terça-feira, 31 de maio de 2016

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Fechamento Mensal - Maio/2016 (Prévia)


Veja meu novo site Aqui 

Fala galera!

Mais um mês que se finda... e mais um mês de fortes emoções no nosso querido mercado financeiro. O IBOV deu um corrigida (de leve) e o IFIX continua subindo... subindo... subindo...


O financeiro nas corretoras apresentou pequeno aumento neste mês. Realizei aportes em duas corretoras mas não utilizei o dinheiro para compra de novos ativos pois estou esperando uma correção maior das ações. Porém, o reinvestimento dos proventos recebidos foi executado como de costume nas duas últimas semanas.


A corretora Mirae utilizada para B&H em ações e FIIs apresentou rentabilidade de 0,17% no mês. Nesta conta comprei NATU e PLRI. Vendi um pouco de SAPR. Realizei também a subscrição de 24 RAPT.


A corretora MyCap utilizada para B&H em ações e FIIs apresentou rentabilidade de 1,03% no mês. Nesta conta comprei  LAME, EDFO, PINE, SULA e ANIM. Vendi um pouco de BAUH e MDIA.


A corretora Rico utilizada para B&H em ações e FIIs apresentou rentabilidade de 1,49% no mês. Nesta conta comprei  XTED e EMBR. Porém vendi parte da posição de XTED no fim do mês.


A corretora Walpires utilizada para day-trade em derivativos apresentou rentabilidade de 2,11% sendo que a rentabilidade dos trades foi de 1,13%. Neste mês operei muito pouco, rodei apenas 10 contratos. Desde que comecei a operar no intra-day em janeiro do ano passado este foi o mês que menos operei. Migrei do gráfico de 1 minuto para o gráfico de 15 minutos e com isto o setup deu poucas entradas. Também precisei focar mais nos projetos da minha empresa neste mês o que me fez olhar poucos os gráficos intra-diários.


Este foi uma prévia do fechamento de Maio. No fim de semana preparo o fechamento completo.

Abraço!
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segunda-feira, 30 de maio de 2016

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Ações Ordinárias, Preferenciais, Units e Fundos...


Recentemente recebi o seguinte questionamento de um leitor... 

Uó, pq essa acao tem 11 no final? 11 nao é pra identifiar fii? E pq alguns fiis tem 11b no final? O que é esse b??

Para responder esta questão e aproveitar o ganho para discorrer um pouco mais sobre o tema renda variável, resolvi preparar este post sobre alguns conceitos básicos.

Ações

Ações, também chamadas simplesmente de "papéis", são as parcelas que compõem o capital social de uma empresa, ou seja, são as unidades de títulos emitidas por sociedades anônimas. Quando as ações são emitidas por companhias abertas ou assemelhadas, são negociados em bolsa de valores ou no mercado de balcão.

As ações representam a menor fração do capital social de uma empresa, ou seja, é o resultado da divisão do capital social em partes iguais, sendo o capital social o investimento dos donos na empresa, ou seja, o patrimônio da empresa, esse dinheiro compra máquinas, paga funcionários etc. O capital social, assim, é a própria empresa.

Fonte: Folha 

Na maioria dos mercados mundiais, o investidor que decide ser sócio de uma empresa não precisa se preocupar com qual papel irá comprar. Isto ocorre porque, ao contrário do Brasil, existe somente um tipo de ação para cada empresa listada em bolsa. 

No Brasil as ações estão divididas em dois grupos que se diferenciam basicamente pelos direitos que concedem a seus acionistas.: ações ordinárias e ações preferenciais. Ambos os tipos são nominativas, ou seja, seu detentor é identificado nos livros de registro da empresa.

Ações Ordinárias

Os detentores de ações ordinárias nominativas (ON) têm o direito de votar nas assembleias da empresa. No entanto, na maioria das vezes, eles não têm poder de veto.

O que torna as ações ordinárias mais interessantes para o investidor é o “tag along”. A Lei das Sociedades Anônimas determina que todo acionista com ações ON tenha direito de participar do prêmio de controle. Pela lei, esses acionistas possuem o direito de receber por suas ações no mínimo 80% do valor pago para o controlador em caso de venda da empresa.

Em função da evolução do Novo Mercado da BM&FBOVESPA, a maioria das empresas que tem aberto o capital opta por esse segmento. A principal exigência desse mercado é que o capital social da empresa seja composto somente por ações ordinárias.

Ações Preferenciais

As ações preferenciais nominativas (PN) são aquelas que menos protegem o acionista minoritário, porque não lhe dão o direito de votar em assembleia e ainda, em caso de venda da empresa, não lhe garantem o direito de participar do prêmio de controle.

São ações típicas do mercado brasileiro. Não há ações com essas características em mercados mais desenvolvidos, como o americano, por exemplo. No Brasil, no entanto, são as ações PN as que geralmente têm maior liquidez, porque permitem à empresa emitir ações sem precisar ter sócios com direito a voto. Assim, os controladores não correm o risco de perder o mando da empresa.

A Lei das Sociedades Anônimas limitou a emissão de ações PN. Atualmente, ao constituir uma nova empresa, para cada ação ON a empresa pode emitir apenas uma ação PN. Antes essa relação era de duas ações PN para uma ação ON. 

