quarta-feira, 25 de maio de 2016

Alupar: Estrutura, Histórico e Composição Acionária



A Alupar é uma holding de controle nacional privado, com atuação no setor de energia nos segmentos de transmissão e geração. O objetivo do gripo é desenvolver e investir em projetos de infraestrutura relacionados ao setor de energia no Brasil e nos demais países da América Latina. É a maior companhia 100% privada e uma das cinco maiores no segmento de transmissão de energia elétrica no Brasil.

No segmento de transmissão, a Alupar possui a concessão de 23 sistemas de transmissão, totalizando 5.723 km de linhas de transmissão, por meio de concessões com prazo de 30 anos, localizados no Brasil e uma vitalícia no Chile.

Atuante também no segmento de geração, a Alupar detém a concessão/autorização de 10 ativos, que totalizam 687,3 MW de capacidade instalada, sendo 431,4 MW decorrentes de 3 UHEs e 2 PCHs em operação. Os 255,9 MW em implantação referem-se a 157,2 MW de projetos de geração de fonte hidráulica e 98,7 MW de projetos de geração de fonte eólica.


Transmissão

As Transmissoras da Alupar possuem uma ampla rede nacional de transmissão em operação compostas por linhas aéreas e subestações com níveis de tensão variados. A Alupar participa em 22 empresas transmissoras de energia elétrica no Brasil com prazo de concessão de 30 anos e uma com concessão vitalícia no Chile. Dessas empresas, TNE, ELTE, Lote I e Lote T estão em fase pré-operacional e possuem cronograma de entrada em operação comercial previsto de 2017 a 2019.

ETEM


A ETEM atua na exploração do sistema de transmissão de energia elétrica no Estado de Mato Grosso, cobrindo aproximadamente 235,0 km de linha de 230 kV. Entrou em operação em dezembro de 2011. O objetivo deste sistema é atender a expansão do SIN, através do escoamento do excedente de geração do estado do Mato Grosso e atendimento a região metropolitana de Cuiabá.

ECTE



A ECTE entrou em operação em março de 2002, e atualmente integra o sistema de transmissão de energia elétrica no Estado de Santa Catarina, cobrindo aproximadamente 252,5 km de linhas de transmissão de 525 kV de tensão com duas subestações. Os objetivos deste sistema são assegurar o fornecimento à região Leste e litoral do Estado de Santa Catarina, atender ao crescimento da demanda de energia elétrica da região Sul-Sudeste e possibilitar maior confiabilidade operativa do SIN.

ETSE


A ETSE iniciou suas operações em dezembro de 2014, tendo como objetivos atender à integração da UHE Garibaldi, de 175 MW, e da UHE São Roque, de 214 MW, ao Sistema Interligado Nacional, bem como previsão de integração de diversas PCH com solicitação de acesso ao sistema de distribuição da CELESC. Atender também à expansão do suprimento de energia elétrica à região do Vale do Itajaí.

ETEP


A ETEP entrou em operação em agosto de 2002, e atualmente integra o sistema de transmissão de energia elétrica no Estado do Pará, cobrindo aproximadamente 323,0 km de linhas de transmissão de 500 kV com duas subestações.

ESDE


A ESDE atua na exploração do sistema de transmissão de energia elétrica no Estado de Minas Gerais, contemplando a subestação Santos Dumont em 345 kV. A ESDE iniciou suas operações no primeiro semestre de 2012. Os objetivos deste sistema são atender o crescimento de carga na região sudeste do estado de Minas Gerais e oferecer maior confiabilidade nas operações do SIN.

EATE


A EATE entrou em operação em março de 2003, e atualmente integra o sistema de transmissão de energia elétrica nos Estados do Pará e do Maranhão, cobrindo aproximadamente 924,0 km de linhas de transmissão de 500 kV com 5 subestações, sendo a SE Açailândia de propriedade da empresa. Os objetivos deste sistema são atender à crescente demanda de energia elétrica nas regiões Norte e Nordeste do país, interligar as subestações de Tucuruí, Marabá, Açailândia, Imperatriz e Presidente Dutra, tornando-se o terceiro circuito da interligação Norte-Nordeste e reforçar a conexão entre os sistemas elétricos Sul-Sudeste, Centro-Oeste e Norte-Nordeste, assegurando maior confiabilidade operativa do SIN.

