passado recente, preferem chamar de fracasso a correção de rumos que acaba de se iniciar.



Humor: na foto acima quem está esperando a lotérica abrir e quem está esperando a lavanderia abrir? rs
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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

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Recebimento de Proventos - Janeiro/2015

Olá colegas!

Enfim, o ano começou, será?!

Retornei de viagem mais cedo para realizar algumas operações day-trade no pregão da tarde de hoje mas acabei fechando no negativo de -R$89,00, era melhor ter retornado amanhã mesmo, rs.

O feriado foi bem proveitoso, deu para divertir e descansar um pouco, pena que passa muito rápido. Fiquei a maior parte do tempo com o Uó Jr., é muito gratificante.

Posto hoje os proventos de janeiro/2015 e o histórico do ano passado. Farei um post deste tipo isto a cada 3 meses.


Janeiro foi um mês bem fraco de dividendos e JSCP. Porém, as distribuições de FIIs foram boas o que equilibrou a coisa. Não ocorreu nenhuma bonificação e o aluguel de ações segue na média dos últimos meses.


O DY geral dos últimos 13 meses está em 0,64%. O DY das ações está em 0,42% e o DY dos FIIs em 0,93%.

Grande abraço!
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sábado, 14 de fevereiro de 2015

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País Tropical

É isto aí amigos, a Apple sozinha vale mais do que todas as nossas empresas da bolsa. Só nos resta mesmo pular o Carnaval. 


"Moro num país tropical, abençoado por Deus
E bonito por natureza, mas que beleza
Em fevereiro (em fevereiro)
Tem carnaval (tem carnaval)"
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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

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Melhores Investimentos em Ações, FIIs e Renda Fixa para os Próximos 4 Anos (Rascunho)

Veja meu novo site Aqui 

Investidores,

Este é o rascunho da enquete "Melhores Investimentos em Ações, FIIs e Renda Fixa para os Próximos 4 Anos". Após realizar o questionamento nos blogs dos colegas, fiz a coleta dos dados e a contagem de cada ativo. A planilha completa pode ser acessada neste link.

Quem não respondeu e ainda quiser participar da pesquisa basta colocar aqui o seu comentário. Se tiver algum erro de digitação na planilha por favor me informem. Após o feriado irei fechar a enquete com os comentários deste post e postar aqui o resultado final.

Parciais

Na categoria "Melhores Ações" não tivemos surpresas nas primeira posições. Cielo, Ambev, Ultrapar e os dois bancões (Itaú e Bradesco) reinam absoluto. A surpresa foi a Cemig ainda aparecer nas primeiras posições, mesmo em meio a uma crise energética e a incertezas quanto ao governo Pimentel aqui em Minas.


Na categoria "Melhores FIIs" os campeões foram KNRI, AGCX, RNGO, HGRE e BRCR. A maioria são FIIs de tijolo.


Na categoria "Melhor Renda Fixa" o Tesouro Direto ganhou em disparada.

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terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

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Carteira de Ações Eficiente

Pessoal,

Um site muito interessante que conheci no ano passado é o Stock Soccer. Lá você monta um time de futebol onde cada jogador é uma empresa listada na bolsa de valores. Abaixo meu time atual.


Cada jogador que ingressa no site (também pode ser feito login com conta de Facebook) começa com 100.000 reais e, na medida que vai participando dos campeonatos, ganha/perde pontos e tem a evolução do seu capital contabilizada de acordo com a abertura/fechamento das ações do seu time.

No atual momento ocupo a posição 32 do ranking geral, porém estou com o maior patrimônio acumulado graças a esta eficiente carteira de ações. Infelizmente é só no jogo pois na vida real minha carteira tá um horror, rs.


Para quem tá começando a montar uma carteira de ações fica aí a dica. Participem também lá dos campeonatos, é uma brincadeira divertida e saudável.

Jogo de hoje...

