Hora de começar vender umas LTFs para comprar umas NTN-Bs... Porém, o mercado está suspenso até o momento devido a alta volatilidade nas taxas de juros nesta manhã. A expectativa é que o mercado abra às 11:30. Vamos aguardar.
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sexta-feira, 7 de agosto de 2015
NTN-B Principal 2035 (Tesouro IPCA) com 7% de Taxa?!
Não, ainda não chegou lá, mas está quase...
Hora de começar vender umas LTFs para comprar umas NTN-Bs... Porém, o mercado está suspenso até o momento devido a alta volatilidade nas taxas de juros nesta manhã. A expectativa é que o mercado abra às 11:30. Vamos aguardar.
Hora de começar vender umas LTFs para comprar umas NTN-Bs... Porém, o mercado está suspenso até o momento devido a alta volatilidade nas taxas de juros nesta manhã. A expectativa é que o mercado abra às 11:30. Vamos aguardar.
quinta-feira, 6 de agosto de 2015
Juros Futuros, Dólar e Tesouro Direto
As taxas de juros futuros operam com forte alta nesta quinta-feira, enquanto o dólar (gráfico abaixo) avança e já atinge uma alta de quase 20% desde o último fundo formado em abril deste ano.
A alta dos juros ocorre após a divulgação da ata da última reunião do COPOM. O Comitê afirmou que os avanços no combate à inflação mostram que estratégia de política monetária está na direção correta e que a convergência da inflação à meta em 2016 tem se fortalecido. Porém, mesmo com o tom positivo da ata, o mercado não reagiu bem, sinal de descrédito.
As taxas dos contratos futuros de juros (gráfico abaixo) avançam reagindo à alta do dólar e ao aumento da tensão no cenário político local. O risco de rebaixamento do ‘rating’ pela Moody’s também continua permeando o cenário adverso.
O aumento do risco político tem provocado a alta dos prêmios de risco na curva de juros. O avanço das investigações da operação Lava-Jato também podem piorar a governabilidade da presidente Dilma.
Com o avanço do dólar parte do mercado começa a ver a possibilidade do Banco Central ser obrigado a retomar o ciclo de aperto monetário, apesar de ele ter sinalizado o fim do ciclo de alta de juros no comunicado da última reunião.
Ontem o vice-presidente da Presidência da República, Michel Temer, afirmou que a situação é grave, que há uma crise política e uma crise econômica que precisam ser ajustadas, e se disse preocupado com a repercussão no exterior.
As taxas dos contratos futuros de juros (gráfico abaixo) avançam reagindo à alta do dólar e ao aumento da tensão no cenário político local. O risco de rebaixamento do ‘rating’ pela Moody’s também continua permeando o cenário adverso.
O aumento do risco político tem provocado a alta dos prêmios de risco na curva de juros. O avanço das investigações da operação Lava-Jato também podem piorar a governabilidade da presidente Dilma.
Com o avanço do dólar parte do mercado começa a ver a possibilidade do Banco Central ser obrigado a retomar o ciclo de aperto monetário, apesar de ele ter sinalizado o fim do ciclo de alta de juros no comunicado da última reunião.
Ontem o vice-presidente da Presidência da República, Michel Temer, afirmou que a situação é grave, que há uma crise política e uma crise econômica que precisam ser ajustadas, e se disse preocupado com a repercussão no exterior.
Como foi explicado no post anterior, a alta dos juros causada pelo aumento do Risco-Brasil tem influência direta nas taxas praticadas pelo Tesouro Nacional no títulos públicos. No gráfico das taxas da NTN-B Principal para 2035 já vemos um rompimento dos últimos topos formados.
Em fevereiro último já tinha feito um post mostrando um possível rompimento destes topos no decorrer do ano. Na ocasião usei uma técnica de análise gráfica que mostrava uma elevação em direção ao topo formado do início de 2014, quando a taxa superou os 7%. Na minha opinião atingiremos este valor em breve, quem esperou um ano e meio (como eu) já pode ir tirando o escorpião do bolso porque estamos quase lá.
domingo, 26 de janeiro de 2014
NTN-B Principal para 2035
De uma forma bem simplória, defini que meus investimentos em renda fixa seriam compostos apenas de títulos do governo (tesouro direto), mais especificamente a NTN-B Principal (Notas do Tesouro Nacional Série B). O objetivo com este investimento é basicamente acumulação de capital para aposentadoria.
Acredito que investir no tesouro direto é mais vantajoso do que aportar em um plano de previdência por exemplo. O leitor poderá realizar uma rápida busca no Google e verá que é quase unanimidade entre os analistas que atualmente o melhor título para acumulação de capital visando aposentadoria são as Notas do Tesouro Nacional Série B.
