sábado, 30 de abril de 2016

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Fechamento Mensal - Abril/2016 (Prévia)


Veja meu novo site Aqui 

Olá Colegas!

O mês só termina amanhã mas já comecei fazer o fechamento. Os meus números de Abril foram muito interessantes ao contrário dos números do governo divulgados ontem (relembre aqui). Em meio ao cenário político-econômico deteriorado que estamos enfrentando, a bolsa já subiu quase 50% desde o fundo formado em janeiro! Muitos se perguntam se esta alta é exagerada ou se a queda anterior é que estava irracional. De qualquer forma, sabemos que o mercado sempre reage às expectativas e todo este burburinho a respeito da saída da presidente serviu como catalisador para a recente alta. Temos ainda uma recuperação dos preços das commodities nos mercados internacionais que serve de como elemento ignitor para altas de papéis como Petrobras, Vale e Siderúrgicas.

Na figura abaixo apresento as maiores altas e as maiores quedas no mês dos papéis que tenho em carteira. VALE5 liderou as altas catapultada pela recuperação do preço do minério de ferro na China e pelos bom resultado operacional do primeiro trimestre. Por outro lado o FII XTED11 liderou as quedas do mês chegando a cair quase 50% nesta sexta-feria depois que a Petrobras comunicou a desocupação do prédio em Macaé.


Tive mais um bom mês de operações day-trade com mini-índice. Operei em 15 pregões um total de 20 contratos, coincidentemente os mesmos números do mês passado. Porém, em Março a rentabilidade das operações foi de apenas 0,14% contra 0,59% neste mês. No total, a rentabilidade da conta em Abril foi de 1,23% já considerando a valorização das LFTs que servem com margem operacional da conta. Fechamos o mês então com 10.146,92 reais em caixa.


O gráfico abaixo apresenta a evolução histórica da conta day-trade. A linha verde apresenta os aportes e a linha azul o valor de fechamento mensal.


A conta buy-and-hold Mirae apresentou rentabilidade de 4,69%. O gráfico abaixo apresenta a evolução histórica desta conta. Depois de muitos meses o valor de fechamento superou o valor dos aportes.


A conta buy-and-hold MyCap apresentou rentabilidade de 5,69%. O gráfico abaixo apresenta a evolução histórica desta conta. Esta conta ainda está deficitária uma vez que o valor de fechamento continua abaixo do valores de aportes.


A conta buy-and-hold Rico apresentou rentabilidade de 1,60%. O gráfico abaixo apresenta a evolução histórica desta conta. Das três contas de longo prazo é a melhor posicionada se considerando o valor de fechamento em relação aos aportes.


Outro número interessante em Abril foi o valor dos proventos recebidos. Considerando as distribuições de FIIs e os dividendos, JSCP e BTC de ações foi possível cobrir 45% dos gastos mensais. Um importante passo a caminho da I.F que está estipulada no recebimento de proventos na ordem de 3x os gastos mensais.

Para finalizar, preciso registrar aqui que o blog bateu recorde de acessos em Abril. Nos últimos 4 dias a média diária de acesso ficou em torno de 4.500. No mês os acessos totalizaram 76.580. Abril costuma ser o mês que o blog mais recebe visitas em função da entrega anual da declaração de imposto de renda. Respondi muitas questões ao longo das últimas semanas e espero ter ajudado os colegas. Não sou conhecedor profundo do assunto mas procuro sempre publicar aqui as informações que me são úteis e, por consequência, úteis também para os colegas investidores.


Um bom final de semana!
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sexta-feira, 29 de abril de 2016

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Contas do Governo - Superávit e Déficit Primário (Março/2016)


Veja meu novo site Aqui 

A partir de agora começamos a acompanhar de perto as contas do governo. Foram divulgados ontem os dados de março, diga-se de passagem, nada animadores. O governo central registrou em março o pior resultado da história para o mês, com um déficit de R$ 7,942 bilhões. Até então, o pior desempenho da série histórica - que tem início em 1997 - havia sido o do terceiro mês de 2010, quando o saldo negativo chegou a R$ 4,559 bilhões. Com isso, o resultado primário no primeiro trimestre deste ano foi deficitário em R$ 18,216 bilhões. Essa é a primeira vez na série histórica que o Governo Central tem saldo negativo no acumulado dos primeiros três meses de um ano.

Coletei os dados históricos no site do Tesouro e tracei três gráficos para termos uma noção melhor da situação atual. No gráfico podemos ver a evolução das receitas e despesas mês a mês (os valores antigos já estão ajustados pelo IPCA).


O gráfico abaixo apresenta a evolução das receitas e despesas acumuladas em 12 meses. Este é o gráfico que nos dá uma noção melhor do rombo que começou a se formar nos últimos meses. Vejam que a linha laranja nos dá uma evolução crescente dos gastos do governo e em contra-partida a linha azul apresenta a queda das receitas a partir de novembro de 2014 (coincidentemente o momento em que tivemos a confirmação da continuidade do governo Dilma).


