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quarta-feira, 13 de julho de 2016

Banco do Brasil Seguridade: História, Estrutura e Composição Acionária

A BB Seguridade Participações S.A. foi criada em 20.12.2012, com base na Lei 11.908/2009, Art. 1º, que autorizou o Banco do Brasil S/A a constituir subsidiárias integrais ou controladas, com vistas ao cumprimento de atividades de seu objeto social.

Seu objeto social é a participação em sociedades seguradoras, de capitalização, entidades abertas de previdência complementar e sociedades que operam planos privados de assistência à saúde, empresas que detenham participação em outras sociedades administradoras de bens, corretagem e viabilização de negócios envolvendo empresas de seguros dos ramos elementares, de vida e capitalização, planos previdenciários, seguro saúde e em sociedades que operam planos privados de assistência à saúde.

Não obstante a BB Seguridade ter sido criada recentemente, a atuação do seu controlador na área de seguros, previdência aberta, capitalização e serviços de corretagem de seguros foi iniciada há cerca de 20 anos, conforme breve histórico apresentando a seguir.

Seguros: Em 1996, fruto da associação entre o Grupo Sul América e o BB Banco de Investimentos S.A. (“BB-BI”), foi constituída a empresa que no ano seguinte passaria a se chamar Brasilveículos, com atuação nos ramos de seguros de veículos. Em 1997, foi criada a Aliança do Brasil, empresa investida do BB-BI em sociedade com a Companhia de Participações Aliança da Bahia e que tinha como objeto social operar com seguros nos ramos elementares e vida.

Previdência Aberta: Em 1993, resultado de parceria entre BB-BI e um grupo de seguradoras, foi constituída a Brasilprev. Posteriormente, a Companhia passou por diversas reorganizações em seu quadro acionário até que, entre 1999 e 2000, a Principal Financial Group do Brasil adquiriu participações na Brasilprev e firmou parceria com o BB-BI.

Capitalização: Em 1995, fruto de parceria entre Banco do Brasil, por meio do BB-BI, Sul América Capitalização, Icatu Hartford e Aliança da Bahia, foi constituída a Brasilcap Capitalização S.A.

Corretagem de Seguros e Administração de Bens: Constituída em 1987, a BB Corretora tem por objetivo social a corretagem de seguros dos ramos elementares, vida e saúde, títulos de capitalização, planos de previdência complementar aberta e a administração de bens.

BB Seguridade - História

Reestruturação Societária

Em agosto de 2008, com a aquisição da totalidade das ações de emissão da Aliança do Brasil pelo BB-BI, o Banco do Brasil deu início a um processo de reorganização societária da sua área de seguros, previdência aberta e capitalização.

Nesse cenário, foram realizados diferentes movimentos societários e operações por parte do Banco do Brasil, com influência direta no ramo de atuação da BB Seguridade, dentre os quais se destacam:

(i) Em setembro de 2009, foram constituídas duas subsidiárias integrais – BB Seguros e BB Aliança Participações S.A. (“BB Aliança”) – que passaram a concentrar as participações acionárias nos negócios de seguros, previdência aberta e capitalizações após cisão do BB-BI;

(ii) Em 30 de abril de 2010, operou-se a renovação da parceria entre a BB Seguros e Principal Financial Group do Brasil Ltda. (“PFG”) no âmbito da Brasilprev Seguros e Previdência S.A. (“Brasilprev”), pelo prazo de 23 anos, ampliando a participação societária da BB Seguros na Brasilprev, de 49,99% para 74,99%;

(iii) Em 05 de maio de 2010, foi celebrada uma parceria entre a BB Seguros e a Mapfre Brasil Participações S.A. (“Mapfre Brasil”), pelo prazo de 20 anos, mediante a constituição de duas sociedades holdings: (a) BB Mapfre SH1 Participações S.A. (“BB Mapfre SH1”), voltada para seguros de pessoas, produtos cuja colocação encontra força junto à base de clientes do Banco do Brasil, e da qual a BB Seguros detém 74,99% do capital social total, sendo 49,99% das ações ON e 100% das ações PN; e (b) Mapfre BB SH2 Participações S.A. ("Mapfre BB SH2"), com foco em seguros patrimoniais e ramos elementares, produtos em que a força de distribuição dos corretores autônomos é relevante, e da qual a BB Seguros detém participação de 50% do capital total, sendo 49% das ações ON e 51% das ações PN. A parceria em referência teve início em 30 de junho de 2011, quando BB Seguros e Mapfre Brasil passaram a atuar de forma unificada;

(iv) Em 05 de maio de 2010, a BB Seguros celebrou contrato de compra e venda para aquisição da totalidade das ações representativas do capital social da Brasilveículos detidas pela Sul América Seguros (“Sul América”), passando a deter 100,00% do seu capital social;

(v) Em 24 de janeiro de 2011, a BB Seguros assinou contrato de compra e venda para aquisição de 16,67% das ações de emissão da Brasilcap, detidas pela Sul América Capitalização S.A. (“Sulacap”), ampliando sua participação na Brasilcap de 49,99% para 66,66%;

(vi) Em 19 de dezembro de 2011, a BB Seguros, subsidiária integral da BB Seguridade, e a Mapfre Brasil assinaram contrato de compra e venda para a transferência de ações de emissão da Mapfre Nossa Caixa à Brasilprev.