ERTE



A ERTE entrou em operação em setembro de 2004, e atualmente integra o sistema de transmissão de energia elétrica no Estado do Pará, cobrindo aproximadamente 179,0 km de linhas de transmissão de 230 kV com duas subestações. Os objetivos deste sistema são atender à crescente demanda de energia elétrica na região metropolitana de Belém e Nordeste do Estado do Pará e assegurar maior confiabilidade operativa na região.

ENTE


A ENTE entrou em operação em fevereiro de 2005, e atualmente integra o sistema de transmissão de energia elétrica nos Estado do Pará e do Maranhão, cobrindo aproximadamente 464,0 km de linhas de transmissão de 500 kV com três subestações. Os objetivos deste sistema são atender à crescente demanda de energia elétrica nas regiões Norte e Nordeste do país, interligar as subestações de Tucuruí, Marabá, Açailândia, tornando-se o quarto circuito da interligação Norte-Nordeste, viabilizar a transmissão do acréscimo da energia gerada decorrente da expansão da UHE Tucuruí e reforçar a conexão entre os sistemas elétricos Sul-Sudeste, Centro-Oeste e Norte-Nordeste.

EBTE


A EBTE entrou em operação em junho de 2011, e atualmente integra o sistema de transmissão de energia elétrica no Estado do Mato Grosso, cobrindo aproximadamente 775,0 km de linhas de transmissão de 230 kV com cinco subestações. Os objetivos deste sistema são atender à crescente demanda de energia elétrica na região Centro-Oeste do país, possibilitando o escoamento de energia elétrica dos diversos projetos de geração que serão implantados no Estado.

STN


A STN entrou em operação em janeiro de 2006, e atualmente integra o sistema de transmissão de energia elétrica nos Estado do Piauí e do Ceará, cobrindo aproximadamente 541,0 km de linhas de transmissão de 500 kV com três subestações. Os objetivos deste sistema são reforçar o sistema de transporte de energia do Norte para o Nordeste, interligar as subestações de Teresina, Sobral e Fortaleza, assegurando maior confiabilidade operativa do SIN e melhorar as condições de suprimento de energia elétrica nos Estados do Piauí e Ceará.

Transleste


A Transleste entrou em operação em dezembro de 2005, e atualmente integra o sistema de transmissão de energia elétrica no Estado de Minas Gerais, cobrindo aproximadamente 150,0 km de linhas de transmissão de 345 kV com duas subestações, sendo a SE Irapé de propriedade da empresa. Os objetivos deste sistema são interligar a usina hidrelétrica de Irapé, localizada em Minas Gerais, e outras futuras à rede básica do SIN e transportar 584,0 megawatts adicionais para a região Nordeste e para o Estado de Minas Gerais.

Transirapé


A Transirapé entrou em operação em maio de 2007, e integra o sistema de transmissão de energia elétrica no Estado de Minas Gerais, cobrindo aproximadamente 65,0 km de linhas de transmissão de 230 kV com duas subestações, sendo a SE Araçuaí de propriedade da empresa. Os objetivos deste sistema são atender à demanda de energia elétrica regional e melhorar as condições de operação do sistema de transmissão da Região de Reforço, na interligação do sistema local com a linha Irapé-Aracuai 2.

Transudeste


A Transudeste entrou em operação em fevereiro de 2007, e explora o sistema de transmissão de energia elétrica no Estado de Minas Gerais, cobrindo aproximadamente 140,0 km de linhas de transmissão de 345 kV com duas subestações. Os objetivos deste sistema são atender à demanda de energia elétrica regional e melhorar as condições de operação do sistema de transmissão na Região de Suporte, no sudeste de Minas Gerais.

STC


A STC entrou em operação comercial em novembro de 2007, e atualmente integra o sistema de transmissão de energia elétrica no Estado de Santa Catarina, cobrindo aproximadamente 195,0 km de linhas de transmissão de 230 kV com três subestações, sendo duas delas, a SE de Lages e SE Rio do Sul, de propriedade da empresa. Os objetivos deste sistema são implantar as subestações de Lajes e de Rio do Sul interligando-as à subestação Barra Grande (Anita Garibaldi), reforçar o suprimento de energia elétrica na região e assegurar maior confiabilidade nas operações do SIN.

Limitrans


A Lumitrans entrou em operação em outubro de 2007, e atualmente integra o sistema de transmissão de energia elétrica no Estado do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, cobrindo aproximadamente 51,0 km de linhas de transmissão de 525 kV com duas subestações. Os objetivos deste sistema são reforçar o suprimento de energia elétrica na região Sul, interligar as subestações de Machadinho e Campos Novos e oferecer maior confiabilidade nas operações do SIN.

ETES


A ETES atua na exploração do sistema de transmissão de energia elétrica no Estado de Espírito Santo, cobrindo aproximadamente 107,0 km de linhas de transmissão de 230 kV com duas subestações, sendo a SE Verona de propriedade da empresa. A ETES entrou em operação em dezembro de 2008. Os objetivos deste sistema são reforçar o suprimento de energia elétrica na região noroeste do estado do Espírito Santo, bem como interligar as subestações de Mascarenhas e Verona e oferecer maior confiabilidade nas operações do SIN.

TME


A TME atua na exploração do sistema de transmissão de energia elétrica no Estado de Mato Grosso, cobrindo aproximadamente 348,0 km de linha de 500 kV com duas subestações. A TME entrou em operação em novembro de 2011. O objetivo deste sistema é atender a expansão do sistema de transmissão de energia elétrica nos Estados do Acre e Rondônia.

ETVG


A ETVG atua na construção e exploração do sistema de transmissão de energia elétrica no Estado de Mato Grosso, contemplando a subestação Várzea Grande em 230 kV. A ETVG iniciou suas operações no segundo semestre de 2012. O objetivo deste sistema é atender ao crescimento de carga na região do Mato Grosso e oferecer maior confiabilidade nas operações do SIN.

TNE


A TNE conectará Boa Vista ao Sistema Interligado Nacional (SIN), interligando o estado de Roraima ao SIN na subestação Lechuga, no estado do Amazonas, cobrindo aproximadamente 715,0 km de linha de 500 kV, em circuito duplo, com 3 subestações, sendo a SE Equador. Esta empresa foi constituída após o consórcio Boa Vista, composto pela Alupar (51%) e pela Eletronorte (49%), sagrar-se vencedor no leilão 004/2011 realizado pela ANEEL. A TNE iniciará suas operações em 2018, tendo como objetivos principais a redução da geração térmica no estado de Roraima, a possibilidade de escoamento de 700 MW provenientes de usinas hidrelétricas inventariadas no estado de Roraima para o restante do SIN e da comercialização de energia elétrica com a Venezuela.

Transchile


A Transchile atua na construção e exploração do sistema de transmissão de energia elétrica no Chile, cobrindo aproximadamente 200,0 km de linhas de transmissão de 200 kV com duas subestações. Os objetivos deste sistema são atender à crescente demanda de energia elétrica na região Sul do Sistema Interconectado Central do Chile, interligar as subestações de Charrua e Nueva Temuco, assegurando maior confiabilidade nas operações do Sistema Interconectado Central do Chile.

ELTE


A ELTE é composta por duas subestações, Domênico Rangoni e Manoel da Nóbrega, e ainda 38 km de linha de transmissão. O empreendimento será conectado ao Sistema Interligado Nacional e irá reforçar as redes das distribuidoras, além de atender o aumento demanda de energia elétrica da região da baixada santista, composta por nove municípios. O prazo de implantação é de 36 meses a partir da assinatura do contrato de concessão.

LOTE I


Concessão do serviço público de transmissão de energia elétrica através da Linha de Transmissão de 230 kV João Câmara II - João Câmara III circuito 1 e circuito 2, em circuito duplo, com extensão de 10 km por circuito e uma subestação de 500 kV João Câmara III - 500/230 kV (9+1Res) x 300 MVA. Localizada entre os municípios de Parazinho e João Câmara, no Estado do Rio Grande do Norte. O empreendimento será conectado ao Sistema Interligado Nacional e irá reforçar a rede de transmissão da área leste da Região Nordeste, de forma a escoar os potenciais eólicos vislumbrados para essa região. O prazo de implementação é de 42 meses, contados a partir da data de assinatura do Contrato de Concessão.

LOTE T


Concessão do serviço público de transmissão de energia elétrica através da Subestação Rio Novo do Sul - 345/138 kV (6+1Res) x 133,33 MVA. Localizada entre os municípios de Rio Novo do Sul e Itapemirim, no Estado do Espírito Santo. O empreendimento será conectado ao Sistema Interligado Nacional e atenderá à região Sul do Espirito Santo, visando garantir o atendimento ao critério n-1 da Rede Básica e da Rede Básica de Fronteira até o ano de 2022. O prazo de implementação é de 36 meses, contados a partir da data de assinatura do Contrato de Concessão.

Geração

No segmento de geração diversificamos nossa matriz energética investindo em ativos de geração de pequeno e médio porte, tais como UHEs, PCHs e Eólicas, no Brasil, Colômbia e Peru. A Companhia detém as concessões/autorizações de ativos com prazo de 30 a 35 anos no Brasil e vitalício na Colômbia e Peru.


Nossas usinas hidrelétricas e PCHs no Brasil, fazem parte do Mecanismo de Realocação de Energia (“MRE”), mitigando o risco hidrológico e assegurando previsibilidade na geração de caixa de nossos ativos já contratados.


UHE São José 

A Alupar detém o controle da UHE São José, localizada no Rio Ijuí, nos municípios de Salvador das Missões e Rolador, no estado do Rio Grande do Sul, com potência instalada de 51,0 MW. A concessão para a exploração da UHE São José, válida por 35 anos a partir da data de assinatura do contrato de concessão, firmado em 2006. A UHE São José entrou em operação em Março de 2011, contando com duas turbinas, cada uma com potência de geração de 25,5 MW, totalizando uma capacidade de 51,0 MW.

UHE Foz do Rio Claro 

A Alupar detém o controle da UHE Foz do Rio Claro, localizada no Rio Claro, nos municípios de Caçu e São Simão, no Estado de Goiás, com potência instalada de 68,4 MW. A concessão para a exploração da UHE Foz do Rio Claro é válida por 35 anos a partir da data de assinatura do contrato de concessão, que foi firmado em 2006. A UHE Foz do Rio Claro entrou em operação em Agosto de 2010.

UHE Ferreira Gomes

A Alupar detém o controle da UHE Ferreira Gomes, localizada no Rio Araguari, no município de Ferreira Gomes, no Estado do Amapá, com potência instalada de 252 MW. A concessão para a exploração da UHE Ferreira Gomes é válida por 35 anos a partir da data de assinatura do contrato de concessão, que foi firmado em setembro de 2010. A Usina entrou em operação em novembro de 2014 antecipando a operação comercial em relação a data estipulada no contrato de concessão.

UHE La Virgen 

A Alupar detém 65% de La Virgen S.A.C., que possui licença para exploração da UHE La Virgen, localizada na província de Chanchamayo, Peru, com capacidade instalada de 84,0 MW. A expectativa é que a usina entre em operação em 2016, sendo o prazo de concessão vitalício. Sua energia está sendo negociada com consumidores independentes e o volume de energia assegurada é de 49,3MW.

PCH Queluz

A Alupar controla a empresa Usina Paulista Queluz de Energia S.A. que detém a licença para exploração da PCH Queluz, localizada no município de Queluz, no Estado de São Paulo, com potência instalada de 30,0 MW. A autorização para a exploração da PCH Queluz, válida por 30 anos a partir de 7 de abril de 2004. Sua energia foi vendida para um consumidor independente e o volume de energia elétrica contratada a ser disponibilizado será de 21,0 MW médios. A PCH Queluz entrou em operação em Agosto de 2011.

PCH Lavrinhas 

A Alupar controla a Usina Paulista Lavrinhas Energia S.A. que detém a licença para exploração da PCH Lavrinhas, localizada no município de Lavrinhas (SP), com potência instalada de 30,0 MW.
A autorização para a exploração da PCH Lavrinhas, válida por 30 anos a partir de 7 de abril de 2004.
Sua energia foi vendida para um consumidor independente e o volume de energia elétrica contratada a ser disponibilizado será de 21,0 MW médios. A PCH Lavrinhas entrou em operação em Setembro de 2011.

PCH Morro Azul 

A Alupar controla a Risaralda Energia SAS/ESP, que detém a licença para exploração da PCH Morro Azul, localizada no estado de Risaralda, na Colômbia, com potência instalada de 20,2 MW. A construção da PCH Morro Azul teve início em 2014, sendo que a expectativa é de que a usina atinja sua condição de operação plena em 2016. Sua energia está sendo negociada com consumidores independentes e o volume de energia assegurada é de 13,2 MW. Seus acionistas são: Alupar Investimento S.A. e ICCEG SA/ESP.

PCH Verde 08 

A Alupar detém 99,90% de participação na PCH Verde 08, que possui licença para exploração da central hídrica que está localizada no Rio Verde, município de Santa Helena de Goiás, Estado de Goiás, com capacidade instalada de 30,0 MW e energia assegurada de 18,7MW. O contrato de energia da PCH Verde 08 é válido por 30 anos, contados a partir de 01 de janeiro de 2018, encerrando em 2048.