Os acionistas preferencialistas, como são chamados os detentores de ações PN, contudo, têm preferência no recebimento dos dividendos pagos pela empresa, quando ela tem lucro. A legislação estabelece dividendo mínimo obrigatório para as ações PN. Se a empresa não pagar dividendos por três anos consecutivos, os detentores de ações PN adquirem direito a voto.

Algumas empresas estão alterando seus estatutos com o objetivo de estender às ações PN o “tag along”, que é o direito de participar do prêmio de controle pago ao acionista controlador da empresa, quando da sua venda. No Novo Mercado - segmento da BM&FBovespa para listagem de empresas que se comprometem voluntariamente a adotar práticas diferenciadas de governança corporativa - são admitidas apenas empresas com ações ON.

Units

Units são um conjunto de ações ordinárias e preferenciais negociadas em grupo. Por exemplo, ao comprar uma Unit de uma empresa X você estará comprando 3 ações ON e 4 PN dessa empresa.

Mudança Controle 

Com o tag along, em caso de mudança no controle acionário da empresa, a companhia que está comprando a parte pertencente ao  bloco controlador é obrigada a fazer uma oferta pública de aquisição das ações ordinárias pertencente aos minoritários de, no mínimo, 80% do valor pago pela aquisição das ações do grupo controlador.

Para exemplificar: uma empresa possui suas ações ON distribuídas da seguinte forma: 51% entre o grupo dos controladores, 25% para um fundo de investimentos e os 24% restantes para os acionistas minoritários, ou seja, os investidores que negociam diariamente na Bolsa de Valores. Se uma segunda companhia quiser adquirir esta empresa ela vai precisar, além de fazer uma oferta para o grupo controlador (que detém aqueles 51%), oferecer aos minoritários a compra de suas ações por pelo menos 80% do valor proposto para os controladores. Por isso, em caso de mudança de controle acionário, vemos as ações ON se valorizando muito acima das ações PN. Em alguns casos, o tag along também pode se estender para as ações preferenciais e também pode ser maior do que 80%. Isso vai depender do estatuto de cada empresa. 

Um caso real foi a aquisição da Ipiranga (PTIP) pela Petrobras, Ultrapar e Braskem. Antes da aquisição tornar-se pública, entre 13/03/2007 e 15/03/2007, as ações ordinárias da Ipiranga estavam negociadas entre R$ 27,00 e R$ 30,00, enquanto as ações preferenciais, entre R$ 22,00 e R$ 24,00.  Dia 19/03/2007, quando a operação restou anunciada oficialmente, as ações ON estavam cotadas acima de R$ 52,00 – alta aproximada de 73% –, enquanto as ações PN fecharam em R$ 22,10 – sem qualquer movimentação de relevo.

Essa diferença discrepante, em benefício das ações ON, se deu por força do tag along, pois os detentores aqueles papéis fizeram jus a uma oferta de pelo menos 80% do valor pago ao controlador. Melhor: esse direito já foi considerado pelos operadores nos negócios da ação na bolsa, ocorridos em 19/03/2007, mesmo antes da oferta pública pelas empresas que assumiriam o controle – a cotação já tinha atingido valores aproximados daqueles anunciados para a aquisição das ações dos minoritários. Os detentores das PN foram obrigados a vender suas ações a preços de mercado. Caso não vendessem, quando a operação fosse concluída, poderiam ficar presos numa empresa sem liquidez, portanto, sem possibilidade de negociar na bolsa.

ON ou PN?

Embora a tendência de lançamento de vários tipos ou classes de ações ter sido comum no passado, a situação mudou nos últimos anos. Para aumentar a transparência do mercado e defender de forma mais efetiva o interesse do acionistas minoritários, o mercado brasileiro passou a adotar o princípio de um tipo de ação (ordinária). Além disto, visando melhorar a governança corporativa, as empresas têm realizado programas de conversão de ações preferenciais em ordinárias.


Com o fortalecimento do Novo Mercado, em que apenas companhias com capital formado por ações ordinárias são admitidas, as ações preferenciais perderam importância? Quais pontos devem ser observados para escolher em qual classe de ações investir? VALE3 ou VALE5? PETR3 ou PETR4? ITUB3 ou ITUB4?

Em tese, é melhor investir nas ações ONs do que nas PNs. Mas sempre? A “regra” de que é melhor investir em ações ON deriva das divergências entre preferencialistas e sócios majoritários que são comuns em mudanças de troca de controle e operações societárias como fusão, incorporação e cisão.

No primeiro caso, de troca de controle, os minoritários detentores de ações ON possuem o direito de receber 80% do valor pago aos controladores e os detentores de PN não são contemplados pela lei. Na segunda situação, envolvendo operações societárias, como os minoritários votantes possuem a mesma classe de ações detida pelo sócio majoritário, existe um alinhamento de interesses entre esses acionistas. Assim, as condições impostas às ações ON nessas operações tendem a valer tanto para as ações do controlador quanto para a dos minoritários.