Em continuidade ao processo de reestruturação descrito acima, criou-se a BB Seguridade com o escopo de:

(i) consolidar, sob uma única sociedade, todas as atividades do Banco do Brasil nos ramos de seguros, capitalização, previdência complementar aberta e atividades afins, incluindo quaisquer expansões futuras dessas atividades, no Brasil ou no exterior, orgânicas ou não;

(ii) proporcionar ganhos de escala nessas atividades e em suas operações;

(iii) obter reduções de custos e despesas no segmento de seguridade; e

(iv) ampliar a atuação da BB Corretora de Seguros e Administradora de Bens S.A. (“BB Corretora”).

Além da BB Seguridade, o Banco do Brasil constituiu, também em 20 de dezembro de 2012, uma nova sociedade holding, denominada BB Cor Participações S.A. (“BB Cor”), para deter participação acionária no capital social da BB Corretora e, eventualmente, no de outras sociedades que atuem no mercado como corretoras na comercialização de seguros, previdência aberta, capitalização e/ou planos de saúde e odontológicos.

Com a reorganização societária descrita, foi obtida a estrutura divulgada no Fato Relevante divulgado pelo Banco do Brasil em 26 de novembro de 2012, em preparação para a oferta pública inicial de ações da Companhia (“IPO”), cujo respectivo pedido de registro junto à Comissão de  Valores Mobiliários (“CVM”) foi protocolado em 25 de fevereiro de 2013.

Em 29 de abril de 2013, a BB Seguridade iniciou a negociação de suas ações no segmento "Novo Mercado" da BM&FBOVESPA, reservado para companhias alinhadas com os mais elevados padrões de governança corporativa. Com uma arrecadação de R$ 11,48 bilhões (US$ 5,74 bilhões), o IPO da BB Seguridade foi premiado como o maior do mundo no ano de 2013 pela imprensa especializada internacional.


Movimentos realizados após a abertura de capital

Em maio de 2013, a BB Seguros Participações S.A. e a União assinaram Contrato de Transferência de Ações com o objetivo de transferir 212.421 ações ordinárias  (ONs) de emissão do  IRB Brasil Re detidas pela União para a BB Seguros. Em 20 de agosto de 2013, foi realizada uma Assembleia Geral Extraordinária para homologação do aumento de capital do IRB Brasil Re, a qual era condição precedente para o pagamento, pela BB Seguros, da aquisição das ONs.  Em 27 de agosto de 2013, a BB Seguros passou a deter 20,51% do capital do  IRB Brasil Re por meio da  transferência das  ações e do pagamento efetuado à União.

Em  29 de dezembro de 2014,  por meio  da Assembleia Geral  Extraordinária  de Acionistas,  foi  aprovada  a  reforma  do  Estatuto Social para alterar o número de ações de 1.035.663 para 1.040.000, de modo a contemplar, também, o quantitativo de 4.337 ações em tesouraria. Dessa forma, a BB Seguros passou a deter uma participação de 20,43% no IRB.

Em 11 de junho de 2013, o Banco do Brasil S.A., a BB Seguros Participações S.A. (BB Seguros), a BB Corretora de Seguros  e  Administradora  de  Bens  S.A.  (BB  Corretora),  a  Odontoprev  S.A  (Odontoprev)  e  a  Odontoprev  Serviços  Ltda.  (Odontoprev Serviços) assinaram Acordo de Associação e Outras Avenças (Acordo) com o objetivo de, por meio de  uma  nova  sociedade  anônima,  denominada  Brasildental,  desenvolver  e  divulgar,  e  por  meio  da  BB  Corretora,  distribuir e comercializar planos odontológicos sob a marca BB Dental, com exclusividade em todos os canais BB no território nacional.

A Brasildental foi constituída em 12 de março de 2014, seu capital social total é de R$ 5 milhões, distribuído em 100 mil ações  ordinárias (ON) e 100 mil ações preferenciais (PN),  das quais a BB Seguros detém 74,99% do capital social total, sendo 49,99% das ações ON e 100% das ações PN.

Em 01 de novembro de 2014, a Mapfre Vida S.A. incorporou a Vida Seguradora S.A., empresa pertencente à holding BB Mapfre  SH1 Participações  S.A. Na mesma  data,  a Mapfre Seguros Gerais  S.A.  incorporou  a Mapfre Affinity Seguradora  S.A., empresa pertencente à holding Mapfre BB SH2 Participações S.A. Ambas as incorporações foram realizadas  na  totalidade de  seus patrimônios.