No gráfico abaixo podemos ver o resultado mensal (diferença entre receitas e gastos). Em azul temos o resultado mês a mês e em laranja o resultado acumulado nos 12 últimos meses.


Superávit e Déficit Primário

Afinal, o que é o Superávit e o Déficit Primário? Superávit Primário é o resultado positivo de todas as receitas e despesas do governo, excetuando gastos com pagamento de juros. Já o Déficit Primário ocorre quando esse resultado é negativo.

O resultado primário é importante porque indica a consistência entre as metas de política macroeconômicas e a sustentabilidade da dívida, ou seja, da capacidade do governo de honrar seus compromissos. A formação de superávit primário serve para garantir recursos para pagar os juros da dívida pública e reduzir o endividamento do governo no médio e longo prazos.

No post do próximo mês irei correlacionar estes indicadores com o Produto Interno Bruto. Aguardem.
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quinta-feira, 28 de abril de 2016

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BVMF3: Preço e Lucro


Nos dois últimos posts (relembre aqui e aqui) falamos sobre a história e os principais múltiplos fundamentalistas da BM&F BOVESPA. Neste terceiro e último post sobre esta empresa iremos tratar do preço e sua correlação com o lucro.

Lucro por Ação é obtido pela divisão do lucro líquido do exercício pelo número de ações ordinárias em circulação no final do exercício. Seu propósito é indicar quão lucrativo se apresentou um empreendimento pela utilização dos recursos disponibilizados pelos acionistas. Já o P/L é o indicador que mede a relação entre o preço atual das ações e o lucro por ação acumulado nos últimos quatro trimestres. De forma simplificada, o P/L indica o quanto o investidor está disposto a pagar por Real de lucros. Ou seja, um P/L de 10 indica que o preço atual da ação representa 10 vezes o lucro gerado pela empresa nos últimos quatro trimestres.

No gráfico abaixo, a série cinza apresenta a evolução do P/L da empresa e a série verde apresenta a evolução do Lucro por Ação.


No gráfico abaixo temos na série azul a evolução do preço da ação e na série amarela a evolução do lucro acumulado em 4 trimestres.

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quarta-feira, 27 de abril de 2016

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BVMF3: Crescimento, Patrimônio, Receita, Lucro, Margem, ROE, Caixa e Dívida


Ontem publicamos aqui a história e a composição acionária da BM&F BOVESPA - Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros. Hoje iremos detalhar a evolução do patrimônio, receita, lucro, margem, ROE, dívida e caixa da empresa.

No quadro abaixo temos o crescimento dos principais múltiplos fundamentalistas. A coluna "12 Tri" apresenta o crescimento percentual do trimestre 4T2015 em relação ao trimestre 4T2012. A coluna "8 Tri" apresenta o crescimento percentual do trimestre 4T2015 em relação ao trimestre 4T2013. A coluna "4 Tri" apresenta o crescimento percentual do trimestre 4T2015 em relação ao trimestre 4T2014. A coluna "Último Tri" apresenta o crescimento percentual do trimestre 4T2015 em relação ao trimestre 3T2015.


Patrimônio, Receita, Lucro, Margem e ROE

O quadro abaixo apresenta a tabulação dos valores de patrimônio, receita e lucro coletados nos últimos 5 anos. Em azul estão os valores obtidos dos relatórios trimestrais e em preto os valores acumulados calculados.


O gráfico abaixo apresenta a evolução do lucro trimestral. As barras em azul apresentam o lucro trimestre a trimestre. A linha laranja apresenta o lucro acumulado em 12 meses, ou seja, a soma dos lucros dos 4 últimos trimestres.


O gráfico abaixo apresenta a evolução da margem e do ROE. A margem nos dá a relação entre o lucro acumulado nos 12 últimos meses e a receita acumulada no mesmo período. O ROE nos dá a relação entre o lucro acumulado nos 12 últimos meses e o patrimônio da empresa.


O gráfico abaixo apresenta a evolução do patrimônio e da receita em 12 meses. É um importante indicador analisar se um aumento do patrimônio da empresa está sendo acompanhando por um aumento da receita.


Dívida e Caixa

O quadro abaixo apresenta a tabulação dos valores de caixa e dívida coletados nos últimos 5 anos. Em azul estão os valores obtidos dos relatórios trimestrais e em preto/vermelho os valores acumulados calculados.


O gráfico abaixo apresenta a evolução das dívidas de curto e longo prazo da empresa. É possível notar um ligeiro aumento nos últimos trimestres.


O gráfico abaixo apresenta a evolução das dívidas totais e do caixa. Notem que mesmo com o aumento das dívidas a empresa ainda apresenta caixa positivo.