Embora as ONs se beneficiem nas situações citadas acima, esse fato não pode ser o único a ser considerado na tomada de decisão. Esses eventos são episódicos. Assim outros pontos devem ser observados como a liquidez, por exemplo. Ações mais líquidas possuem melhor formação de preço tendo em vista que o “spread” – a diferença entre a oferta de compra e a de venda – tende a ser menor. E no mercado acionário brasileiro, é muito comum que as ações PNs apresentem liquidez muito superior à apresentada pelas ações ordinárias. Logo, a maior liquidez incrementa a demanda pelas ações e não é raro ver as PNs negociando com prêmio sobre as ONs.

Das empresas que abriram capital a partir de 2004, a maioria optou por ter seu capital social constituído apenas por ações ON.  Contudo, a inclusão da companhia no Novo Mercado não é a solução de todos os problemas. Mais importante que isso é perceber a real intenção dos controladores.

Minoritários preferencialistas de WEG e Duratex, por exemplo, não tiveram seus direitos ameaçados quando essas companhias decidiram migrar para o Novo Mercado. Na operação de WEG, a razão de troca de ações PN por ON foi de 1 ação preferencial para cada ação ordinária. Já na operação de Duratex, os acionistas controladores receberam um prêmio de 20% sobre os detentores minoritários votantes e preferencialistas, obedecendo à proporção do direito de “tag along” definido pela lei. 

Numeração

Ações ordinárias são sempre numeradas com final 3 (ex.: ABEV3). Já ações preferenciais podem ser 4, 5 ou 6 de acordo com a classe (ex.: VALE5). No Brasil era comum a emissão de ações preferencias em classes distintas, cada uma com seus próprios direitos e restrições. A diferença entre estas classes é definida no estatuto da empresa.

As Units são representadas com o número 11 após o código da empresa (ex.: ALUP11)

O número 11 também é utilizado para ETFs (ex.: BOVA11) e fundos diversos (ex.: BRCR11 e XPOM11)

Há também outras numerações menos frequentes como:

1 – Representa o direito de subscrição de uma ação ordinária. Um exemplo é o código PETR1, referente ao direito de subscrição da ação ordinária da Petrobrás (PETR3).

2 – Representa o direito de subscrição de uma ação preferencial. Um exemplo é o código BBDC2, referente ao direito de subscrição da ação preferencial do Banco Bradesco (BBDC4).

Acredito ter respondido parte da pergunta do leitor, porém não consegui obter informações a respeito da codificação "B" para FIIs. Se alguém puder complementar o post ficaremos gratos.

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sábado, 28 de maio de 2016

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Biscoito Richester Superiore Cream Cracker Amanteigado


O biscoito Richester Superiore Cream Cracker amanteigado é uma delícia. Se você ainda não experimentou não sabe o que está perdendo. O sabor amanteigado confere a este biscoito um diferencial na degustação. Seu paladar nunca mais será o mesmo depois de sentir este biscoito se desmanchar na sua boca.


Richester é uma história de paixão. Certa vez, Francisco Ivens Dias Branco contava os dias para visitar um de seus filhos. Já fazia um bom tempo que o jovem se dedicava aos estudos no interior de São Paulo. Em breve haveria um curto período de férias, curto demais para ele retornar para sua cidade, mas suficiente para receber a visita do pai. O pai, um apaixonado de plantão, desejava fazer algo especial para essa ocasião. Só que não sabia bem que tipo de coisa seria capaz de representar seu sentimento. Então começou a buscar respostas e foi no fundo da caixinha de lembranças que encontrou a solução. Ao revisitar as paixões de sua vida percebeu uma coisa importante. Fazia muito tempo que não viajava sem sua querida mulher Consuelo. Reviveu na memória o momento de quando se conheceram. Paixão arrebatadora, do tipo que ouriça a pele e arrepia o pelo. Esse sentimento frutificou as paixões de sua vida, seus cinco filhos. Então Ivens estava lá, no meio de uma viagem, com o livro repousado sobre o colo enquanto pensava na vida e bem nessa hora – BANG! – sentiu a inspiração bater forte no peito! Tinha que criar um produto que expressasse toda essa pulsação. Assim nasceu Richester, uma marca que carrega uma dose extra de paixão. A pulsação que bateu com tanta vontade que dobrou o coração. Assim que decidiu, estava decidido! Ivens, que é intenso demais para ser previsível, surpreendeu até quem o conhecia desde a infância. Numa espécie de rompante passional, voltou para casa e convidou sua mulher Consuelo para uma viagem pelos sabores. Assim passaram dias visitando lugares e experimentando ingredientes. Não havia planejamento, apenas uma ideia, ou melhor, um sentimento de pura paixão. Já que Ivens sempre gostou de inventar receitas e inovar em seus produtos, deixou a intuição guiar as combinações de ingredientes e formas de preparo. Guiados pelo coração, os dois se aventuraram em sensação até que deram forma ao primeiro Richester. Antes mesmo da primeira mordida, Ivens ficou fascinado com a apresentação, o aroma, a textura… Quem sabe do que eu estou falando, e estou falando de paixão, sabe que é essa coisa misteriosa e arredia que não pode ser contida. Uma paixão que transborda do peito não iria parar por aí. Dito e feito. Ivens começou a fazer novas receitas para cada uma de suas paixões: Graça, Ivens Jr., Regina, Marcos, Cláudio, além de todos os netos. E assim surgiram as submarcas Superiore, Amori, Escureto e Animados Zoo. Ainda hoje, com um pouco mais de três décadas depois da primeira fornada, Ivens continua levando seus biscoitos sempre vai visitar alguém. O tempo consolidou essa história que preserva o espírito de Richester, com aquela dose a mais de intensidade que toda paixão deve ter.