Após um  processo  de  revisão do modelo de negócios no segmento de capitalização e em decorrência da ausência de perspectivas de  que a BB Capitalização viesse a desenvolver atividades operacionais, os administradores da BB Seguros aprovaram, em 28 de novembro de 2014, a incorporação da companhia ao seu patrimônio. O acervo líquido da BB Capitalização incorporado pela BB Seguros foi avaliado  ao  valor contábil na data-base da operação no montante de R$ 5.573 mil.

Estrutura 

BB Seguridade - Estrutura

1. BB Seguros Participações S.A. (“BB Seguros”).

Subsidiária integral da BB Seguridade Participações S.A., a holding BB Seguros, constituída em 2009, concentra as atividades nos mercados de seguros, previdência complementar aberta, capitalização e assistência à saúde. Atualmente, a BB Seguros participa diretamente nas seguintes sociedades: BB Mapfre SH1 Participações S.A. e Mapfre BB SH2 Participações S.A. - em conjunto denominadas Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre - Brasilprev Seguros e Previdência S.A., Brasilcap Capitalização S.A, IRB Brasil RE e Brasildental.

1.1 Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre (“Grupo Segurador”)

Resultado da aliança estratégica firmada em maio de 2010, pelo prazo de 20 anos, entre o Banco do Brasil, por meio da BB Seguros, e o Grupo Mapfre, o Grupo Segurador atua no mercado brasileiro de seguros, notadamente nos segmentos de seguros de pessoas, ramos elementares e veículos, comercializando seus produtos por meio da rede de distribuição do Banco do Brasil (canal bancário) e de corretores autônomos (canal corretor). O Grupo Segurador detém posição de destaque no mercado brasileiro de seguros, em todos os ramos em que atua e está estruturado em duas sociedades holdings - BB Mapfre SH1 Participações S.A. e Mapfre BB SH2 Participações S.A., conforme descrições abaixo:

BB Mapfre SH1 Participações S.A. (“SH1”)

A SH1 é uma sociedade de participação com foco nos segmentos de seguros de pessoas, imobiliário e agrícola, os quais encontram força principalmente junto à base de clientes do Banco do Brasil. A SH1 é detentora da totalidade das ações das seguintes sociedades:

•    Mapfre Vida S.A. - Sociedade anônima de capital fechado sediada em São Paulo, atua em todo o território nacional na comercialização de seguros de pessoas por meio do canal corretor.
•    Companhia de Seguros Aliança do Brasil - Sociedade anônima de capital fechado sediada em São Paulo, atua em todo o território nacional na comercialização de seguros de pessoas, imobiliário e agrícola por meio do canal bancário

Mapfre BB Participações SH2 S.A. (“SH2”)

A SH2 é uma sociedade de participação com foco nos segmentos de seguros patrimoniais e ramos elementares, com maior ênfase em seguros de automóveis, nos quais a força de distribuição dos corretores autônomos é bastante relevante. Esta holding também concentra os negócios realizados por meio dos Canais Affinity*, em todos seus segmentos de atuação do Grupo Segurador. A SH2 detém a totalidade das ações das seguintes sociedades:

•    Aliança do Brasil Seguros S.A. - Sociedade anônima de capital fechado sediada em São Paulo, atua na comercialização de seguros de ramos elementares por meio do canal bancário.
•    Brasilveículos Companhia de Seguros - Sociedade anônima de capital fechado sediada no Rio de Janeiro, atua em todo território nacional na comercialização de seguros de automóveis por meio do canal bancário.
•    Mapfre Seguros Gerais S.A. - Sociedade anônima de capital fechado sediada em São Paulo, atua em todo território nacional na comercialização de seguros de danos e de pessoas por meio do canal corretor.
A Mapfre Seguros Gerais S.A. controla ainda a seguinte sociedade:
•    BB Mapfre Assistência S.A. - Sociedade anônima de capital fechado sediada em São Paulo, tem como objeto a prestação de serviços de assistência, complementares às atividades das seguradoras. Referida sociedade, desde a sua constituição em 2010, manteve-se não operacional.
* Entendem-se por Canais Affinity todos e quaisquer canais de distribuição destinados a vendas de seguros para clientes finais vinculados a pessoas jurídicas (clientes ou não do Banco do Brasil), incluindo, mas sem se limitar a cooperativas, instituições financeiras, redes varejistas e companhias de serviços públicos.

2. Brasilprev Seguros e Previdência S.A.

Criada em 1993 para atuar no mercado de previdência privada aberta, a Brasilprev tem como atuais acionistas a BB Seguros e a PFG do Brasil Ltda, integrante do Principal Financial Group. Em 30.04.2010, após a aquisição, pela Principal Financial Group, da participação de 4% detida pelo Sebrae na Brasilprev, os sócios redefiniram os termos da sua parceria para o desenvolvimento e comercialização de produtos de previdência complementar aberta no mercado brasileiro. Pelo novo acordo, o Banco do Brasil concedeu à Brasilprev, por mais 23 anos, exclusividade para atuação nos seus canais de distribuição para a comercialização de seus produtos. A Brasilprev ocupa posição de destaque no mercado em que atua, sendo uma das três maiores empresas de previdência complementar aberta no Brasil.