O gráfico abaixo apresenta a evolução do caixa líquido em relação ao patrimônio e ao lucro dos 12 últimos meses.


Sabemos que esta empresa, apesar de ser um monopólio nacional, não tem apresentado crescimento nos últimos anos, fato este que pode ser explicado pela cenário econômico deteriorado e pela pouca cultura do brasileiro em investir na renda variável. Porém, temos agora a aquisição da CETIP e possivelmente uma melhora futura da economia se ocorrer uma transição de governo. Neste contexto, gostaria de conhecer a opinião dos colegas a respeito.
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terça-feira, 26 de abril de 2016

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BM&F BOVESPA - Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros: História e Composição Acionária


A BM&F BOVESPA S.A. atua como principal instituição brasileira de intermediação para operações no mercado de capitais. A companhia desenvolve, implanta e provê sistemas para negociação de ações, derivativos de ações, derivativos financeiros, títulos de renda fixa, títulos públicos federais, moedas a vista e commodities agropecuárias.

Por meio de suas plataformas, realiza o registro, a compensação e a liquidação de ativos e valores mobiliários negociados em seus ambientes, assim como a listagem de ações e de outros ativos. Atua também como depositária central dos ativos negociados em seus pregões, além de licenciar softwares e índices.

Faz também o controle e o gerenciamento de riscos das operações no plano do investidor final e possui uma robusta estrutura de clearings, de maneira a assegurar o funcionamento eficiente e seguro de seus mercados.

Única bolsa de valores, mercadorias e futuros em operação no Brasil, a BM&F BOVESPA exerce o papel de fomentar o mercado de capitais brasileiro por intermédio de inovações e desenvolvimento de produtos, além de programas de educação para a população. Também gerencia investimentos sociais, com foco no desenvolvimento de comunidades que se relacionam com seu universo.

Criada em 2008 com a fusão da BM&F e da BOVESPA, é uma sociedade de capital aberto, cujas ações (BVMF3) são negociadas no Novo Mercado - segmento em que as empresas assumem compromissos de melhores práticas de governança corporativa.

Histórico

BM&F

A BM&F teve início em janeiro de 1986. Na década de 1990, fortaleceu sua posição no mercado nacional, consolidando-se como o principal centro de negociação de derivativos da América Latina. Com o objetivo de proporcionar um conjunto integrado de serviços adquiriu, em 2002, participação majoritária na Bolsa de Valores do Rio de Janeiro e coordenou a criação da Bolsa Brasileira de Mercadorias. Nesse mesmo ano, completou importantes reformas decorrentes da implantação do novo Sistema de Pagamentos Brasileiro, lançando a Clearing de Câmbio. Em 2004, ampliou seu espaço estratégico de atuação, com o início das atividades da Clearing de Ativos e do Banco BM&F. Em 2007, a BM&F começou o seu processo de desmutualização, preparando-se para a abertura de capital.

Em outubro de 2007, foi firmada parceria com o CME Group envolvendo um investimento cruzado em ações das duas companhias e a criação de uma interligação de rede eletrônica para o roteamento de ordens referentes aos produtos transacionados em seus ambientes de negociação (tanto no segmento BM&F como no segmento BOVESPA).

Ainda em 2007, em 30 de novembro, as ações da BM&F estrearam no Novo Mercado da Bolsa de Valores de São Paulo (BOVESPA), negociadas sob o código BMEF3.

BOVESPA

A história da BOVESPA remonta a 1890, quando foi criada a chamada Bolsa Livre. A partir da década de 1960, a BOVESPA assumiu a característica institucional de bolsa de valores mutualizada e sem fins lucrativos, perfil que perdurou até sua desmutualização em 2007. Ainda, na década de 1960, com o advento de nova regulamentação do mercado de capitais brasileiro, a denominação da BOVESPA foi alterada para Bolsa de Valores de São Paulo.

Outro marco foi a criação do Índice Bovespa (IBOV), em 1968, que tem por finalidade básica servir como indicador médio do comportamento do mercado. O IBOV mantém a integridade de sua série histórica e não sofreu modificações metodológicas desde sua implantação.

No início da década de 1970, o registro de negócios realizado no pregão da BOVESPA foi automatizado e as cotações e demais informações relativas aos valores mobiliários negociados passaram a ser disseminadas de forma eletrônica e imediata. No final dessa década, foi precursora na realização de operações com opções sobre ações no Brasil.

Na década de 1980, dois fatores foram fundamentais para o desenvolvimento da BOVESPA: a criação dos fundos mútuos (ações e previdência) e o início do processo de desmaterialização da custódia, que se tornou, aos poucos, predominantemente escritural, o que contribuiu para a agilidade do procedimento de liquidação dos negócios e para o aumento da liquidez do mercado.