Um bom fim de semana a todos!

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sexta-feira, 27 de maio de 2016

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ALUP11: Preço e Lucro


Nos dois últimos posts (relembre aqui e aqui) falamos sobre a história e os principais múltiplos fundamentalistas da Alupar. Neste terceiro e último post sobre esta empresa iremos tratar do preço e sua correlação com o lucro.

Lucro por Ação é obtido pela divisão do lucro líquido acumulado nos últimos quatro trimestres pelo número de ações ordinárias em circulação no final deste período. Seu propósito é indicar quão lucrativo se apresentou um empreendimento pela utilização dos recursos disponibilizados pelos acionistas. Já o P/L mede a relação entre o preço atual das ações e o lucro por ação acumulado nos últimos quatro trimestres. De forma simplificada, o P/L indica o quanto o investidor está disposto a pagar por Real de lucros. Ou seja, um P/L de 10 indica que o preço atual da ação representa 10 vezes o lucro gerado pela empresa nos últimos quatro trimestres.

No gráfico abaixo, a série cinza apresenta a evolução do P/L da empresa e a série verde apresenta a evolução do Lucro por Ação.


No gráfico abaixo temos na série azul a evolução do preço da ação e na série amarela a evolução do lucro acumulado em 4 trimestres.

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quinta-feira, 26 de maio de 2016

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ALUP11: Crescimento, Patrimônio, Receita, Lucro, Margem, ROE, Caixa e Dívida


Ontem publiquei aqui a estrutura, história e a composição acionária da Alupar. Hoje será apresentada a evolução do patrimônio, receita, lucro, margem, ROE, dívida e caixa da empresa.

No quadro abaixo temos o crescimento dos principais múltiplos fundamentalistas. A coluna "12 Tri" apresenta o crescimento percentual do trimestre 4T2015 em relação ao trimestre 4T2012. A coluna "8 Tri" apresenta o crescimento percentual do trimestre 4T2015 em relação ao trimestre 4T2013. A coluna "4 Tri" apresenta o crescimento percentual do trimestre 4T2015 em relação ao trimestre 4T2014. A coluna "Último Tri" apresenta o crescimento percentual do trimestre 4T2015 em relação ao trimestre 3T2015.


Patrimônio, Receita, Lucro, Margem e ROE

O quadro abaixo apresenta a tabulação dos valores de patrimônio, receita e lucro coletados nos últimos 5 anos. Em azul estão os valores obtidos dos relatórios trimestrais e em preto os valores acumulados calculados.


O gráfico abaixo apresenta a evolução do lucro trimestral. As barras em azul apresentam o lucro trimestre a trimestre. A linha laranja apresenta o lucro acumulado em 12 meses, ou seja, a soma dos lucros dos 4 últimos trimestres.


O gráfico abaixo apresenta a evolução da margem e do ROE. A margem nos dá a relação entre o lucro acumulado nos 12 últimos meses e a receita acumulada no mesmo período. O ROE nos dá a relação entre o lucro acumulado nos 12 últimos meses e o patrimônio da empresa.


O gráfico abaixo apresenta a evolução do patrimônio e da receita em 12 meses. É um importante indicador analisar se um aumento do patrimônio da empresa está sendo acompanhando por um aumento da receita.


Dívida e Caixa

O quadro abaixo apresenta a tabulação dos valores de caixa e dívida coletados nos últimos 5 anos. Em azul estão os valores obtidos dos relatórios trimestrais e em preto/vermelho os valores acumulados calculados.


O gráfico abaixo apresenta a evolução das dívidas de curto e longo prazo.


O gráfico abaixo apresenta a evolução do caixa.


O gráfico abaixo apresenta a evolução do caixa líquido em relação ao patrimônio e ao lucro dos 12 últimos meses.
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quarta-feira, 25 de maio de 2016

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Alupar: Estrutura, Histórico e Composição Acionária



A Alupar é uma holding de controle nacional privado, com atuação no setor de energia nos segmentos de transmissão e geração. O objetivo do gripo é desenvolver e investir em projetos de infraestrutura relacionados ao setor de energia no Brasil e nos demais países da América Latina. É a maior companhia 100% privada e uma das cinco maiores no segmento de transmissão de energia elétrica no Brasil.

No segmento de transmissão, a Alupar possui a concessão de 23 sistemas de transmissão, totalizando 5.723 km de linhas de transmissão, por meio de concessões com prazo de 30 anos, localizados no Brasil e uma vitalícia no Chile.

Atuante também no segmento de geração, a Alupar detém a concessão/autorização de 10 ativos, que totalizam 687,3 MW de capacidade instalada, sendo 431,4 MW decorrentes de 3 UHEs e 2 PCHs em operação. Os 255,9 MW em implantação referem-se a 157,2 MW de projetos de geração de fonte hidráulica e 98,7 MW de projetos de geração de fonte eólica.


Transmissão

As Transmissoras da Alupar possuem uma ampla rede nacional de transmissão em operação compostas por linhas aéreas e subestações com níveis de tensão variados. A Alupar participa em 22 empresas transmissoras de energia elétrica no Brasil com prazo de concessão de 30 anos e uma com concessão vitalícia no Chile. Dessas empresas, TNE, ELTE, Lote I e Lote T estão em fase pré-operacional e possuem cronograma de entrada em operação comercial previsto de 2017 a 2019.

ETEM


A ETEM atua na exploração do sistema de transmissão de energia elétrica no Estado de Mato Grosso, cobrindo aproximadamente 235,0 km de linha de 230 kV. Entrou em operação em dezembro de 2011. O objetivo deste sistema é atender a expansão do SIN, através do escoamento do excedente de geração do estado do Mato Grosso e atendimento a região metropolitana de Cuiabá.

ECTE



A ECTE entrou em operação em março de 2002, e atualmente integra o sistema de transmissão de energia elétrica no Estado de Santa Catarina, cobrindo aproximadamente 252,5 km de linhas de transmissão de 525 kV de tensão com duas subestações. Os objetivos deste sistema são assegurar o fornecimento à região Leste e litoral do Estado de Santa Catarina, atender ao crescimento da demanda de energia elétrica da região Sul-Sudeste e possibilitar maior confiabilidade operativa do SIN.

ETSE


A ETSE iniciou suas operações em dezembro de 2014, tendo como objetivos atender à integração da UHE Garibaldi, de 175 MW, e da UHE São Roque, de 214 MW, ao Sistema Interligado Nacional, bem como previsão de integração de diversas PCH com solicitação de acesso ao sistema de distribuição da CELESC. Atender também à expansão do suprimento de energia elétrica à região do Vale do Itajaí.

ETEP


A ETEP entrou em operação em agosto de 2002, e atualmente integra o sistema de transmissão de energia elétrica no Estado do Pará, cobrindo aproximadamente 323,0 km de linhas de transmissão de 500 kV com duas subestações.

ESDE


A ESDE atua na exploração do sistema de transmissão de energia elétrica no Estado de Minas Gerais, contemplando a subestação Santos Dumont em 345 kV. A ESDE iniciou suas operações no primeiro semestre de 2012. Os objetivos deste sistema são atender o crescimento de carga na região sudeste do estado de Minas Gerais e oferecer maior confiabilidade nas operações do SIN.

EATE


A EATE entrou em operação em março de 2003, e atualmente integra o sistema de transmissão de energia elétrica nos Estados do Pará e do Maranhão, cobrindo aproximadamente 924,0 km de linhas de transmissão de 500 kV com 5 subestações, sendo a SE Açailândia de propriedade da empresa. Os objetivos deste sistema são atender à crescente demanda de energia elétrica nas regiões Norte e Nordeste do país, interligar as subestações de Tucuruí, Marabá, Açailândia, Imperatriz e Presidente Dutra, tornando-se o terceiro circuito da interligação Norte-Nordeste e reforçar a conexão entre os sistemas elétricos Sul-Sudeste, Centro-Oeste e Norte-Nordeste, assegurando maior confiabilidade operativa do SIN.

ERTE



A ERTE entrou em operação em setembro de 2004, e atualmente integra o sistema de transmissão de energia elétrica no Estado do Pará, cobrindo aproximadamente 179,0 km de linhas de transmissão de 230 kV com duas subestações. Os objetivos deste sistema são atender à crescente demanda de energia elétrica na região metropolitana de Belém e Nordeste do Estado do Pará e assegurar maior confiabilidade operativa na região.

ENTE


A ENTE entrou em operação em fevereiro de 2005, e atualmente integra o sistema de transmissão de energia elétrica nos Estado do Pará e do Maranhão, cobrindo aproximadamente 464,0 km de linhas de transmissão de 500 kV com três subestações. Os objetivos deste sistema são atender à crescente demanda de energia elétrica nas regiões Norte e Nordeste do país, interligar as subestações de Tucuruí, Marabá, Açailândia, tornando-se o quarto circuito da interligação Norte-Nordeste, viabilizar a transmissão do acréscimo da energia gerada decorrente da expansão da UHE Tucuruí e reforçar a conexão entre os sistemas elétricos Sul-Sudeste, Centro-Oeste e Norte-Nordeste.

EBTE


A EBTE entrou em operação em junho de 2011, e atualmente integra o sistema de transmissão de energia elétrica no Estado do Mato Grosso, cobrindo aproximadamente 775,0 km de linhas de transmissão de 230 kV com cinco subestações. Os objetivos deste sistema são atender à crescente demanda de energia elétrica na região Centro-Oeste do país, possibilitando o escoamento de energia elétrica dos diversos projetos de geração que serão implantados no Estado.

STN


A STN entrou em operação em janeiro de 2006, e atualmente integra o sistema de transmissão de energia elétrica nos Estado do Piauí e do Ceará, cobrindo aproximadamente 541,0 km de linhas de transmissão de 500 kV com três subestações. Os objetivos deste sistema são reforçar o sistema de transporte de energia do Norte para o Nordeste, interligar as subestações de Teresina, Sobral e Fortaleza, assegurando maior confiabilidade operativa do SIN e melhorar as condições de suprimento de energia elétrica nos Estados do Piauí e Ceará.

Transleste


A Transleste entrou em operação em dezembro de 2005, e atualmente integra o sistema de transmissão de energia elétrica no Estado de Minas Gerais, cobrindo aproximadamente 150,0 km de linhas de transmissão de 345 kV com duas subestações, sendo a SE Irapé de propriedade da empresa. Os objetivos deste sistema são interligar a usina hidrelétrica de Irapé, localizada em Minas Gerais, e outras futuras à rede básica do SIN e transportar 584,0 megawatts adicionais para a região Nordeste e para o Estado de Minas Gerais.

Transirapé


A Transirapé entrou em operação em maio de 2007, e integra o sistema de transmissão de energia elétrica no Estado de Minas Gerais, cobrindo aproximadamente 65,0 km de linhas de transmissão de 230 kV com duas subestações, sendo a SE Araçuaí de propriedade da empresa. Os objetivos deste sistema são atender à demanda de energia elétrica regional e melhorar as condições de operação do sistema de transmissão da Região de Reforço, na interligação do sistema local com a linha Irapé-Aracuai 2.

Transudeste


A Transudeste entrou em operação em fevereiro de 2007, e explora o sistema de transmissão de energia elétrica no Estado de Minas Gerais, cobrindo aproximadamente 140,0 km de linhas de transmissão de 345 kV com duas subestações. Os objetivos deste sistema são atender à demanda de energia elétrica regional e melhorar as condições de operação do sistema de transmissão na Região de Suporte, no sudeste de Minas Gerais.

STC


A STC entrou em operação comercial em novembro de 2007, e atualmente integra o sistema de transmissão de energia elétrica no Estado de Santa Catarina, cobrindo aproximadamente 195,0 km de linhas de transmissão de 230 kV com três subestações, sendo duas delas, a SE de Lages e SE Rio do Sul, de propriedade da empresa. Os objetivos deste sistema são implantar as subestações de Lajes e de Rio do Sul interligando-as à subestação Barra Grande (Anita Garibaldi), reforçar o suprimento de energia elétrica na região e assegurar maior confiabilidade nas operações do SIN.

Limitrans


A Lumitrans entrou em operação em outubro de 2007, e atualmente integra o sistema de transmissão de energia elétrica no Estado do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, cobrindo aproximadamente 51,0 km de linhas de transmissão de 525 kV com duas subestações. Os objetivos deste sistema são reforçar o suprimento de energia elétrica na região Sul, interligar as subestações de Machadinho e Campos Novos e oferecer maior confiabilidade nas operações do SIN.

ETES


A ETES atua na exploração do sistema de transmissão de energia elétrica no Estado de Espírito Santo, cobrindo aproximadamente 107,0 km de linhas de transmissão de 230 kV com duas subestações, sendo a SE Verona de propriedade da empresa. A ETES entrou em operação em dezembro de 2008. Os objetivos deste sistema são reforçar o suprimento de energia elétrica na região noroeste do estado do Espírito Santo, bem como interligar as subestações de Mascarenhas e Verona e oferecer maior confiabilidade nas operações do SIN.

TME


A TME atua na exploração do sistema de transmissão de energia elétrica no Estado de Mato Grosso, cobrindo aproximadamente 348,0 km de linha de 500 kV com duas subestações. A TME entrou em operação em novembro de 2011. O objetivo deste sistema é atender a expansão do sistema de transmissão de energia elétrica nos Estados do Acre e Rondônia.

ETVG


A ETVG atua na construção e exploração do sistema de transmissão de energia elétrica no Estado de Mato Grosso, contemplando a subestação Várzea Grande em 230 kV. A ETVG iniciou suas operações no segundo semestre de 2012. O objetivo deste sistema é atender ao crescimento de carga na região do Mato Grosso e oferecer maior confiabilidade nas operações do SIN.

TNE


A TNE conectará Boa Vista ao Sistema Interligado Nacional (SIN), interligando o estado de Roraima ao SIN na subestação Lechuga, no estado do Amazonas, cobrindo aproximadamente 715,0 km de linha de 500 kV, em circuito duplo, com 3 subestações, sendo a SE Equador. Esta empresa foi constituída após o consórcio Boa Vista, composto pela Alupar (51%) e pela Eletronorte (49%), sagrar-se vencedor no leilão 004/2011 realizado pela ANEEL. A TNE iniciará suas operações em 2018, tendo como objetivos principais a redução da geração térmica no estado de Roraima, a possibilidade de escoamento de 700 MW provenientes de usinas hidrelétricas inventariadas no estado de Roraima para o restante do SIN e da comercialização de energia elétrica com a Venezuela.