PCH Água Limpa 

A Alupar detém 90% do capital da PCH Água Limpa, que possui licença para exploração da central hídrica que está localizada no Rio Piracicaba, no município de Antônio Dias no Estado de Minas Gerais, com capacidade instalada de 23,0 MW e energia assegurada de 11,9MW. O contrato de energia da PCH Água Limpa é válido por 30 anos, contados a partir de 01 de maio de 2018, encerrando em 2048.

Energia dos Ventos

A Companhia é controladora da Energia dos Ventos S.A (99,99%), que detém a licença para exploração de cinco parques eólicos, com potência instalada de 98,7 MW, no município de Aracati no CE. A previsão é que o complexo esteja concluído em 2016. Informamos que tendo em vista que o prazo para entrada em operação da Energia dos Ventos é uma previsão, o mesmo pode sofrer eventuais alterações


Histórico

A Alupar Investimento S.A. foi constituída em 2006. Entre julho e dezembro de 2007, a Alupar implementou um processo de reorganização societária, por meio de aquisições e investimentos, e passou a deter participações acionárias, que eram controladas pelo Grupo Controlador, nas seguintes empresas de transmissão de energia: EATE, ECTE, ENTE, ERTE, ETEP, ETES, Lumitrans, STC, STN, Transirapé, Transleste e Transudeste, bem como em empresas do segmento de geração de energia entre elas: Foz do Rio Claro, Ijuí, Queluz e Lavrinhas.

Posteriormente obteve as concessões da EBTE, ESDE, ETEM, ETVG, TME, TNE, ETSE, Ferreira Gomes e Energia dos Ventos, através de leilões, realizados pela ANEEL e a autorização para implantação da PCH Morro Azul na Colômbia, entre 2008 e 2011.

Em 2013, a Companhia vendeu energia nos leilões 06/2013 e 10/2013, realizado pela ANEEL das PCHs Verde 08, com 30 MW e Antônio Dias, com 23 MW, respectivamente; além de adquirir a autorização para implantação da UHE La Virgen com 84 MW, localizada no Peru.

Em 2014, a Alupar sagrou-se vencedora do Lote C (ELTE) do Leilão 001/2014 da ANEEL, em que obteve a concessão de instalações de transmissão. Em 2016, a Alupar sagrou-se vencedora dos Lotes I e T do Leilão 13/2015 da ANEEL, em que obteve a concessão de instalações de transmissão. Esta consolidação possibilitou à Alupar deter um total de 5.723 km de linhas de transmissão de energia distribuídas em 23 empresas, e também 10 usinas hidrelétricas com uma capacidade instalada total de 568,6MW e um complexo eólico com cinco parques geradores e capacidade de 98,7 MW.

Em 2016, dos 33 ativos controlados pela Alupar, 24 deles se encontram em operação comercial, sendo 19 de transmissão e 5 de geração hidráulica. Cabe ressaltar que todos os ativos de transmissão e geração em operação foram desenvolvidos e implementados pela Alupar, comprovando a capacidade técnica da Alupar no desenvolvimento de projetos Greenfield.

Transmissão




Geração



Composição Acionária

A Alupar foi registrada na Bolsa de Valores de São Paulo - BM&FBOVESPA no dia 23 de Abril de 2013. Suas UNITS são negociadas sob o código ALUP11 e são compostas por 1 ação ordinária e 2 ações preferenciais (1 UNIT = 1 ON + 2 PN).

O capital social totalmente subscrito e integralizado em 20 de abril de 2016 é de R$1.798.533.199,20 e dividido em ações ordinárias e preferenciais conforme quadro abaixo. Cada ação ordinária dá direito a um voto nas deliberações da Assembleia Geral.


Investidores pessoa física: 3.799
Investidores pessoa jurídica: 337

Fonte 1
Fonte 2

6 comentários:

  1. Uó,

    A Alupar é uma empresa MUITO interessante, assim como a Taesa, porém, infelizmente ambas são unit...

    Caso um dia isso venha a mudar, é bem provável que uma das duas seja parte do meu time!

    O segmento de transmissão é o filé do setor elétrico.

    Abraços!

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    1. Realmente esta questão de unit é complicada, foi um dos motivos de ter tirado esta empresa do radar.

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  2. Bom post e boa empresa. Vou olhar mais de perto.
    Abraços

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    1. No ano passado os lucros não chamaram atenção. Vamos ver como fica este ano.

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  3. Tenho em carteira.

    Uó, confere ao direito de subscrição em bonificação de ALUP12?

    Abs,

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