Logo no início da década de 1990, a BOVESPA introduziu, em paralelo ao pregão de viva voz, o sistema eletrônico de negociação de renda variável CATS (Computer Assisted Trading System), desenvolvido pela bolsa de Toronto. Em meados da mesma década, o sistema eletrônico de negociação foi substituído por um avançado sistema adquirido da então bolsa de Paris (atual Nyse Euronext) e foi instituída a Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia (CBLC), que passou a oferecer uma estrutura moderna de câmara de compensação e central depositária, permitindo a participação de instituições bancárias nas atividades de agentes de compensação.

Em 2000, com o objetivo de concentrar toda a negociação de ações do Brasil em um só ambiente, a BOVESPA liderou um programa de integração com as oito demais bolsas de valores brasileiras, passando a ser o único mercado de bolsa para transações de renda variável no Brasil acessado por sociedades corretoras de valores de todo o País. Nesse processo de integração, a BOVESPA adquiriu, por meio da CBLC, a Companhia de Liquidação e Custódia (CLC), então responsável pelos serviços de liquidação e custódia dos valores mobiliários negociados na Bolsa de Valores do Rio de Janeiro.

Ainda em 2000, a BOVESPA lançou os três segmentos especiais de listagem com práticas elevadas de governança corporativa: o Novo Mercado e os Níveis de Governança Corporativa 1 e 2. Em 2001, criou o BOVESPA Fix, uma plataforma eletrônica de negociação de títulos de renda fixa corporativos.

Em 2002, com a aquisição da SOMA, passou a atuar também na negociação de títulos de renda variável no mercado de balcão organizado (MBO), concentrando toda a negociação em mercado organizado de renda variável no Brasil. Em setembro de 2005, a BOVESPA encerrou a realização de negócios por meio do pregão de viva voz, tornando-se um mercado totalmente eletrônico.

Em 28 de agosto de 2007, a sua desmutualização foi aprovada e os detentores de títulos patrimoniais da BOVESPA e de ações da CBLC tornaram-se acionistas da Bovespa Holding. Em outubro de 2007, tiveram início as negociações de ações da BOVESPA Holding no Novo Mercado sob o código BOVH3.

BM&F BOVESPA S.A.


Em 8 de maio de 2008, foi realizada a integração das atividades da BM&F e da BOVESPA Holding, por meio da incorporação das duas empresas pela Nova Bolsa S.A. Houve, então, a alteração da denominação social da Companhia de Nova Bolsa S.A. para BM&F BOVESPA S.A. – Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros, que já nasceu como uma das maiores bolsas do mundo, em termos de valor de mercado.

Linha do Tempo

1890

Fundação da Bolsa Livre, fechada em 1891.

1895

Fundação da Bolsa de Fundos Públicos de São Paulo. As negociações de títulos públicos e de ações eram registradas em enormes quadros-negros de pedra.

1967

Surgimento das sociedades corretoras e do operador de pregão. Bolsa passa a ser chamada de Bolsa de Valores de São Paulo — BOVESPA.

1970

Substituição dos boletos por cartões perfurados. Os negócios da BOVESPA passam a ser registrados eletronicamente.

1986

Início dos pregões da Bolsa Mercantil & de Futuros — BM&F e de sua Clearing de Derivativos.

1990

Bovespa inicia negociações no Sistema de Negociação Eletrônica CATS, em paralelo ao pregão de viva voz.

1997

Implantação do Mega Bolsa da BOVESPA, plataforma tecnológica altamente avançada de processamento de informações.

Celebração de acordo entre BM&F e a Bolsa Brasileira de Futuros (BBF), com o objetivo de consolidar-se como o principal centro de negociação de derivativos do Mercosul.

1999

Lançamento do Home Broker, possibilitando ao investidor transmitir suas ordens diretamente ao Mega Bolsa da Bovespa e o After Market, sessão noturna de negociação eletrônica.

2000

Implantação da plataforma eletrônica de negociação de derivativos GTS da BM&F.

2002

Início das atividades da Clearing de Câmbio da BM&F e da Bolsa Brasileira de Mercadorias; e aquisição de títulos patrimoniais da Bolsa de Valores do Rio de Janeiro — BVRJ.

2007

Desmutualização da Bovespa, que passa a ser chamada Bovespa Holding, e da BM&F, que passa a ser chamada BM&F S.A.

A BOVESPA Holding S.A e a BM&F S.A. obtêm o registro de companhia aberta e realizam oferta pública de ações no Novo Mercado em 26 de outubro de 2007 e em 30 de novembro, respectivamente.

2008

Integração da Bovespa Holding S.A. e BM&F S.A. e criação da BM&F BOVESPA S.A Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros.

Início das negociações das ações da BM&F BOVESPA S.A no Novo Mercado sob o código BVMF3.