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domingo, 8 de fevereiro de 2015

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Operando Mini-Índice - Fase 3 e Dicas Valiosas para Day-Trade

Olá pessoal,

Amanhã estou iniciando a fase 3 da "saga" como dizem alguns colegas aqui do blog, rs. Na última sexta levei mais um revés e encerrei a fase 2. Desta vez com menos dor mas ainda cometendo alguns erros básicos. O resultado da fase 2 foi o seguinte:


Nesta fase que termina, tive 11 dias positivos e 1 dia negativo. Nos dias positivos consegui ganhar 4.428,20 brutos com uma taxa de 743,68. O que me dá uma média de ganho 402,56 e taxa de 67,61 por dia. Considerando o dia negativo, ganhei então 3.930,20 com taxa de 894,88. A média geral então desta fase 2 foi de 327,54 com taxa de 74,57. Foi uma fase razoável em termos de ganhos mas bem tensa em termos de estopes e posições abertas.

Para fins de comparação, apresento abaixo os resultados da fase 1 que foi no mínimo magnífica enquanto durou e catastrófica no seu desfecho. Nesta primeira fase eu consegui 5.204,24 em 10 dias o que me deu uma média de 520,42 por dia. Porém, o dia negativo comeu quase todo o ganho e considerando as taxas acabei fechando no negativo.


Considerando as duas fases, estou com ganho bruto de 4.450,44 e taxa acumulada de 2.245,90. Isto me dá um lucro bruto de 2.204,54 em 23 dias, ou seja, uma média de 100 reais por dia.

Para a fase 3 estou alterando alguns parâmetros de operação após análise de comentários preciosos que recebi de alguns colegas. Os parâmetros definidos são:

- Meta diária: nesta fase não trabalharei com uma meta diária definida, digamos que irei receber o que o mercado quiser me dar, como disse um colega.
- Tempo de operação: continuarei operando 3 horas por dia no período entre 9:15 e 12:15.
- Estopes: serão executados assim que detectar que o movimento esperado na entrada não foi cumprido.
- Número de contratos: irei operar com 3 contratos por vez, as entradas deverão ser parciais de 1 em 1.
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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

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NTN-B Principal 2035 - Melhor Compra/Melhor Venda

Galera,

Vou entrar em um tema controverso. Análise gráfica aplicada a ações já desperta ojeriza em muitas pessoas, mas irei aplicá-la agora em um título do governo (apenas como exercício, não me levem a sério, por favor!).

Vejamos o gráfico atual da NTN-B Principal 2035...


Notem que no início do ano passado tivemos uma oportunidade impar para compras de TD. E no início de setembro tivemos oportunidade igual só que para venda. Eu me adiantei um pouquinho e vendi todos os meus títulos julho, lembro de ter obtido lucro bruto de mais de 20%, mas poderia ter sido maior "se" tivesse acertado a "melhor venda".

A pergunta que faço ao leitor é: "Qual a melhor estratégia nos investimentos em TD, compras periódicas para levar até o vendimento ou compras/vendas em momentos oportunos no cenário macro-econômico?"

Olhando sobre o ponto de vista da análise técnica, estamos formando um triângulo do gráfico diário das taxas. Obviamente isto não tem relação nenhuma com o cenário atual de juros, porém, seria interessantíssimo, mesmo que por coincidência, que este triângulo fosse rompido para cima como na projeção que eu fiz. Assim teríamos as taxas novamente nos patamares de 7% que eu considero a "melhor compra".

Para aquele investidor que optou por realizar as compras periódicas a fim de levar até o vendimento, sugiro acompanhar o gráfico e comprar nos momentos de pico da taxa, quando a mesma toca a parte superior do triângulo. Para aquele investidor, como eu, que não irá levar o título até o vencimento, sugiro aguardar o rompimento deste triângulo para iniciar as compras, se é que isto vai mesmo acontecer.

Abraço!
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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

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Operando Mini-Índice - Cuidado com Ordens Esquecidas!

Pessoal,

Não sei se isto já aconteceu com vocês mas comigo aconteceu ontem. No período da tarde tinha lançado uma ordem de compra no mini mas inadvertidamente esqueci de cancelar quando fui estopado na minha ultima operação. Como fechei o HB e não abri mais não percebi que a mesma foi executada no fim do dia (16:45). Por sorte o mercado deu uma reviravolta após as 17:20 e começou a subir novamente. Quando tinha fechado o HB ontem o saldo do dia estava em 622 reais e hoje me deparei com o valor de 748. Levei um tremendo susto. Fica aí a dica, antes de fechar o HB verifique as ordens pendentes.