3. Brasilcap Capitalização S.A. 

Criada em 1995, a Brasilcap é uma empresa que atua no mercado brasileiro de capitalização e tem entre os seus sócios a BB Seguros, a Icatu Hartford e a Aliança da Bahia. Em 2014 a Companhia completou 19 anos de existência e 17 anos consecutivos de liderança no seu mercado de atuação.

4. IRB Brasil Resseguros S.A.

Fundado em 1939 como uma empresa de economia mista, deteve o monopólio do mercado de resseguros brasileiro até que a Lei Complementar de nº 126/2007 fez com que o monopólio estatal sobre o mercado nacional de resseguros deixasse de existir. A BB Seguridade detém participação no capital do IRB através de sua subsidiária integral, BB Seguros.

5. Brasildental Operadora de Planos Odontológicos S.A.

Fruto da parceria entre BB Seguros em e a Odontoprev, a Brasildental foi constituída em 12 de março de 2014 e tem como objeto social a atividade de desenvolvimento e divulgação de planos privados de assistência odontológica, sob a marca BB Dental. A comercialização dos referidos planos é realizada por meio da BB Corretora com exclusividade em todos os canais do Banco do Brasil no território nacional.

6. BB Cor Participações S.A. (“BB COR”) 

Foi constituída em dezembro de 2012, a holding BB COR é subsidiária integral da BB Seguridade Participações S.A. e detém o controle da BB Corretora de Seguros e Administradora de Bens S.A. com participação em 100% do seu capital social. Eventualmente, a BB COR poderá adquirir participações no capital de outras sociedades que atuem no mercado como corretoras na comercialização de seguros, previdência aberta, capitalização e/ou planos de saúde e odontológicos, bem como de sociedades administradoras de bens.

6.1 BB Corretora de Seguros e Administradora de Bens S.A. (“BB Corretora”)

Criada em 1987, a BB Corretora é uma subsidiária integral da BB Cor Participações S.A. que tem por objeto social a corretagem de seguros dos ramos elementares, de vida e saúde, títulos de capitalização, planos de previdência complementar aberta e a administração de bens. Nas suas mais de duas décadas de atuação, a BB Corretora manteve-se fiel à sua missão de desenvolver e expandir a cultura de seguridade, oferecendo a todos os segmentos da sociedade brasileira, produtos de seguros, previdência complementar aberta e capitalização, contribuindo, desta maneira, para a formação de poupança interna de longo prazo e apoiando o desenvolvimento do País.

Composição Acionária

O Banco do Brasil é o acionista controlador da empresa com 66,25% das ações ordinárias. Das ações em circulação, o investidor estrangeiro tem maior participação com 79,6%.



Fonte 1
Fonte 2

terça-feira, 28 de junho de 2016

Banco do Brasil - História e Composição Acionária


O Banco do Brasil foi criado em 12 de outubro de 1808, por meio de um alvará do príncipe regente D. João na cidade do Rio de Janeiro. Denominado tanto como Banco Nacional quanto como Banco Público pelo seu ato de criação, o Banco do Brasil foi constituído com o objetivo de que se pusesse “em ação os cômputos estagnados assim em gêneros comerciais, como em espécies cunhadas”, além de promover a indústria nacional “pelo giro e combinação dos capitais isolados” e auxiliar o Estado a captar os recursos necessários para o financiamento de suas atividades. Inicialmente, o capital de mil e duzentas ações com valor de um conto de réis cada uma foi aberto ao público, com o objetivo de subscrever estas ações aos endinheirados da época.


A ideia de criar um banco ligado ao Estado já circulava em Portugal antes mesmo da vinda da corte para o Brasil. Desde o século XVIII, o italiano Domingos Vandelli, radicado em Portugal, era defensor da proposta da criação de um banco que receberia os depósitos públicos, da Casa da Moeda e dos diamantes, e poderia antecipar ao governo os rendimentos do Erário. Outro grande incentivador da criação de um banco nacional foi Rodrigo do Sousa Coutinho, que em 1797 já havia proposto a criação, em Portugal, do Banco Real Bragantino, em um projeto que, apesar de não executado, serviu de base para estruturação do Banco do Brasil.

Em 11 de dezembro de 1809, a primeira agência do Banco do Brasil começou a operar no Rio de Janeiro. D. João pediu aos governadores das capitanias que procurassem acionistas para o Banco, esforço este que foi em vão, pois no fim de 1812, apenas 126 ações tinham sido subscritas. Em 1817 a oferta pública foi encerrada.