As Notas do Tesouro Nacional (série B) são subdividas em dois títulos: NTN-B e NTN-B Principal. A principal diferença entre eles é que o primeiro possui pagamento por meio de cupons de juros e o segundo, no vencimento. A maior desvantagem da NTN-B pura em relação à Principal é a antecipação do imposto de renda. Para quem precisa de renda periódica, o cupom semestral é uma boa estratégia, mas para aposentadoria, é melhor deixar o título rendendo para só pagar o imposto no final.
A NTN-B Principal é um título pós-fixado que está vinculado ao IPCA. Como principal vantagem, a NTN-B Principal permite ao investidor obter rentabilidades em termos reais, ou seja, ganho descontado da inflação. A NTN-B Principal remunera, além da variação do IPCA entre a data da compra e a data de vencimento do título, uma taxa de juros que pode ser entendida como ganho real. Em outras palavras, o IPCA garante a manutenção do poder de compra, e essa taxa de juros define o ganho real do título.
De forma simplificada, a rentabilidade proporcionada pelo título será em função do IPCA acrescido pelos juros reais da NTN-B Principal. A NTN-B Principal é composta por um fluxo de caixa simples, pois o pagamento é feito por uma parcela única na data de vencimento do título, conforme demonstração:
O Preço Unitário representa a quantia gasta pelo investidor para adquirir o título. A Data de Compra é como o próprio nome indica, a data em que o título foi comprado. Entre a compra e a venda, ocorre o faturamento dos juros vinculados ao IPCA que na demonstração está indicado por taxa de juros efetiva no período.
O Valor de Resgate é a quantia que o investidor irá receber após ter adquirido o título. Este valor incorpora a variação do IPCA e os juros reais do período. A Data do Vencimento indica a data em que o investidor realiza o resgate do valor aplicado e a venda do título. Atualmente, existem três opções de NTN-B Principal disponíveis para compra: com vencimentos para 2019, 2024 e 2035. Para saber qual delas comprar, é preciso entender seus riscos.
Se o investidor ficar com o título até o vencimento, ele ganhará exatamente o que foi pactuado na compra. Mas caso ele queria se desfazer do papel antes, ficará sujeito a aceitar o que o mercado está disposto a pagar por ele, podendo ter prejuízo se vendê-lo em um momento ruim.
NTN-B Principal para 2035
A taxa de juros relativa à NTN-B principal para 2035 atingiu na última sexta (24/01/2014) incríveis 7.05% para compra e 7.15% para venda como pode ser observado na tabela abaixo. Um bom convite ao investidor que visualiza uma estratégia de investimento de prazo mais longo, visando aposentadoria por exemplo.
No gráfico abaixo visualizamos a evolução do preço do título desde janeiro de 2013. Vemos claramente que o preço está no menor patamar apurado neste período, talvez até no menor patamar histórico o que não saberei dizer pois não apurei os valores anteriores a 2013.
No gráfico abaixo visualizamos a evolução da taxa de compra do título desde janeiro de 2013 que vem a culminar no valor de 7.05% verificado na última sexta.
Acredito que estamos passando por um período único na história recente, onde cada investidor deve fazer seu dever de casa e selecionar os melhores investimentos de acordo com seus objetivos e perfil de investimento.
Opções não faltam, além do tesouro direto temos aí a forte queda verificada nos FIIs que deixaram atraentes novamente muitos fundos bem administrados e estáveis, mesmo considerando um cenário futuro nebuloso para o setor imobiliário. Não podemos também deixar de considerar a queda recente das ações, temos no momento algumas pechinchas na bolsa e só não vê quem não quer.
O momento é de cautela sim pois o cenário futuro da economia do país também não é dos mais promissores, mas não podemos ficar atônitos diante das oportunidades que surgem e sim ter a clareza e discernimento de entender que o mercado é cíclico e imprevisível, e diante disto devemos agir de forma ponderada porém objetiva.
Uma boa semana a todos!
Acredito que investir no tesouro direto é mais vantajoso do que aportar em um plano de previdência por exemplo. O leitor poderá realizar uma rápida busca no Google e verá que é quase unanimidade entre os analistas que atualmente o melhor título para acumulação de capital visando aposentadoria são as Notas do Tesouro Nacional Série B.
As Notas do Tesouro Nacional (série B) são subdividas em dois títulos: NTN-B e NTN-B Principal. A principal diferença entre eles é que o primeiro possui pagamento por meio de cupons de juros e o segundo, no vencimento. A maior desvantagem da NTN-B pura em relação à Principal é a antecipação do imposto de renda. