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Opa,
Estou "um pouco" atrasado com este post sobre o imposto de renda do exercício deste ano (ano calendário 2014) mas muitas pessoas ainda não entregaram a declaração (síndrome do estudante). Na verdade este post é um compilado dos posts que eu fiz ano passado e pode ser útil para quem ainda tem dúvidas.
À meia-noite de amanhã, 30 de abril, termina o prazo para o envio sem multa. O contribuinte não precisa preencher todo o formulário agora, mas se não enviar nenhuma informação ao governo, será penalizado. Até as 17 horas de hoje, 4,3 milhões (15,6%) não haviam transmitido suas declarações. Segue o compilado...
Como Preencher DARF - Venda de FIIs
Programa de Declaração do Imposto de Renda de Pessoa Física - Dicas Operacionais
Bonificação em Ações - Como Declarar?
Declaração de Imposto de Renda - Dicas Básicas
Como Declarar Tesouro Direto
Como Declarar Ações - Saldo
Como Declarar Ações - Operações de Venda
Como Declarar Ações - Recebimento de Dividendos
Como Declarar Ações - Recebimento de Juros sobre Capital Próprio
Como Declarar Ações - Recebimento de Aluguel
Como Declarar Lucro/Prejuízo de Vendas de Cotas de Fundos de Investimentos Imobiliários
Como Declarar Cotas de Fundos de Investimento Imobiliário
Como Declarar Distribuições de Rendimentos de Fundos de Investimento Imobiliário
Dicas para não Cair na Malha Fina
Cair na malha fina da Receita Federal e, consequentemente, ter protelada para o fim da fila a restituição do Imposto de Renda é uma das principais preocupações de quem está fazendo a declaração. Segundo balanço da Receita Federal do IR 2014, a omissão de rendimento é responsável por 52% dos contribuinte que caem em malha fina, seguida pela declaração de recibos médicos (20% das retenções).
No ano passado minha esposa caiu na malha fina porque paguei erroneamente uma DARF de imposto sobre venda de ações com o meu CPF em vez do dela. Mesmo sendo um valor muito pequeno, este simples erro de digitação foi suficiente para colocá-la na malha fina. Abaixo listo algumas dicas importante para fugir da malha fina.
Cuidado com a digitação: Muitos erros passam pelo arredondamento de centavos ou erro de CNPJ. Se o número não bater com o que consta na Receita, o sistema acusa inconsistência.
Não omita rendimentos: É importante lançar todos, inclusive dos dependentes. Quem aluga algum tipo de imóvel também não pode deixar de declarar.
As despesas precisam conferir: As médicas devem ser lançadas de acordo com as notas fiscais ou recibos, pois a Receita costuma utilizar esses dados para fazer cruzamento de informações.
Não esqueça das aplicações: É preciso listar todas as instituições financeiras nas quais o contribuinte possui conta bancária ou investimento. Além dos saldos, é preciso informar os rendimentos.
Lembre-se dos bens: Devem ser declaradas ações ou cotas de empresas cujo custo de aquisição seja maior que R$ 1 mil, estoque de ouro ou ativo financeiro (a partir de R$ 1 mil) e todos bens móveis cujo valor de aquisição seja superior a R$ 5 mil.
Bem vendido, ganho declarado: Os bens vendidos ou doados durante o ano devem ser apresentados na declaração. A venda de imóveis com ganho de capital está sujeita à alíquota de 15%.
Aposentados seguem o mesmo padrão: Um erro comum é que aposentados com mais de 65 anos declararem na ficha de rendimentos isentos e não tributáveis valores que superem ao permitido. Esses valores devem ser declarados como tributáveis
Informe todas as fontes pagadoras: O contribuinte com mais de uma fonte pagadora não pode deixar de informar todos os valores recebidos (salários, pró labore, aluguéis etc), pois a Receita Federal fica sabendo com antecedência qual foi a renda de cada um.
Não omita nenhum rendimento: Lançar todos os rendimentos, inclusive dos dependentes, independentemente dos valores auferidos, é uma das etapas mais importante na hora de declarar. Quem aluga algum tipo de imóvel também não pode deixar de declarar os valores recebidos. A sonegação fiscal não apenas é crime contra a ordem tributária, como também é punido com multa de 150% (podendo chegar a 225% caso o contribuinte não colabore com a fiscalização). Além disso, desde 2012, a utilização de recursos oriundos da sonegação pode ser entendida como lavagem de dinheiro, que é outro crime.
Informe rendimentos de dependentes: O contribuinte não pode informar uma pessoa como dependente quando ela já está como dependente em outra declaração do IR. É importante não esquecer também de lançar os rendimentos dos dependentes. Muitos contribuintes não observam as condições estabelecidas pela Receita para que possam ser declarados dependentes.
Não informe despesas médicas diferentes dos recibos: Embora não haja limite para dedução deste item, as despesas médicas devem ser lançadas de acordo com as notas fiscais ou recibos, pois a Receita costuma utilizar esses dados para fazer cruzamento de informações. Por exemplo, você declara que pagou ao seu dentista R$ 6 mil, e o profissional declara que recebeu apenas R$ 2 mil. A empresa declara que te pagou como profissional liberal R$ 20 mil você declara que recebeu apenas R$ 5 mil. Vale lembrar ainda que valores reembolsados pelos planos de saúde não podem ser abatidos.
Não inclua gastos que estejam fora da lista de deduções: Algumas despesas não são dedutíveis do IR e por isso não devem ser lançadas como, por exemplo, gastos com cursos de idiomas, tratamentos estéticos e despesas médicas de terceiros que não sejam seus dependentes, entre outras.
Declare bens e doações: É obrigatório lançar todos os bens e direitos, detalhadamente. Pelas regras, devem ser declarados: contas bancárias e aplicações financeiras maiores que R$ 140; todos os veículos automotores; ações ou cotas de empresas cujo custo de aquisição seja maior que R$ 1 mil; estoque de ouro ou ativo financeiro, a partir de R$ 1 mil; e todos bens móveis cujo valor de aquisição seja superior a R$ 5 mil. Automóveis doado pelos pais a seus filhos também devem ser declarados. Ele lembra ainda que as doações devem ser declaradas tanto pelo doador como pelo recebedor. Elas estão isentas de imposto de renda, porém podem estar sujeitas a tributação estadual, imposto sobre transmissão causa mortis e doação de quaisquer bens e direitos.
O crescimento patrimonial deve ser compatível com a renda: A Receita leva em conta que parte da renda declarada é consumida em gastos declarados e outros despesas necessário à manutenção e sobrevivência do contribuinte e de sua família. Nesse sentido, o aumento do patrimônio precisa ser compatível com o da renda. Se uma pessoa declara ter tido uma renda anual total de R$ 60 mil, e seu crescimento patrimonial foi de R$ 58 mil, por exemplo, há uma chance grande de sua declaração ir para a malha fina para ela se explicar como conseguiu viver o ano inteiro com R$ 2 mil.
Casal que tem rendimentos de aluguel e declara a renda 50% para cada um, sem elaborar o contrato de locação correto nas imobiliárias: Caso a imobiliária não seja avisada que cada componente do casal vai declarar 50% dos rendimentos em sua declaração e coloque o valor total recebido em apenas um CPF na DIMOB, gera conflito de informações e a Receita deixa em malha fina. Nesse caso, a imobiliária tem de informar os dois CPFs e 50% de recebimento de aluguel de cada um. Se o locatário não tiver imobiliária intermediando o aluguel, precisa recolher carnê-leão mensalmente, cada um informando 50% do rendimento.
Contribuintes que apresentam rendimentos recebidos de pessoas físicas ou pensão alimentícia acima do valor de isenção do IR (R$ 1.787,77 por mês) e não faz o recolhimento mensal, conhecido como carnê-leão: Para quem paga a pensão (homologada na Justiça) essa é um despesa dedutível e é paga em dinheiro. Quem recebe a pensão, precisa recolher o carnê-leão mensalmente, informando que recebeu de pessoa física aquele valor. Se o valor estiver acima do limite de isenção da tabela mensal (R$ 1.787,77), a pessoa que recebe a pensão estará sujeita ao recolhimento do IR via carnê-leão e deve apresentar essa informações na declaração, com o código 01-90. Só valores recebidos em dinheiro devem ser declarados no carnê-leão por quem recebe.
Quando o declarante não informa o valor correto de seus pagamentos de planos de Previdência Privada PGBL e VGBL: A Receita cruza as informações prestadas pelo contribuinte com as informações sobre os pagamentos feitos no ano, que as Seguradoras e Empresas de Previdência Privada informam na DIRF à Receita Federal. Coutinho indica que, caso isso aconteça, o declarante deverá solicitar à seguradora ou empresa de previdência privada o extrato anual com os valores de suas contribuições para os planos de Previdência e retificar a sua declaração, informando o valor correto.
Quando o cliente de planos de previdência não informa de forma separada os valores pagos ao seu próprio plano e os de seus dependentes: Segundo Coutinho, o Fisco possui informações dos titulares de planos de previdência e de seus pagamento durante o ano calendário, estas informações devem bater com os pagamentos feitos a título de Previdência privada do próprio e de seus dependentes. Para esse problema, o declarante deverá retificar a sua declaração informando separadamente os valores pagos a título de Previdência complementar próprio e de seus dependentes individualmente.
Quando o cliente de planos de VGBL não declara o seus pagamentos na linha de "Bens e Direitos" indicando o investimento efetuado durante o ano: A Receita Federal possui as informações dos pagamentos pelo contribuinte a título de VGBL e cruza estas informações com a declaração do contribuinte. Neste caso, explica Coutinho, o declarante deverá retificar a sua declaração informando na Ficha "Bens e Direitos" os valores pagos a título de VGBL.
Omissão de salários de antigos empregadores: Se você mudou de trabalho ao longo de 2014, não se esqueça de declarar também os salários recebidos do antigo empregador. Como as fontes pagadoras são obrigadas a prestar essa informação ao Fisco, as chances de o leão identificar eventuais sonegações são altas.
Pessoa incluída em duas declarações ao mesmo tempo: O CPF de uma pessoa não pode aparecer em mais de um formulário do IR. Portanto, se dois contribuintes dividem as despesas de avós, pais ou filhos, a família deve conversar para decidir qual deles irá incluir o dependente na declaração. Apenas essa pessoa poderá deduzir os gastos do dependente. As despesas pagas por outros familiares não poderão ser abatidas. A única exceção ocorre quando uma pessoa deixa de ser dependente de um contribuinte para passar a ser dependente de outro. Nesse caso, ela pode ser incluída em duas declarações ao mesmo tempo no ano seguinte ao da mudança. Um filho que era dependente da mãe e se casou em 2014, passando a ser dependente da esposa, por exemplo, pode ser declarado por ambas no IR 2015. No entanto, cada titular só poderá deduzir as despesas referentes ao período em que essa pessoa era sua dependente. A mãe poderia deduzir os gastos com o filho até junho, por exemplo, e a esposa passaria a declarar as despesas de julho em diante.
Deixar de recolher imposto sobre ganhos com ações: Quem teve ganho líquido na venda de ações por valores acima de 20 mil reais em um único mês não deve apenas lançar esse ganho na Declaração de Ajuste Anual. O imposto sobre o ganho com essa operação deve ser pago até o último dia útil do mês seguinte ao da venda dos papéis (veja como declarar ações).
Confiar cegamente em alguém que faz a declaração para você: Pagar um profissional para fazer sua declaração, ou pedir ajuda a alguém de confiança não significa que os dados declarados não devem ser checados. Mesmo se o erro for deles, a responsabilidade pelos é 100% do contribuinte. Busque sempre checar as informações inseridas na declaração e em caso de dúvida procure solucioná-la no site da Receita, na seção Perguntão, pelo Receita fone (146 para ligações do Brasil) ou então busque uma segunda fonte de informação.
Fonte 1
Fonte 2
Fonte 3
Fonte 4
Um blog sobre investimentos, economia, política, futebol e outros assuntos de butequim...
quarta-feira, 29 de abril de 2015
segunda-feira, 20 de abril de 2015
quarta-feira, 15 de abril de 2015
Como Controlo Meus Investimentos Buy-and-Hold e Minhas Operações Day-Trade
Fala galera!
Como estão todos?
Eu tento ficar longe do blog mas vez ou outra aparece um assunto para compartilhar com vocês e assim trocar uma ideais. De qualquer forma, estou diminuindo o ritmo de postagens e trarei aqui apenas assuntos realmente relevantes. Nada de posts do tipo "comprei isto, vendi aquilo", "PT é isto, Dilma é aquilo", "Bati o IBOV, perdi do CDI"...
Hoje o assunto é controle. Para nós investidores isto é algo fundamental pois só com um registro preciso das operações conseguiremos no final do mês apurar o desempenho das carteiras. Ainda uso a velha e boa planilha eletrônica, uma das maiores invenções da humanidade. Penso no futuro desenvolver um sistema para esta finalidade, mas por hora a planilha está atendendo bem.
Hoje tenho conta em 4 corretoras, porém uma não está operacional pois é utilizada apenas para TD e no momento não estou posicionado nesta modalidade. Portanto tenho 3 corretoras para gerenciar no dia a dia. Muitos não gostam de operar com mais de uma corretora pois consideram uma complexidade desnecessária. Mas acho interessante pois posso aportar em CPFs diferentes (no caso o meu e o da minha esposa) e aproveitar os melhores recursos de cada uma.
Na figura a seguir apresento a planilha de controle da corretora 1 (Mirae). Para cada mês tenho uma planilha como esta por corretora. Em azul apresento as posições compradas de FIIs. Em verde as posições compradas de ações e em laranja estou apresentando a bonificação da Cielo deste mês. Esta planilha é atualizada automaticamente (ver este link do E.I.) com as cotações da bolsa e no campo Lucro obtenho a valorização atual no mês.
Tenho ainda nesta planilha os seguintes campos:
Transporte: Valor de fechamento do mês anterior (valor total dos ativos mais valor em conta corrente)
Aportes: Valor total aportado no mês
Operacional: Transporte + Aportes
Taxas: Total de taxas do mês
Impostos: Total de impostos pagos no mês
Dividendos: Total de dividendos recebidos no mês
JSCP: Total de dividendos recebidos no mês
Aluguéis: Total de aluguéis recebidos no mês
Bonificações: Total de bonificações recebidas no mês
Distribuições: Total de distribuições recebidas no mês
Fechamento: Total atual do mês
Abaixo apresento a planilha de controle da corretora 2 (MyCap). Esta conta está no CPF da esposa. Acho interessante dividir os ativos em dois CPFs pois assim tenho um limite de vendas mensais de até 40K sem pagar imposto de renda.
Abaixo apresento a planilha de controle da corretora 3 (Rico). Estou usando esta corretora atualmente apenas para as operações em mini-índice e mini-dólar e não pretendo mais aportar nesta conta. A ideia é comprar ativos (basicamente FIIs) apenas com os lucros das operações day-trade. Em cinza estão as operações DT do mês atual.
Como podem ter notado nas planilhas, este foi um mês que realizei muitas vendas de ações e muitas compras de FIIs. Resolvi realizar parte dos lucros obtidos na alta recente e comprar alguns FIIs que estão "descontados" atualmente. Daqui pra frente pretendo comprar periodicamente 3 FIIs mensais (1.500 em cada aporte) e ações comprarei apenas em momentos de Bear Market.
Abraço a todos!
Como estão todos?
Eu tento ficar longe do blog mas vez ou outra aparece um assunto para compartilhar com vocês e assim trocar uma ideais. De qualquer forma, estou diminuindo o ritmo de postagens e trarei aqui apenas assuntos realmente relevantes. Nada de posts do tipo "comprei isto, vendi aquilo", "PT é isto, Dilma é aquilo", "Bati o IBOV, perdi do CDI"...
Hoje o assunto é controle. Para nós investidores isto é algo fundamental pois só com um registro preciso das operações conseguiremos no final do mês apurar o desempenho das carteiras. Ainda uso a velha e boa planilha eletrônica, uma das maiores invenções da humanidade. Penso no futuro desenvolver um sistema para esta finalidade, mas por hora a planilha está atendendo bem.
Hoje tenho conta em 4 corretoras, porém uma não está operacional pois é utilizada apenas para TD e no momento não estou posicionado nesta modalidade. Portanto tenho 3 corretoras para gerenciar no dia a dia. Muitos não gostam de operar com mais de uma corretora pois consideram uma complexidade desnecessária. Mas acho interessante pois posso aportar em CPFs diferentes (no caso o meu e o da minha esposa) e aproveitar os melhores recursos de cada uma.
Na figura a seguir apresento a planilha de controle da corretora 1 (Mirae). Para cada mês tenho uma planilha como esta por corretora. Em azul apresento as posições compradas de FIIs. Em verde as posições compradas de ações e em laranja estou apresentando a bonificação da Cielo deste mês. Esta planilha é atualizada automaticamente (ver este link do E.I.) com as cotações da bolsa e no campo Lucro obtenho a valorização atual no mês.
Tenho ainda nesta planilha os seguintes campos:
Transporte: Valor de fechamento do mês anterior (valor total dos ativos mais valor em conta corrente)
Aportes: Valor total aportado no mês
Operacional: Transporte + Aportes
Taxas: Total de taxas do mês
Impostos: Total de impostos pagos no mês
Dividendos: Total de dividendos recebidos no mês
JSCP: Total de dividendos recebidos no mês
Aluguéis: Total de aluguéis recebidos no mês
Bonificações: Total de bonificações recebidas no mês
Distribuições: Total de distribuições recebidas no mês
Fechamento: Total atual do mês
Abaixo apresento a planilha de controle da corretora 2 (MyCap). Esta conta está no CPF da esposa. Acho interessante dividir os ativos em dois CPFs pois assim tenho um limite de vendas mensais de até 40K sem pagar imposto de renda.
Abaixo apresento a planilha de controle da corretora 3 (Rico). Estou usando esta corretora atualmente apenas para as operações em mini-índice e mini-dólar e não pretendo mais aportar nesta conta. A ideia é comprar ativos (basicamente FIIs) apenas com os lucros das operações day-trade. Em cinza estão as operações DT do mês atual.
Como podem ter notado nas planilhas, este foi um mês que realizei muitas vendas de ações e muitas compras de FIIs. Resolvi realizar parte dos lucros obtidos na alta recente e comprar alguns FIIs que estão "descontados" atualmente. Daqui pra frente pretendo comprar periodicamente 3 FIIs mensais (1.500 em cada aporte) e ações comprarei apenas em momentos de Bear Market.
Abraço a todos!
quinta-feira, 2 de abril de 2015
Feliz Páscoa!
Fala galera!
Tá difícil afastar do blog, rs, confesso que todo dia dou uma olhadinha nos comentários e nos posts dos colegas. Mas estou passando por aqui só para desejar um ótimo feriado a todos.
Para os curiosos de plantão, não se preocupem porque por aqui está tudo bem. Não quebrei nem infartei como muitos estão especulando. Porém desisti de comprar o carro zero. Mesmo com esta crise está muito difícil negociar nas lojas. Até consegui um desconto razoável no Cobalt LT 1.4 por 42.000. Porém o carro não coube na garagem, então desisti do negócio. Agora estou pensando em comprar um City semi-novo, já achei alguns preços na casa dos 38.000 (ano 2012). Se alguém souber de um carro destes por aqui favor me dar um toque.