Casa dos Contos, fotografia da Casa Leuzinger (1860)

O Banco do Brasil funcionou, nos seus cinco primeiros anos, no prédio de esquina entre as ruas Direita (atual Primeiro de Março) e São Pedro (desaparecida ao abrir-se a avenida Presidente Vargas), transferindo-se depois para a sede do Erário Régio, nesta mesma rua, e ficando ali até sua extinção em setembro de 1829. A legislação determinava a venda inicial de no mínimo cem ações subscritas, mas a falta de procura exigiu que a Coroa concedesse privilégios e recomendações aos próprios membros do governo e a funcionários do Estado para que obtivessem ações e assim viabilizassem a abertura do banco. Por isso, apesar de sua criação em 12 de outubro de 1808, o banco só entrou em funcionamento no dia 11 de dezembro de 1809.

Com o financiamento integral do Banco do Brasil, em 1819 foi construída a sede para a Bolsa de Valores no Rio de Janeiro. Em 1921, o Banco, em crise, sofre com o grande saque feito pela família Real antes de seu retorno a Portugal. Após a Independência do Brasil, a crise do Banco se aprofunda, pois a época do 1º Reinado foi de grande desordem financeira. Em 1833, sob forte pressão, o Banco do Brasil foi liquidado. No mesmo ano, uma lei reestrutura a economia do Império, e restabelece o Banco do Brasil, embora ainda não com sucesso.


Com um capital de 10.000 contos de réis, considerado alto na época, Irineu Evangelista de Souza (futuro Barão e Visconde de Mauá) criou uma nova instituição chamada de Banco do Brasil, em 1851. O Banco ressurgiu mais forte, pois tinha estreitas ligações com o mercado de capitais, tanto que as reuniões para o lançamento público foram realizadas no salão da Bolsa do Rio de Janeiro.

Com a fusão do Banco do Brasil com o Banco Comercial do Rio de Janeiro, em 1853, o capital do Banco aumentou consideravelmente. Tal fusão ocorreu graças à liderança do Visconde de Itaboraí em relação à legislação. Por isso, o Visconde de Itaboraí é considerado o fundador do Banco do Brasil atual. No ano seguinte foi realizado o primeiro concurso público para o cargo de escriturário. Em 1863, o Banco do Brasil era o único órgão emissor do país, o que durou até 1866.

Detalhe da rotunda, no atual Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro. Nesta imagem, o espaço é ocupado pelo setor de atendimento ao público no ano de 1943

O Banco do Brasil transformou-se, em 1863, no único órgão emissor do território nacional. Após a abolição da escravatura, em 1888, o Banco do Brasil foi o primeiro a abrir linhas de crédito para que os fazendeiros pudessem recrutar os imigrantes europeus. Em 1893 passou a ser chamado de Banco da República do Brasil, após fusão com outro banco estatal, voltando a ser chamado pelo nome original em 1906.

Em 1945, em meio a II Guerra Mundial, o Banco do Brasil deu suporte aos Pracinhas brasileiros na Itália. Através de seus escritórios em algumas cidades italianas, a tropa recebia seu salário, transferia valores, e prestava serviço aos consulados e à embaixada.

A sede do Banco foi transferida para Brasília no mesmo dia de sua inauguração: 21 de abril de 1960. Em 1969 é inaugurada a filial em Nova Yorque. Em 1971, o Banco já contava com 975 agencias no país, e 14 agencias no exterior. Dois anos depois, as ações do Banco do Brasil começaram a ser negociadas na Bolsa de Valores.

Atualmente ocupa posição de destaque no sistema financeiro nacional, sendo o primeiro em ativos financeiros (R$ 1.572 trilhões), volume de depósitos totais (464 bilhões de reais), carteira de crédito (717 bilhões de reais), base de clientes pessoas total (62 milhões, clientes PF e PJ), câmbio exportação (28,1% do mercado), administração de recursos de terceiros (603 bilhões de reais, o maior da América Latina) e faturamento de cartão de crédito (12,3% do mercado). O Banco do Brasil registrou em 2015, um lucro líquido de R$ 14,400 bilhões, registrando um aumento de 28% em relação ao lucro líquido do ano anterior.


Market Share - Fonte

Rede - Fonte

Linha do Tempo

1808 
A família Real Portuguesa se instala no Brasil. Banco do Brasil é fundado pelo príncipe regente D. João, quando o País passou a sediar a Coroa Portuguesa. Com duração de 20 anos, o objetivo era de promover a indústria nacional. A esse prazo o banco se dissolveria ou se constituiria novamente, claro se o governo assim desejasse. O capital inicial foi de 1.200 contos de réis, dividido em 1.200 ações de um conto de réis cada uma podendo ser aumentada por meio de novas ações.