2010

Inicio da parceria estratégica preferência global com o CME Group.

2011

Entra em operação a plataforma multimercado PUMA Trading System com os módulos de transações de derivativos e câmbio pronto no segmento BM&F, sendo que o módulo de ações está previsto para ser entregue no segundo semestre de 2012.

Apresentação da arquitetura multiativo e multimercado CORE (Close-Out Risk Evaluation), que vai permitir a gestão de risco consolidada entre diferentes classes de ativos e contratos, garantindo aos usuários de sistemas da Bolsa uma maior eficiência na alocação de capital.

2012

Início da listagem cruzada de mini-contrato de soja e dos contratos futuros do S&P500 denominados em dólar e do Ibovespa futuro na BM&F BOVESPA e no CME Group, respectivamente.

Início da construção do novo Data Center, em Santana de Parnaíba, que visa reorganizar e racionalizar os data centers que a BM&F BOVESPA opera e que resultará numa plataforma de tecnologia mais eficiente, mais segura e com maior capacidade.

Apresentação ao mercado do “IPN”, Programa de Integração da Pós-Negociação da BM&F BOVESPA, para a criação da nova câmara de compensação integrada que consolidará as atividades das clearings de ações e renda fixa privada, derivativos, câmbio e ativos.

2013

Implantação do módulo de ações do PUMA Trading System. Com isso, a plataforma está em operação nos dois principais mercados administradores pela BM&F BOVESPA: o de ações e o de derivativos, que foi finalizado em 2011.

Divulgação da nova metodologia para o cálculo do Índice Bovespa, (“Ibovespa”), com o objetivo de representar com maior exatidão o desempenho do mercado brasileiro, com alteração escalonada em duas etapas implantadas no primeiro semestre de 2014.

2014

Finalização da construção do novo Data Center da BM&F BOVESPA, garantindo maior eficiência e robustez à infraestrutura da Bolsa.

Início da operação da plataforma iBalcão para registro de instrumentos financeiros, tais como CDBs, LCAs, LCIs e COEs.

Implantação da fase de derivativos da nova clearing integrada (“Clearing BM&F BOVESPA”).

Fotografias Históricas


Composição Acionária

O quadro abaixo apresenta a composição acionária atual. Não existe um sócio controlador. A maior parte das ações (71,14%) está em livre circulação no mercado. Os acionistas que possuem maior quantidade de ações são fundos estrangeiros.


O perfil dos investidores é apresentado no quadro abaixo.


Fonte 1
Fonte 2
Fonte 3
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sábado, 23 de abril de 2016

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Bat-Dance


Com a morte do cantor nesta semana me lembrei deste video-clipe, é muito bom... bom fds a todos!

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sexta-feira, 22 de abril de 2016

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ENBR3 - EDP Energias do Brasil: Preço e Lucro


Nos dois últimos posts (relembre aqui e aqui) falamos sobre a história e os principais múltiplos fundamentalistas da EDP Energias do Brasil. Neste terceiro e último post sobre esta empresa iremos tratar do preço e sua correlação com o lucro.

O Lucro por Ação é obtido pela divisão do lucro líquido do exercício pelo número de ações ordinárias em circulação no final do exercício. Seu propósito é indicar quão lucrativo se apresentou um empreendimento pela utilização dos recursos disponibilizados pelos acionistas. Já o P/L é o indicador que mede a relação entre o preço atual das ações e o lucro por ação acumulado nos últimos quatro trimestres. De forma simplificada, o P/L indica o quanto o investidor está disposto a pagar por Real de lucros. Ou seja, um P/L de 10 indica que o preço atual da ação representa 10 vezes o lucro gerado pela empresa nos últimos quatro trimestres.

No gráfico abaixo, a série cinza apresenta a evolução do P/L da empresa e a série verde apresenta a evolução do Lucro por Ação. Notamos que o P/L apresentou queda nos últimos meses em função do aumento dos lucros que não foi acompanhando na mesma proporção por aumento do preço da ação.


No gráfico abaixo temos na série azul a evolução do preço da ação e na série amarela a evolução do lucro acumulado em 4 trimestres. Em geral, um aumento do lucro da empresa é acompanhado de perto pelo aumento do preço da ação (e vice-versa). Isto porque quanto mais lucrativa é uma empresa mais demanda ocorre para suas ações.

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quarta-feira, 20 de abril de 2016

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ENBR3 - EDP Energias do Brasil: Crescimento, Patrimônio, Receita, Lucro, Margem, ROE, Caixa e Dívida


Ontem publicamos aqui a história, estrutura societária e composição acionária da EDP Energias Brasil. Hoje iremos detalhar a evolução do patrimônio, receita, lucro, margem, ROE, dívida e caixa da empresa.