Transchile


A Transchile atua na construção e exploração do sistema de transmissão de energia elétrica no Chile, cobrindo aproximadamente 200,0 km de linhas de transmissão de 200 kV com duas subestações. Os objetivos deste sistema são atender à crescente demanda de energia elétrica na região Sul do Sistema Interconectado Central do Chile, interligar as subestações de Charrua e Nueva Temuco, assegurando maior confiabilidade nas operações do Sistema Interconectado Central do Chile.

ELTE


A ELTE é composta por duas subestações, Domênico Rangoni e Manoel da Nóbrega, e ainda 38 km de linha de transmissão. O empreendimento será conectado ao Sistema Interligado Nacional e irá reforçar as redes das distribuidoras, além de atender o aumento demanda de energia elétrica da região da baixada santista, composta por nove municípios. O prazo de implantação é de 36 meses a partir da assinatura do contrato de concessão.

LOTE I


Concessão do serviço público de transmissão de energia elétrica através da Linha de Transmissão de 230 kV João Câmara II - João Câmara III circuito 1 e circuito 2, em circuito duplo, com extensão de 10 km por circuito e uma subestação de 500 kV João Câmara III - 500/230 kV (9+1Res) x 300 MVA. Localizada entre os municípios de Parazinho e João Câmara, no Estado do Rio Grande do Norte. O empreendimento será conectado ao Sistema Interligado Nacional e irá reforçar a rede de transmissão da área leste da Região Nordeste, de forma a escoar os potenciais eólicos vislumbrados para essa região. O prazo de implementação é de 42 meses, contados a partir da data de assinatura do Contrato de Concessão.

LOTE T


Concessão do serviço público de transmissão de energia elétrica através da Subestação Rio Novo do Sul - 345/138 kV (6+1Res) x 133,33 MVA. Localizada entre os municípios de Rio Novo do Sul e Itapemirim, no Estado do Espírito Santo. O empreendimento será conectado ao Sistema Interligado Nacional e atenderá à região Sul do Espirito Santo, visando garantir o atendimento ao critério n-1 da Rede Básica e da Rede Básica de Fronteira até o ano de 2022. O prazo de implementação é de 36 meses, contados a partir da data de assinatura do Contrato de Concessão.

Geração

No segmento de geração diversificamos nossa matriz energética investindo em ativos de geração de pequeno e médio porte, tais como UHEs, PCHs e Eólicas, no Brasil, Colômbia e Peru. A Companhia detém as concessões/autorizações de ativos com prazo de 30 a 35 anos no Brasil e vitalício na Colômbia e Peru.


Nossas usinas hidrelétricas e PCHs no Brasil, fazem parte do Mecanismo de Realocação de Energia (“MRE”), mitigando o risco hidrológico e assegurando previsibilidade na geração de caixa de nossos ativos já contratados.


UHE São José 

A Alupar detém o controle da UHE São José, localizada no Rio Ijuí, nos municípios de Salvador das Missões e Rolador, no estado do Rio Grande do Sul, com potência instalada de 51,0 MW. A concessão para a exploração da UHE São José, válida por 35 anos a partir da data de assinatura do contrato de concessão, firmado em 2006. A UHE São José entrou em operação em Março de 2011, contando com duas turbinas, cada uma com potência de geração de 25,5 MW, totalizando uma capacidade de 51,0 MW.

UHE Foz do Rio Claro 

A Alupar detém o controle da UHE Foz do Rio Claro, localizada no Rio Claro, nos municípios de Caçu e São Simão, no Estado de Goiás, com potência instalada de 68,4 MW. A concessão para a exploração da UHE Foz do Rio Claro é válida por 35 anos a partir da data de assinatura do contrato de concessão, que foi firmado em 2006. A UHE Foz do Rio Claro entrou em operação em Agosto de 2010.

UHE Ferreira Gomes

A Alupar detém o controle da UHE Ferreira Gomes, localizada no Rio Araguari, no município de Ferreira Gomes, no Estado do Amapá, com potência instalada de 252 MW. A concessão para a exploração da UHE Ferreira Gomes é válida por 35 anos a partir da data de assinatura do contrato de concessão, que foi firmado em setembro de 2010. A Usina entrou em operação em novembro de 2014 antecipando a operação comercial em relação a data estipulada no contrato de concessão.

UHE La Virgen 

A Alupar detém 65% de La Virgen S.A.C., que possui licença para exploração da UHE La Virgen, localizada na província de Chanchamayo, Peru, com capacidade instalada de 84,0 MW. A expectativa é que a usina entre em operação em 2016, sendo o prazo de concessão vitalício. Sua energia está sendo negociada com consumidores independentes e o volume de energia assegurada é de 49,3MW.

PCH Queluz

A Alupar controla a empresa Usina Paulista Queluz de Energia S.A. que detém a licença para exploração da PCH Queluz, localizada no município de Queluz, no Estado de São Paulo, com potência instalada de 30,0 MW. A autorização para a exploração da PCH Queluz, válida por 30 anos a partir de 7 de abril de 2004. Sua energia foi vendida para um consumidor independente e o volume de energia elétrica contratada a ser disponibilizado será de 21,0 MW médios. A PCH Queluz entrou em operação em Agosto de 2011.