1810
O meio circulante do país era exclusivamente metálico e as cédulas do Banco do Brasil foram as primeiras a circular no mundo português. A Fazenda Real, entrou como acionista principal, cobrando impostos atrasados e atuais, abriu mão durante 5 anos de qualquer lucro de ações. Através desta ação o capital do banco se consolidou.

1821 
D. João VI e a corte retornam a Portugal levando os fundos do Bando do Brasil.

1829 
Banco do Brasil é liquidado por lei, o excesso de emissões de títulos e a falta de administração competente foram as principais causas do fechamento do banco.

1851
Visconde de Mauá funda um Banco do Brasil particular, autorizada pelo governo.

1854 
Encerramento das intervenções governamentais nas atividades comerciais do BB, após sucessivas mudanças.

1889 
Participação fundamental no fomento econômico e no saneamento das finanças públicas após a Proclamação da República.

1892 
O Banco do Brasil se funde com o Banco da República dos Estados Unidos e passa a se chamar Banco da República do Brasil.

1905 
O Banco da República do Brasil é liquidado e transformado por meio de mudança na composição acionária, no Banco do Brasil S.A. Alteração na composição do capital social do Banco, na qual o Governo Federal torna-se acionista majoritário, forma jurídica que continua até hoje.

1906 
Listagem pública das ações do Banco do Brasil nas bolsas de valores.

1936 
Criação de uma das mais importantes ferramentas de sua atuação econômica: a Carteira de Crédito Agrícola e Industrial.

1960 
Transferência da sede para Brasília no dia da inauguração da nova capital do País.

1985 
Criação da Fundação Banco do Brasil (FBB) como importante instrumento de transformação em educação, cultura e esporte.

1986 
O Governo Federal autoriza o BB a atuar em todos os segmentos de mercado, iniciando sua evolução para conglomerado financeiro.

1989 
Inauguração do primeiro Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB), no Rio de Janeiro, no contexto das comemorações de 181 anos do Banco.

2000 
Lançamento do Portal Banco do Brasil na internet.

2001 
Configuração como banco múltiplo e instalação do Conselho Diretor e comitês, subcomitês e comissões.

2002 
Adequação do Estatuto Social para maior transparência e a adoção de melhores práticas.

2006 
Ingresso no Novo Mercado da Bolsa de Valores de São Paulo.

2009 
Início do programa de American Depositary Receipts (ADRs) Nível I na Bolsa de Nova Iorque.

2011 
Conclusão da operação de aquisição do Banco Patagônia, na Argentina, dentro do novo modelo de atuação no exterior.

2012 
Liderança do movimento consistente de queda dos juros no sistema bancário com o programa BOMPRATODOS.
Nesse mesmo ano, o Banco Postal passa a integrar a rede Mais BB de correspondentes.

2014 
Revisão de sua missão, visão e valores e de sua estratégia corporativa, com o princípio norteador de ser um banco de mercado com espírito público.

Composição Acionária



O Governo, através do Tesouro Nacional, é o controlador do Banco do Brasil com 50,73% das ações ordinárias. Em free float estão circulando hoje 42,79% das ações. Segue abaixo o quadro com os principais acionistas.

Acionistas


Perfil dos Investidores


Controladas


Coligadas - Banco Múltiplo


Coligadas - Seguridade


Coligadas - Meios de Pagamento


Coligadas - Banco de Investimento


terça-feira, 26 de abril de 2016

BM&F BOVESPA - Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros: História e Composição Acionária

A BM&F BOVESPA S.A. atua como principal instituição brasileira de intermediação para operações no mercado de capitais. A companhia desenvolve, implanta e provê sistemas para negociação de ações, derivativos de ações, derivativos financeiros, títulos de renda fixa, títulos públicos federais, moedas a vista e commodities agropecuárias.

Por meio de suas plataformas, realiza o registro, a compensação e a liquidação de ativos e valores mobiliários negociados em seus ambientes, assim como a listagem de ações e de outros ativos. Atua também como depositária central dos ativos negociados em seus pregões, além de licenciar softwares e índices.

Faz também o controle e o gerenciamento de riscos das operações no plano do investidor final e possui uma robusta estrutura de clearings, de maneira a assegurar o funcionamento eficiente e seguro de seus mercados.

Única bolsa de valores, mercadorias e futuros em operação no Brasil, a BM&F BOVESPA exerce o papel de fomentar o mercado de capitais brasileiro por intermédio de inovações e desenvolvimento de produtos, além de programas de educação para a população. Também gerencia investimentos sociais, com foco no desenvolvimento de comunidades que se relacionam com seu universo.

Criada em 2008 com a fusão da BM&F e da BOVESPA, é uma sociedade de capital aberto, cujas ações (BVMF3) são negociadas no Novo Mercado - segmento em que as empresas assumem compromissos de melhores práticas de governança corporativa.