Vejam que a compra só foi liquidada lá no leilão de fechamento. Ufa!


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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

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O Setup do IFR2 nos 15 Minutos em Ação

Olá galera,

Acabei de postar aqui que já tinha fechado as operações do dia de hoje já que a meta foi batida mas resolvi aproveitar o tempo restante para testar o setup do IFR2 nos 15 minutos.


Neste momento estou vendido em apenas um contrato como mostra a boleta abaixo. O setup prevê a venda com níveis acima de 80% e a compra com níveis abaixo de 20%. Por segurança é interessante realizar parcial em níveis de 35% ser for venda e em níveis de 65% ser for compra. No momento do print desde gráfico já deveria ter feito parcial, mas como estou apenas com um contrato então mantive a posição.

A seta vermelha do gráfico acima mostra um ponto de reversão que operei no dia de hoje. Neste ponto realizei a última entrada parcial da operação anterior.


Este setup é um dos mais perigosos de operar pois opera na contra-tendência. Porém é um dos mais rentáveis. Utilize com sabedoria e segurança.
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terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

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Operando Mini-Índice - Metas Diárias (Exemplo Prático)

Pessoal,

Só para exemplificar o post da manhã pois algumas pessoas não entenderam, estou fazendo este novo post apresentando o papel da meta diária na minha estratégia. Vejam que no dia de hoje alcancei o valor de 111 reais como mostrado na boleta abaixo, valor este bem abaixo da meta diária de 300 reais.


A regra estabelecida define que se a meta de 300 reais for atingida ou o tempo máximo de operação por dia que é de 3 horas for atingido então as operações devem ser encerradas. Hoje ocorreu a segunda trava, ou seja, o tempo disponível para operação findou-se. Se eu tivesse atingido os 300 reais antes do tempo então deveria encerrar da mesma forma as operações.

Em suma, não tenho objetivo de ganhar 300 reais todo dia, mas se em um dia bom eu chegar neste valor então devo encerrar as operações. Se alguém ainda estiver com dúvidas pode questionar. Mais detalhes sobre as operações no dia de hoje favor consultar este post.
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Operando Mini-Índice - Sobre Metas Diárias

Olhando o peixinho da foto abaixo vocês acham que ele vai conseguir cair no aquário maior ou vai morrer no caminho?


Iniciei operando o Mini com uma meta diária de 200 reais. Na medida em que foi conseguindo obter ganhos acima deste valor comecei (inconscientemente) questionar esta meta.

É natural ao ser humano sempre querer mais, principalmente quando as possibilidades estão permitindo. Porém, quanto mais se quer maiores são as chances de perdas.

Estava até ontem trabalhando com uma meta diária de 500 reais. Mas percebi que é uma meta muito ambiciosa. Mesmo que já tenho conseguido por duas vezes ganhar 1.000 reais em um único dia penso que este valor não é adequado para meu nível atual.

O estabelecimento de uma meta diária é uma faca de dois gumes. Por várias vezes me peguei perseguindo este valor. E sempre que me propus a isto as coisas não caminharam bem. Portanto, um aprendizado é: não utilize a meta diária como algo a ser atingido, pois muitas vezes o mercado ou seu estado emocional não permitirão alcançá-la.

A meta diária deve ser usada sim como referência para fechar as operações do dia. Ou seja, se você chegou na meta ou perto dela então já está na hora de dar tchau ao mercado.

Trabalharei agora com uma meta de 300 reais. Estabeleci também uma tempo máximo de acompanhamento do mercado de 3 horas. Vou chamar estes parâmetros de 300/3. Aquele que chegar primeiro, seja os 300 reais ou o tempo de 3 horas, devem imperativamente me desligar do mercado.

Estou agora na dúvida se acompanho o mercado entre 9 e 12 ou entre 10 e 12 e 13 e 14. O que vocês acham?
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