PCH Lavrinhas 

A Alupar controla a Usina Paulista Lavrinhas Energia S.A. que detém a licença para exploração da PCH Lavrinhas, localizada no município de Lavrinhas (SP), com potência instalada de 30,0 MW.
A autorização para a exploração da PCH Lavrinhas, válida por 30 anos a partir de 7 de abril de 2004.
Sua energia foi vendida para um consumidor independente e o volume de energia elétrica contratada a ser disponibilizado será de 21,0 MW médios. A PCH Lavrinhas entrou em operação em Setembro de 2011.

PCH Morro Azul 

A Alupar controla a Risaralda Energia SAS/ESP, que detém a licença para exploração da PCH Morro Azul, localizada no estado de Risaralda, na Colômbia, com potência instalada de 20,2 MW. A construção da PCH Morro Azul teve início em 2014, sendo que a expectativa é de que a usina atinja sua condição de operação plena em 2016. Sua energia está sendo negociada com consumidores independentes e o volume de energia assegurada é de 13,2 MW. Seus acionistas são: Alupar Investimento S.A. e ICCEG SA/ESP.

PCH Verde 08 

A Alupar detém 99,90% de participação na PCH Verde 08, que possui licença para exploração da central hídrica que está localizada no Rio Verde, município de Santa Helena de Goiás, Estado de Goiás, com capacidade instalada de 30,0 MW e energia assegurada de 18,7MW. O contrato de energia da PCH Verde 08 é válido por 30 anos, contados a partir de 01 de janeiro de 2018, encerrando em 2048.

PCH Água Limpa 

A Alupar detém 90% do capital da PCH Água Limpa, que possui licença para exploração da central hídrica que está localizada no Rio Piracicaba, no município de Antônio Dias no Estado de Minas Gerais, com capacidade instalada de 23,0 MW e energia assegurada de 11,9MW. O contrato de energia da PCH Água Limpa é válido por 30 anos, contados a partir de 01 de maio de 2018, encerrando em 2048.

Energia dos Ventos

A Companhia é controladora da Energia dos Ventos S.A (99,99%), que detém a licença para exploração de cinco parques eólicos, com potência instalada de 98,7 MW, no município de Aracati no CE. A previsão é que o complexo esteja concluído em 2016. Informamos que tendo em vista que o prazo para entrada em operação da Energia dos Ventos é uma previsão, o mesmo pode sofrer eventuais alterações


Histórico

A Alupar Investimento S.A. foi constituída em 2006. Entre julho e dezembro de 2007, a Alupar implementou um processo de reorganização societária, por meio de aquisições e investimentos, e passou a deter participações acionárias, que eram controladas pelo Grupo Controlador, nas seguintes empresas de transmissão de energia: EATE, ECTE, ENTE, ERTE, ETEP, ETES, Lumitrans, STC, STN, Transirapé, Transleste e Transudeste, bem como em empresas do segmento de geração de energia entre elas: Foz do Rio Claro, Ijuí, Queluz e Lavrinhas.

Posteriormente obteve as concessões da EBTE, ESDE, ETEM, ETVG, TME, TNE, ETSE, Ferreira Gomes e Energia dos Ventos, através de leilões, realizados pela ANEEL e a autorização para implantação da PCH Morro Azul na Colômbia, entre 2008 e 2011.

Em 2013, a Companhia vendeu energia nos leilões 06/2013 e 10/2013, realizado pela ANEEL das PCHs Verde 08, com 30 MW e Antônio Dias, com 23 MW, respectivamente; além de adquirir a autorização para implantação da UHE La Virgen com 84 MW, localizada no Peru.

Em 2014, a Alupar sagrou-se vencedora do Lote C (ELTE) do Leilão 001/2014 da ANEEL, em que obteve a concessão de instalações de transmissão. Em 2016, a Alupar sagrou-se vencedora dos Lotes I e T do Leilão 13/2015 da ANEEL, em que obteve a concessão de instalações de transmissão. Esta consolidação possibilitou à Alupar deter um total de 5.723 km de linhas de transmissão de energia distribuídas em 23 empresas, e também 10 usinas hidrelétricas com uma capacidade instalada total de 568,6MW e um complexo eólico com cinco parques geradores e capacidade de 98,7 MW.

Em 2016, dos 33 ativos controlados pela Alupar, 24 deles se encontram em operação comercial, sendo 19 de transmissão e 5 de geração hidráulica. Cabe ressaltar que todos os ativos de transmissão e geração em operação foram desenvolvidos e implementados pela Alupar, comprovando a capacidade técnica da Alupar no desenvolvimento de projetos Greenfield.

Transmissão




Geração



Composição Acionária

A Alupar foi registrada na Bolsa de Valores de São Paulo - BM&FBOVESPA no dia 23 de Abril de 2013. Suas UNITS são negociadas sob o código ALUP11 e são compostas por 1 ação ordinária e 2 ações preferenciais (1 UNIT = 1 ON + 2 PN).

O capital social totalmente subscrito e integralizado em 20 de abril de 2016 é de R$1.798.533.199,20 e dividido em ações ordinárias e preferenciais conforme quadro abaixo. Cada ação ordinária dá direito a um voto nas deliberações da Assembleia Geral.


Investidores pessoa física: 3.799
Investidores pessoa jurídica: 337

Fonte 1
Fonte 2
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