Histórico

BM&F

A BM&F teve início em janeiro de 1986. Na década de 1990, fortaleceu sua posição no mercado nacional, consolidando-se como o principal centro de negociação de derivativos da América Latina. Com o objetivo de proporcionar um conjunto integrado de serviços adquiriu, em 2002, participação majoritária na Bolsa de Valores do Rio de Janeiro e coordenou a criação da Bolsa Brasileira de Mercadorias. Nesse mesmo ano, completou importantes reformas decorrentes da implantação do novo Sistema de Pagamentos Brasileiro, lançando a Clearing de Câmbio. Em 2004, ampliou seu espaço estratégico de atuação, com o início das atividades da Clearing de Ativos e do Banco BM&F. Em 2007, a BM&F começou o seu processo de desmutualização, preparando-se para a abertura de capital.

Em outubro de 2007, foi firmada parceria com o CME Group envolvendo um investimento cruzado em ações das duas companhias e a criação de uma interligação de rede eletrônica para o roteamento de ordens referentes aos produtos transacionados em seus ambientes de negociação (tanto no segmento BM&F como no segmento BOVESPA).

Ainda em 2007, em 30 de novembro, as ações da BM&F estrearam no Novo Mercado da Bolsa de Valores de São Paulo (BOVESPA), negociadas sob o código BMEF3.

BOVESPA

A história da BOVESPA remonta a 1890, quando foi criada a chamada Bolsa Livre. A partir da década de 1960, a BOVESPA assumiu a característica institucional de bolsa de valores mutualizada e sem fins lucrativos, perfil que perdurou até sua desmutualização em 2007. Ainda, na década de 1960, com o advento de nova regulamentação do mercado de capitais brasileiro, a denominação da BOVESPA foi alterada para Bolsa de Valores de São Paulo.

Outro marco foi a criação do Índice Bovespa (IBOV), em 1968, que tem por finalidade básica servir como indicador médio do comportamento do mercado. O IBOV mantém a integridade de sua série histórica e não sofreu modificações metodológicas desde sua implantação.

No início da década de 1970, o registro de negócios realizado no pregão da BOVESPA foi automatizado e as cotações e demais informações relativas aos valores mobiliários negociados passaram a ser disseminadas de forma eletrônica e imediata. No final dessa década, foi precursora na realização de operações com opções sobre ações no Brasil.

Na década de 1980, dois fatores foram fundamentais para o desenvolvimento da BOVESPA: a criação dos fundos mútuos (ações e previdência) e o início do processo de desmaterialização da custódia, que se tornou, aos poucos, predominantemente escritural, o que contribuiu para a agilidade do procedimento de liquidação dos negócios e para o aumento da liquidez do mercado.

Logo no início da década de 1990, a BOVESPA introduziu, em paralelo ao pregão de viva voz, o sistema eletrônico de negociação de renda variável CATS (Computer Assisted Trading System), desenvolvido pela bolsa de Toronto. Em meados da mesma década, o sistema eletrônico de negociação foi substituído por um avançado sistema adquirido da então bolsa de Paris (atual Nyse Euronext) e foi instituída a Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia (CBLC), que passou a oferecer uma estrutura moderna de câmara de compensação e central depositária, permitindo a participação de instituições bancárias nas atividades de agentes de compensação.

Em 2000, com o objetivo de concentrar toda a negociação de ações do Brasil em um só ambiente, a BOVESPA liderou um programa de integração com as oito demais bolsas de valores brasileiras, passando a ser o único mercado de bolsa para transações de renda variável no Brasil acessado por sociedades corretoras de valores de todo o País. Nesse processo de integração, a BOVESPA adquiriu, por meio da CBLC, a Companhia de Liquidação e Custódia (CLC), então responsável pelos serviços de liquidação e custódia dos valores mobiliários negociados na Bolsa de Valores do Rio de Janeiro.

Ainda em 2000, a BOVESPA lançou os três segmentos especiais de listagem com práticas elevadas de governança corporativa: o Novo Mercado e os Níveis de Governança Corporativa 1 e 2. Em 2001, criou o BOVESPA Fix, uma plataforma eletrônica de negociação de títulos de renda fixa corporativos.

Em 2002, com a aquisição da SOMA, passou a atuar também na negociação de títulos de renda variável no mercado de balcão organizado (MBO), concentrando toda a negociação em mercado organizado de renda variável no Brasil. Em setembro de 2005, a BOVESPA encerrou a realização de negócios por meio do pregão de viva voz, tornando-se um mercado totalmente eletrônico.

Em 28 de agosto de 2007, a sua desmutualização foi aprovada e os detentores de títulos patrimoniais da BOVESPA e de ações da CBLC tornaram-se acionistas da Bovespa Holding. Em outubro de 2007, tiveram início as negociações de ações da BOVESPA Holding no Novo Mercado sob o código BOVH3.

BM&F BOVESPA S.A.