Abraço d'Uó!
Tá difícil afastar do blog, rs, confesso que todo dia dou uma olhadinha nos comentários e nos posts dos colegas. Mas estou passando por aqui só para desejar um ótimo feriado a todos.
Para os curiosos de plantão, não se preocupem porque por aqui está tudo bem. Não quebrei nem infartei como muitos estão especulando. Porém desisti de comprar o carro zero. Mesmo com esta crise está muito difícil negociar nas lojas. Até consegui um desconto razoável no Cobalt LT 1.4 por 42.000. Porém o carro não coube na garagem, então desisti do negócio. Agora estou pensando em comprar um City semi-novo, já achei alguns preços na casa dos 38.000 (ano 2012). Se alguém souber de um carro destes por aqui favor me dar um toque.
Abraço d'Uó!
quarta-feira, 25 de março de 2015
Qual o Melhor Seguro de Automóvel (Porto Seguro, Sulamérica ou Azul)?
Bom dia pessoal!
Estou realizando a cotação do seguro para o novo automóvel e até o momento a melhor opção está sendo a Sulamérica. Meu seguro atual é da Porto. Já tive também da HDI. Não tenho nada a reclamar da Porto e da HDI pois sempre que precisei dos serviços fui prontamente atendido. Gostaria de saber se os colegas já tiveram experiência com a Sulamérica e como foi.
Em termos de preço a Sulamérica está imbatível...
Para o veículo Cobalt Sedan LT 1.4 2015/2015
- Sulamerica Seguros
Colisão, incêndio, furto e roubo
R$100.000 de cobertura de danos materiais
R$100.000 de cobertura de danos corporais
R$5.000 de cobertura de APP
Franquia reduzida no valor de R$1.356,59
100% da tabela FIPE
Assistência 24 horas
Cobertura para vidros, retrovisores, faróis e lanternas
Valor total para seguro novo (bônus 0) : R$1.990,00
Valor total para renovação (bônus 10) : R$1.276,15
4x sem juros no débito em conta
- Azul Seguros
Colisão, incêndio, furto e roubo
R$100.000 de cobertura de danos materiais
R$100.000 de cobertura de danos corporais
R$5.000 de cobertura de APP
Franquia reduzida no valor de R$1.470,00
100% da tabela FIPE
Assistência 24 horas com 400km de reboque
Cobertura para vidros, retrovisores, faróis e lanternas
Valor total para seguro novo (bônus 0) : R$2.098,54
Valor total para renovação (bônus 10) : R$1.484,65
4x sem juros no débito em conta
- Porto Seguros
Colisão, incêndio, furto e roubo
R$100.000 de cobertura de danos materiais
R$100.000 de cobertura de danos corporais
R$5.000 de cobertura de APP
Franquia reduzida no valor de R$1.470,00
100% da tabela FIPE
Assistência 24 horas
Cobertura para vidros, retrovisores, faróis e lanternas
Valor total para seguro novo (bônus 0) : R$2.437,84 (já com desconto do cartão Porto)
Valor total para renovação (bônus 10) : R$1.880,51(já com desconto do cartão Porto)
5x sem juros no cartão de crédito Porto Seguro
Para o veículo Cobalt Sedan LTZ 1.8 2013/2013
- Sulamerica Seguros
Colisão, incêndio, furto e roubo
R$100.000 de cobertura de danos materiais
R$100.000 de cobertura de danos corporais
R$5.000 de cobertura de APP
Franquia reduzida no valor de R$1.220,66
100% da tabela FIPE
Assistência 24 horas
Cobertura para vidros, retrovisores, faróis e lanternas
Valor total para seguro novo (bônus 0) : R$2.504,52
Valor total para renovação (bônus 10) : R$1.289,87
4x sem juros no débito em conta
- Azul Seguros
Colisão, incêndio, furto e roubo
R$100.000 de cobertura de danos materiais
R$100.000 de cobertura de danos corporais
R$5.000 de cobertura de APP
Franquia reduzida no valor de R$1.470,00
100% da tabela FIPE
Assistência 24 horas com 400km de reboque
Cobertura para vidros, retrovisores, faróis e lanternas
Valor total para seguro novo (bônus 0) : R$2.496,72
Valor total para renovação (bônus 10) : R$1.632,82
4x sem juros no débito em conta
- Porto Seguros
Colisão, incêndio, furto e roubo
R$100.000 de cobertura de danos materiais
R$100.000 de cobertura de danos corporais
R$5.000 de cobertura de APP
Franquia reduzida no valor de R$1.470,00
100% da tabela FIPE
Assistência 24 horas
Cobertura para vidros, retrovisores, faróis e lanternas
Valor total para seguro novo (bônus 0) : R$3.282,98 (já com desconto do cartão Porto)
Valor total para renovação (bônus 10) : R$2.071,22(já com desconto do cartão Porto)
5x sem juros no cartão de crédito Porto Seguro
Estou realizando a cotação do seguro para o novo automóvel e até o momento a melhor opção está sendo a Sulamérica. Meu seguro atual é da Porto. Já tive também da HDI. Não tenho nada a reclamar da Porto e da HDI pois sempre que precisei dos serviços fui prontamente atendido. Gostaria de saber se os colegas já tiveram experiência com a Sulamérica e como foi.
Em termos de preço a Sulamérica está imbatível...
Para o veículo Cobalt Sedan LT 1.4 2015/2015
- Sulamerica Seguros
Colisão, incêndio, furto e roubo
R$100.000 de cobertura de danos materiais
R$100.000 de cobertura de danos corporais
R$5.000 de cobertura de APP
Franquia reduzida no valor de R$1.356,59
100% da tabela FIPE
Assistência 24 horas
Cobertura para vidros, retrovisores, faróis e lanternas
Valor total para seguro novo (bônus 0) : R$1.990,00
Valor total para renovação (bônus 10) : R$1.276,15
4x sem juros no débito em conta
- Azul Seguros
Colisão, incêndio, furto e roubo
R$100.000 de cobertura de danos materiais
R$100.000 de cobertura de danos corporais
R$5.000 de cobertura de APP
Franquia reduzida no valor de R$1.470,00
100% da tabela FIPE
Assistência 24 horas com 400km de reboque
Cobertura para vidros, retrovisores, faróis e lanternas
Valor total para seguro novo (bônus 0) : R$2.098,54
Valor total para renovação (bônus 10) : R$1.484,65
4x sem juros no débito em conta
- Porto Seguros
Colisão, incêndio, furto e roubo
R$100.000 de cobertura de danos materiais
R$100.000 de cobertura de danos corporais
R$5.000 de cobertura de APP
Franquia reduzida no valor de R$1.470,00
100% da tabela FIPE
Assistência 24 horas
Cobertura para vidros, retrovisores, faróis e lanternas
Valor total para seguro novo (bônus 0) : R$2.437,84 (já com desconto do cartão Porto)
Valor total para renovação (bônus 10) : R$1.880,51(já com desconto do cartão Porto)
5x sem juros no cartão de crédito Porto Seguro
Para o veículo Cobalt Sedan LTZ 1.8 2013/2013
- Sulamerica Seguros
Colisão, incêndio, furto e roubo
R$100.000 de cobertura de danos materiais
R$100.000 de cobertura de danos corporais
R$5.000 de cobertura de APP
Franquia reduzida no valor de R$1.220,66
100% da tabela FIPE
Assistência 24 horas
Cobertura para vidros, retrovisores, faróis e lanternas
Valor total para seguro novo (bônus 0) : R$2.504,52
Valor total para renovação (bônus 10) : R$1.289,87
4x sem juros no débito em conta
- Azul Seguros
Colisão, incêndio, furto e roubo
R$100.000 de cobertura de danos materiais
R$100.000 de cobertura de danos corporais
R$5.000 de cobertura de APP
Franquia reduzida no valor de R$1.470,00
100% da tabela FIPE
Assistência 24 horas com 400km de reboque
Cobertura para vidros, retrovisores, faróis e lanternas
Valor total para seguro novo (bônus 0) : R$2.496,72
Valor total para renovação (bônus 10) : R$1.632,82
4x sem juros no débito em conta
- Porto Seguros
Colisão, incêndio, furto e roubo
R$100.000 de cobertura de danos materiais
R$100.000 de cobertura de danos corporais
R$5.000 de cobertura de APP
Franquia reduzida no valor de R$1.470,00
100% da tabela FIPE
Assistência 24 horas
Cobertura para vidros, retrovisores, faróis e lanternas
Valor total para seguro novo (bônus 0) : R$3.282,98 (já com desconto do cartão Porto)
Valor total para renovação (bônus 10) : R$2.071,22(já com desconto do cartão Porto)
5x sem juros no cartão de crédito Porto Seguro
Poucos dias atrás fiz o cartão de crédito da Porto Seguro por indicação do colega E.I. (link) para obter 5% de desconto na próxima renovação do seguro mas nem assim será vantajoso. Mesmo sendo sócio da empresa terei que abandoná-la.
Algumas dicas para baixar o preço do seguro...
1 - Carro na garagem paga menos. Quanto menos o carro for exposto a riscos, menor o valor do seguro. Deixá-lo na garagem ou em estacionamentos fechados diminui as chances de roubo, furto e de alguns acidentes. O simples fato de ter garagem em casa pode reduzir o preço em até 25%.
2 - Faça com que motoristas jovens sejam condutores eventuais. A inexperiência no trânsito e a maior disposição para correr riscos acabam pesando no preço dos seguros feitos em nome de pessoas com idades de 18 a 25 anos. Por isso, se o jovem usar pouco o carro, é melhor que ele seja um condutor eventual do veículo dos pais, utilizando-o no máximo 15% do tempo, do que fazer um seguro em seu nome. Mas é fundamental que o tempo de uso do veículo não ultrapasse esse limite. Em caso de sinistro, se a seguradora verificar que o condutor principal era o jovem e não um dos pais, a família pode perder o direito à indenização.
3 - Equipamentos de segurança reduzem o preço. Ter equipamentos contra roubo instalados, como rastreadores, facilita a localização do veículo e diminui o risco da seguradora, reduzindo também o valor do seguro. No entanto, corretores e executivos de seguradoras alertam que só vale a pena fazer essa instalação caso ela seja oferecida pela própria companhia. Do contrário, os custos com a compra e manutenção do equipamento não compensam. Em geral, as seguradoras instalam esses equipamentos de graça nos carros com índices de roubo e furto mais altos. O desconto no valor do seguro pode chegar a 20%.
4 - Carros antigos pagam mais. Se o segurado puder trocar o veículo periodicamente, a cada três ou cinco anos, pode se prevenir contra um aumento no seguro. Vale lembrar que o fabricante não é obrigado a manter todas as peças no mercado para modelos com mais de dez anos. E a dificuldade de encontrar peças encarece o seguro.
5 - Escolha a cobertura ideal para seu bolso. A abrangência da cobertura do seguro também influencia no preço final, mas é preciso avaliar que itens são realmente necessários. Existem as coberturas completas (colisão, incêndio, roubo e furto), as parciais (só contra incêndio e roubo, por exemplo), a cobertura de responsabilidade civil facultativa (RCF) e a de acidentes pessoais de passageiros (APP), destinada às despesas médicas dos ocupantes do veículo segurado.
6 - Além disso, as seguradoras oferecem uma série de serviços extras, como assistência 24 horas, auxílio em caso de pane seca e elétrica, carro extra para quando o veículo segurado estiver na oficina, traslado e hotel caso o sinistro ocorra fora da cidade do segurado, e até serviços domésticos, como conserto de aparelhos eletroeletrônicos, help desk de informática, chaveiro e consultas veterinárias gratuitas. Fora os seguros adicionais para acessórios.
7 - É claro que tudo tem seu preço. Na hora de escolher, cabe avaliar o que é realmente necessário e o que é dispensável. Para alguns modelos de veículo, por exemplo, pode não valer a pena fazer um seguro completo. Os antigos e fora de linha têm peças de reposição muito caras ou simplesmente impossíveis de achar no mercado. Por essa razão, fazer cobertura contra colisão, nesses casos, pode ter um preço exorbitante.
8 - Se o carro for aquele xodó que só circula em torno do quarteirão no fim de semana, pode-se fazer apenas um RCF, para se precaver contra eventuais danos a terceiros em caso de acidente. Mas se o carro antigo rodar mais que isso, uma cobertura só contra incêndio e roubo ainda sai bem mais em conta.
9 - Os corretores em geral recomendam que não se corte demais a cobertura, para não ficar em apuros no momento do sinistro. Por exemplo, a assistência 24 horas normalmente está incluída nas coberturas mínimas. Em geral, não compensa limitar esse serviço, como propõem algumas seguradoras. “Em certas companhias é possível restringir o número de utilizações para a assistência 24 horas ou a quilometragem que o guincho pode percorrer até o local do sinistro. Isso não vale a pena, pois barateia muito pouco em relação à dor de cabeça que o segurado pode ter”, explica o corretor Carlos Lucena.
10 - Baixe o seguro do segundo veículo da família. Se o segundo carro da família só for utilizado eventualmente, sem objetivos comerciais ou de ida e volta diária ao trabalho, o valor do prêmio será naturalmente mais baixo. Na hipótese de sair caro demais fazer mais um seguro completo, pode-se contratar apenas a cobertura de responsabilidade civil facultativa (RCF), que é aquela que cobre os danos causados a terceiros.
11 - Seja um motorista exemplar. Segurados que não têm registro de sinistro no último ano recebem bônus, isto é, um desconto na hora da renovação. Quando ocorre um sinistro, o segurado pode perder uma classe de bônus, o que pode reduzir o desconto. Os bônus pertencem ao segurado, ou seja, ele carrega o desconto consigo se mudar de seguradora. Evitar multas também é uma boa maneira de tentar reduzir o valor do prêmio, pois algumas seguradoras concedem desconto para quem não tem pontos na carteira.
12 - Em caso de danos com custos próximos ao valor da franquia, não acione o seguro. Os consertos só são cobertos pelo seguro caso seus custos ultrapassem o valor da franquia. Se o segurado tiver bônus e os custos de reparo estiverem só um pouco acima do valor da franquia, o melhor é não acionar o seguro, para não correr o risco de perder uma classe de bônus. O segurado arca com as despesas de reparo e deixa para acionar o seguro quando os danos forem realmente grandes.
13 - Modifique o valor da franquia de acordo com seus riscos. As companhias de seguros oferecem três modalidades de franquia. A obrigatória, que é a quantia normal, proporcional ao valor do seguro; a facultativa, somada à obrigatória para subir o valor da franquia e, com isso, reduzir o prêmio; e a reduzida, menor que a obrigatória, mediante um aumento do valor do prêmio. Se a maior preocupação do segurado for roubo, aumentar o valor da franquia pode ser uma boa opção para pagar um prêmio menor, mas a cobertura contra colisões também será reduzida. Mas atenção: dobrar a franquia não significa que o prêmio vai reduzir à metade. A queda varia somente entre 10% e 20%. Já para os motoristas que se preocupam mais com colisão do que com roubo pode ser mais vantajoso optar pela franquia reduzida. Embora aumente o valor do prêmio de 20% a 30%, a franquia mais baixa permitirá que mais eventos estejam cobertos.
14 - O seguro contratado na concessionária pode ser mais vantajoso. Algumas montadoras, como Mitsubishi, Volkswagen e Honda, oferecem a contratação do seguro diretamente na concessionária no ato da compra. Esses pacotes podem ser ligeiramente mais baratos para alguns modelos específicos, como os que ainda não possuem estatísticas de sinistros no mercado, os esportivos e algumas picapes. Segundo o presidente da Mitsubishi no Brasil, Robert Rittscher, o seguro de uma Pajero TR4 pode custar 3,7% do valor do carro na concessionária ao passo que no mercado o seguro fica acima de 4,5% do preço do veículo. Além disso, as montadoras costumam oferecer outros benefícios, como garantia de conserto em uma concessionária da marca, o que para um carro zero é essencial para não haver perda do direito à garantia da peça reparada. Existem outras vantagens. Na Honda, por exemplo, há produtos específicos para portadores de necessidades especiais. Já na Mitsubishi, há facilidades no parcelamento, a cobertura de responsabilidade civil costuma ser mais alta que a média do mercado e, no caso de roubo ou furto com menos de seis meses de seguro, a montadora dá um carro novo para o segurado.
15 - Pesquise a melhor seguradora. A contratação de um seguro, no Brasil, exige a intermediação de um corretor. Por isso, o primeiro passo é pesquisar bastante para encontrar uma boa corretora, que trabalhe com seguradoras de renome e, de preferência, indicada por alguém de confiança. Uma boa opção é checar no Procon local se a corretora e as seguradoras têm contra elas alguma reclamação grave. Também é importante cotar o seguro em várias seguradoras, pois como o cálculo do preço é baseado nas estatísticas de sinistros de cada companhia, o valor da apólice, para um mesmo perfil, pode variar de uma seguradora para a outra. “Para contratar um bom seguro é fundamental procurar um profissional que conheça o ramo e não se ater somente ao valor final, mas principalmente à cobertura oferecida”, aconselha Marcelo Sebastião, diretor do ramo de automóvel da Porto Seguro. Na busca do melhor serviço pelo menor preço possível, a saída é transformar o corretor em um aliado. Ele deve ser disponível e orientar o segurado a tomar as melhores decisões. “O corretor deve ser um guardião dos bens do cliente e não um simples vendedor. Ele é corresponsável pelo seguro. Bom preço é uma consequência do seguro bem contratado”, opina Clécio Brichesi, corretor de seguros.
16 - Nunca minta para a seguradora para baixar o preço da apólice. Na hora de informar o perfil do motorista para o corretor, é fundamental que todas as informações sejam verdadeiras. Qualquer incorreção pode fazer o segurado perder o direito à indenização em caso de sinistro. As companhias de seguros têm maneiras de averiguar a veracidade dos fatos e podem se recusar a pagar pelos danos caso constatem alguma irregularidade. Ou seja, não adianta contar uma “mentira branca” para tentar reduzir o risco do seu perfil. Nada de dizer que não há pessoas com idade entre 18 e 25 anos morando com o condutor principal ou fazer o seguro no nome da esposa, sendo que o marido fica a maior parte do tempo com o carro. E, para os jovens de mais de 25 anos, nada de emprestar o carro para aquele amigo de 24 anos dar uma volta. A idade do motorista que causou o acidente é o fator mais sério quando se fala em perda de direito à indenização.
Fonte
Na hora da compra do carro novo, além de verificar o preço do seguro do automóvel, outro fator fundamental é analisar o consumo do mesmo. Uma ferramenta muito interessante para fazer esta pesquisa é o site Consumo BR, lá você poderá analisar e comparar os diversos automóveis do mercado brasileiro.
Na hora da compra do carro novo, além de verificar o preço do seguro do automóvel, outro fator fundamental é analisar o consumo do mesmo. Uma ferramenta muito interessante para fazer esta pesquisa é o site Consumo BR, lá você poderá analisar e comparar os diversos automóveis do mercado brasileiro.
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