No quadro abaixo temos o crescimento dos principais múltiplos fundamentalistas. A coluna "12 Tri" apresenta o crescimento percentual do trimestre 4T2015 em relação ao trimestre 4T2012. A coluna "8 Tri" apresenta o crescimento percentual do trimestre 4T2015 em relação ao trimestre 4T2013. A coluna "4 Tri" apresenta o crescimento percentual do trimestre 4T2015 em relação ao trimestre 4T2014. A coluna "Último Tri" apresenta o crescimento percentual do trimestre 4T2015 em relação ao trimestre 3T2015.


Notem que os principais múltiplos de desempenho (Lucro, Margem e ROE) apresentam excelentes percentuais de crescimento se comparando o último trimestre de 2015 com os trimestres anteriores.

Patrimônio, Receita, Lucro, Margem e ROE

O quadro abaixo apresenta a tabulação dos valores de patrimônio, receita e lucro coletados nos últimos 5 anos. Em azul estão os valores obtidos dos relatórios trimestrais e em preto os valores acumulados calculados.


O gráfico abaixo apresenta a evolução do lucro trimestral. As barras em azul apresentam o lucro trimestre a trimestre. A linha laranja apresenta o lucro acumulado em 12 meses, ou seja, a soma dos lucros dos 4 últimos trimestres. Vale destacar que a empresa vem tendo lucros consistentes nos últimos anos.


O gráfico abaixo apresenta a evolução da margem e do ROE. A margem nos dá a relação entre o lucro acumulado nos 12 últimos meses e a receita acumulada no mesmo período. O ROE nos dá a relação entre o lucro acumulado nos 12 últimos meses e o patrimônio da empresa. Podemos verificar que a partir de 2013 a empresa tem apresentado significativo crescimento destes múltiplos.


O gráfico abaixo apresenta a evolução do patrimônio e da receita em 12 meses. É interessante notar que o crescimento da receita tem sido superior ao crescimento do patrimônio. Este é um importante indicador de eficiência operacional.


Dívida e Caixa

O quadro abaixo apresenta a tabulação dos valores de caixa e dívida coletados nos últimos 5 anos. Em azul estão os valores obtidos dos relatórios trimestrais e em preto/vermelho os valores acumulados calculados.


O gráfico abaixo apresenta a evolução das dívidas de curto e longo prazo da empresa. No segundo trimestre de 2015 a dívida de longo prazo teve uma alta significativa. Ainda não tive tempo para analisar o relatório deste trimestre para entender o motivo deste aumento. Farei isto em breve.


O gráfico abaixo apresenta a evolução das dívidas totais e do caixa. Em função do aumento das dívidas a partir do segundo trimestre do ano passado o caixa líquido teve uma queda significativa.


O gráfico abaixo apresenta a evolução do caixa líquido em relação ao patrimônio e ao lucro dos 12 últimos meses. Este gráfico é interessante para monitorar o crescimento dos lucros e dos patrimônio em relação às dívidas.

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terça-feira, 19 de abril de 2016

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ENBR3 - EDP Energias do Brasil: História, Estrutura Societária e Composição Acionária



A EDP Energias do Brasil, controlada pela EDP Portugal - uma das principais operadoras europeias no setor energético, é uma holding que detém investimentos no setor de energia elétrica e consolida ativos destinados a geração, distribuição e comercialização de energia no mercado brasileiro. No segmento de geração está presente em sete estados (Espírito Santo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Ceará, Pará e Amapá), e detém 2,7 GW de capacidade instalada. No segmento de distribuição atua em dois estados (São Paulo e Espírito Santo) e atende um total de 3,3 milhões de clientes.

História

1996 

Iniciam-se as operações do Grupo EDP no Brasil, com a aquisição de uma participação minoritária na Cerj (hoje Ampla).

1997 

Grupo EDP no Brasil realiza seu primeiro investimento na área de geração no país ao assumir 25% da hidrelétrica Luís Eduardo Magalhães (Lajeado), no Tocantin

1998 

Aquisição do controle da Bandeirante Energia, em conjunto com a CPFL, no âmbito do processo de desestatização do setor elétrico paulista.

1999 

Aquisição de participação direta e indireta na Iven, veículo controlador da Escelsa e da Enersul.

2000 

Criação da EDP Brasil.

2001

- Concessão para construir a usina de Peixe Angical (TO), com potência de 452 MW, é adquirida.
- Cisão da Bandeirante Energia, com a saída da CPFL do capital social da empresa, a Bandeirante Energia passa a ser controlada unicamente pela EDP Brasil.

2002

Hidrelétrica Lajeado entra em operação plena, com potência de 902,5 MW.

2003

- Peixe Angical retoma obras e Furnas adquire participação de 40% na Enerpeixe, com financiamento do BNDES e de um “pool” de bancos.
- Como primeiro passo de sua reestruturação societária, a então EDP Brasil passa a deter o controle direto da Iven S.A.