Em 8 de maio de 2008, foi realizada a integração das atividades da BM&F e da BOVESPA Holding, por meio da incorporação das duas empresas pela Nova Bolsa S.A. Houve, então, a alteração da denominação social da Companhia de Nova Bolsa S.A. para BM&F BOVESPA S.A. – Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros, que já nasceu como uma das maiores bolsas do mundo, em termos de valor de mercado.

Linha do Tempo

1890

Fundação da Bolsa Livre, fechada em 1891.

1895

Fundação da Bolsa de Fundos Públicos de São Paulo. As negociações de títulos públicos e de ações eram registradas em enormes quadros-negros de pedra.

1967

Surgimento das sociedades corretoras e do operador de pregão. Bolsa passa a ser chamada de Bolsa de Valores de São Paulo — BOVESPA.

1970

Substituição dos boletos por cartões perfurados. Os negócios da BOVESPA passam a ser registrados eletronicamente.

1986

Início dos pregões da Bolsa Mercantil & de Futuros — BM&F e de sua Clearing de Derivativos.

1990

Bovespa inicia negociações no Sistema de Negociação Eletrônica CATS, em paralelo ao pregão de viva voz.

1997

Implantação do Mega Bolsa da BOVESPA, plataforma tecnológica altamente avançada de processamento de informações.

Celebração de acordo entre BM&F e a Bolsa Brasileira de Futuros (BBF), com o objetivo de consolidar-se como o principal centro de negociação de derivativos do Mercosul.

1999

Lançamento do Home Broker, possibilitando ao investidor transmitir suas ordens diretamente ao Mega Bolsa da Bovespa e o After Market, sessão noturna de negociação eletrônica.

2000

Implantação da plataforma eletrônica de negociação de derivativos GTS da BM&F.

2002

Início das atividades da Clearing de Câmbio da BM&F e da Bolsa Brasileira de Mercadorias; e aquisição de títulos patrimoniais da Bolsa de Valores do Rio de Janeiro — BVRJ.

2007

Desmutualização da Bovespa, que passa a ser chamada Bovespa Holding, e da BM&F, que passa a ser chamada BM&F S.A.

A BOVESPA Holding S.A e a BM&F S.A. obtêm o registro de companhia aberta e realizam oferta pública de ações no Novo Mercado em 26 de outubro de 2007 e em 30 de novembro, respectivamente.

2008

Integração da Bovespa Holding S.A. e BM&F S.A. e criação da BM&F BOVESPA S.A Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros.

Início das negociações das ações da BM&F BOVESPA S.A no Novo Mercado sob o código BVMF3.

2010

Inicio da parceria estratégica preferência global com o CME Group.

2011

Entra em operação a plataforma multimercado PUMA Trading System com os módulos de transações de derivativos e câmbio pronto no segmento BM&F, sendo que o módulo de ações está previsto para ser entregue no segundo semestre de 2012.

Apresentação da arquitetura multiativo e multimercado CORE (Close-Out Risk Evaluation), que vai permitir a gestão de risco consolidada entre diferentes classes de ativos e contratos, garantindo aos usuários de sistemas da Bolsa uma maior eficiência na alocação de capital.

2012

Início da listagem cruzada de mini-contrato de soja e dos contratos futuros do S&P500 denominados em dólar e do Ibovespa futuro na BM&F BOVESPA e no CME Group, respectivamente.

Início da construção do novo Data Center, em Santana de Parnaíba, que visa reorganizar e racionalizar os data centers que a BM&F BOVESPA opera e que resultará numa plataforma de tecnologia mais eficiente, mais segura e com maior capacidade.

Apresentação ao mercado do “IPN”, Programa de Integração da Pós-Negociação da BM&F BOVESPA, para a criação da nova câmara de compensação integrada que consolidará as atividades das clearings de ações e renda fixa privada, derivativos, câmbio e ativos.

2013

Implantação do módulo de ações do PUMA Trading System. Com isso, a plataforma está em operação nos dois principais mercados administradores pela BM&F BOVESPA: o de ações e o de derivativos, que foi finalizado em 2011.

Divulgação da nova metodologia para o cálculo do Índice Bovespa, (“Ibovespa”), com o objetivo de representar com maior exatidão o desempenho do mercado brasileiro, com alteração escalonada em duas etapas implantadas no primeiro semestre de 2014.

2014

Finalização da construção do novo Data Center da BM&F BOVESPA, garantindo maior eficiência e robustez à infraestrutura da Bolsa.

Início da operação da plataforma iBalcão para registro de instrumentos financeiros, tais como CDBs, LCAs, LCIs e COEs.

Implantação da fase de derivativos da nova clearing integrada (“Clearing BM&F BOVESPA”).

Fotografias Históricas


Composição Acionária

O quadro abaixo apresenta a composição acionária atual. Não existe um sócio controlador. A maior parte das ações (71,14%) está em livre circulação no mercado. Os acionistas que possuem maior quantidade de ações são fundos estrangeiros.


O perfil dos investidores é apresentado no quadro abaixo.


Fonte 1
Fonte 2
Fonte 3