2004

Tem início a segunda fase da reestruturação societária, que prepara a migração dos acionistas minoritários das distribuidoras.

2005

- O nome da empresa passa a ser EDP Energias do Brasil.
- Companhia abre o capital mediante oferta pública de ações no Novo Mercado da BM&F Bovespa e capitalização das dívidas em dólar da Escelsa, em operação de quase R$ 1,2 bilhão, a maior do gênero no ano.
 - Processo de reestruturação societária é concluído.
- Negócios de geração e distribuição são segregados no processo de desverticalização dos ativos.

2006

- Obras do aproveitamento hidrelétrico Peixe Angical, no Estado de Tocantins, chegam ao final, com a entrada em operação do primeiro conjunto gerador da usina no mês de junho e o início do funcionamento da última turbina em setembro, totalizando 452 MW de capacidade instalada.
- Iniciada, em outubro, a operação comercial da quarta máquina da UHE Mascarenhas, no Espírito Santo, que passou a adicionar 50 MW de capacidade instalada à usina.
- Ações da Energias do Brasil ingressam no Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE), da BM&F Bovespa.

2007

- Em parceria com a MPX Mineração, adquire a Usina Termelétrica Pecém I, no Ceará, com participações iguais no investimento de US$ 1,3 bilhão, e prevê aumento de 35% na capacidade instalada do grupo.
- PCH São João (29 MW) é inaugurada no Espírito Santo e PCH Santa Fé (25 MW) começa a ser construída no mesmo Estado.

2008

- EDP Energias do Brasil conclui troca de ativos com Grupo Rede adicionando 653 MW à sua capacidade instalada, ao assumir 73% do capital votante da Investco, empresa que opera a Usina Hidrelétrica Luiz Eduardo Magalhães (Lajeado), localizada no Rio Tocantins, e, cede ao Grupo Rede a distribuidora Enersul.
- EDP Energias do Brasil e EDP Renováveis criam subsidiária e definem primeiro investimento eólico no país.

2009

- EDP inicia um ciclo marcado pelo foco de investimento em Geração, pelo reforço da qualidade e eficiência na Distribuição e pela criação de mais valor na Comercialização e Gestão de Energia.
- Ações da EDP Energias do Brasil mantêm-se no índice de sustentabilidade empresarial (ISE) da BM&FBovespa.
- No Espírtito Santo é inaugurada a Usina de Santa Fé; no Tocantins, a licença de operação da Investco é renovada.

2010 

- Como parte do projeto pioneiro de mobilidade elétrica da EDP Energias do Brasil, postos de recarga de veículos são instalados nas cidades de Vitória, Vila Velha, Serra, Guarapari e Cariacica (ES) e em Guarulhos, São José dos Campos e Mogi das Cruzes (SP). Bicicletas elétricas são doadas a órgãos de segurança pública.
- Terceira unidade geradora da UHE Mascarenhas, localizada no Espírito Santo, passa por repotenciação.
- Inaugurado, em outubro, o Centro de Operação da Geração (COG) em Serra, no Espírito Santo. Com tecnologia avançada, o COG centraliza o comando e controle das operações de 14 usinas hidrelétricas de médio e pequeno porte da empresa, que juntas somam 199,30 MW de potência instalada.

2011

- Entra em operação o terceiro parque eólico da EDP Energias do Brasil em parceria com a EDP Renováveis, a EOL Cidreira I em Tramandai - RS, com 70 MW.
- Tem início a construção da recém-adquirida  UHE Santo Antônio do Jari, com 373,4 MW, entre os estados do Pará e Amapá.
- Com demanda 4,5 vezes maior que a prevista, venda de 14% das ações da companhia detidas pela EDP de Portugal arrecada R$ 810,7 milhões.
- EDP Renováveis Brasil, empresa em que a EDP Energias do Brasil detém 45% de participação, vende 57,2 MW médios de energia nova no Leilão A-5, realizado em 20 de dezembro de 2011, por meio de quatro projetos de geração eólica: Baixa do Feijão I, II, III e IV, localizados no estado do Rio Grande do Norte.

2012

- Repotenciação de 4 MW eleva capacidade instalada de UHE Mascarenhas (ES) para 193,5 MW, com última repotenciação prevista para 2013 atingindo potência total de 198,8 MW.
- Anunciada a alienação da participação societária na prestadora de serviços de transmissão de energia Evrecy Participações Ltda., condicionada à obtenção de aprovação prévia da Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL.
- Em 01 de Dezembro de 2012, a Usina Termelétrica Porto do Pecém I recebe autorização da ANEEL para iniciar a operação comercial da primeira unidade geradora, com capacidade instalada de 360 MW. Sendo a EDP Energias do Brasil detentora de 50% do projeto.
- Em 14 de dezembro de 2012, a EDP Energias do Brasil vence no leilão A-5, realizado pela ANEEL, a concessão da Central Hídrica de Cachoeira Caldeirão que será construída no Estado do Amapá, no rio Araguari.

2013

- Repotenciação de 4,5 MW eleva capacidade instalada de UHE Mascarenhas (ES) para 198,0 MW, dessa forma, finalizando o processo de repotenciação da usina.
- Em 10 de maio de 2013, a Usina Termelétrica Porto do Pecém I recebeu autorização da ANEEL para iniciar a operação comercial da segunda unidade geradora, com capacidade instalada de 360 MW. Sendo a EDP Energias do Brasil detentora de 50% do projeto.
- Em 06 de agosto de 2013, a UHE Cachoeira do Caldeirão recebe a licença de instalação para iniciar a construção do empreendimento.
- Em 13 de dezembro de 2013 o Consórcio Terra Nova, constituído em parceria com a Companhia Furnas Centrais Elétricas S.A, vence no leilão A-5, realizado pela ANEEL, a concessão da Central Hídrica de São Manoel que será construída na divisa dos Estados do Mato Grosso e do Pará, no rio Teles Pires.
- Ainda neste leilão, a EDP Renováveis Brasil, empresa em que a EDP Energias do Brasil detém 45% de participação, vende 45 MW médios de energia nova, por meio de quatro projetos de geração eólica: Aroeira, Jericó, Umbuzeiros e Aventura I, localizados no estado do Rio Grande do Norte.

2014

- Assinado o Contrato de Compra e Venda para alienar 33,3% dos direitos de construção da UHE São Manoel para a CWEI Brasil, controlada integralmente pela China Three Gorges.
- UHE Jari entra em operação comercial com 3,5 meses de antecedência.
- Assina acordo de Compra de Ações com a Eneva, com objetivo de adquirir os 50% remanescentes do capital total votante da UTE Pecém I (operação sujeita aprovação).
- EDP Energias do Brasil assina MoU para venda da participação na EDP Renováveis Brasil.

2015

- Conclusão da Aquisição de 50% de Porto do Pecém I pertencentes à Eneva. A EDP Energias do Brasil passa a deter 100% do empreendimento.
- Conclusão da Aquisição da APS Soluções em Energia S.A.
- Conclusão da Venda dos 45% da participação da EDP Energias do Brasil na EDP Renováveis consolidando a posição da Companhia como operador hidrotérmico.

2016

Conclusão da Venda da Pantanal Energética.

Estrutura Societária


Composição Acionária

O grupo EDP é o controlador da empresa com 51% do total de ações. Este controle é constituído pela espanhola Energias de Portugal Investments and Services Sociedad Ltda que detém 35,3% das ações (168.185.223) e pela portuguesa Balwerk - Consultoria Economica e Participações Ltda que detém 15,7% das ações (74.786.742). Em tesouraria estão presentes 0,18% das ações (840.675).


Em circulação (free float) existem atualmente 48,8% das ações. O quadro abaixo apresenta o perfil dos investidores.


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segunda-feira, 18 de abril de 2016

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Radar do Mercado: Como os Papéis estão Reagindo à Aprovação do Impeachment na Câmara...


No post desta manhã (relembre aqui) já tínhamos uma noção de que o resultado da votação do impeachment não traria mais ânimo comprador ao mercado. Esta expectativa se confirmou nos primeiros minutos de leilão dos papéis. A partir das 10 horas, presenciamos uma queda brusca de 2,4% no índice ocasionada provavelmente por um movimento de realização de lucros por parte dos comprados. Porém, a partir da abertura do mercado americano às 10:30, o mercado reverteu o movimento de baixa anterior subindo 2,2% a partir do fundo formado. No atual momento, o IBOV opera com leve alta de 0,1%, praticamente estável depois da forte volatilidade verificada pela manhã.


No dólar a volatilidade foi maior ainda. O contrato futuro subiu incríveis 4,3% desde a abertura até um pico verificado por volta das 10 horas. No momento, a moeda opera em alta de 2,2% em relação ao fechamento de sexta. Nesta manhã, o Banco Central realizou mais um leilão de swap cambial reverso o que contribui para a alta. Além do objetivo de manter a cotação moeda acima de 3,5, o BC tem aproveitado a oportunidade para reduzir seu passivo.


Desempenho dos Papéis 

A maior parte dos meus papéis continua no campo positivo em Abril. As maiores valorizações no dia se hoje são EZTC3 (3,8%), VALE5 (3,43%), AGCX11 (3,4%), SPTW11(2,9%) e SNSL3 (2,7%). Segue abaixo a relação ordenada por valorização no mês.


As maiores quedas do dias são RAPT4 (-5%), VLID3 (-2,7%) e PQDP11 (-2,24%). Segue a lista dos papéis que estão negativos no mês...

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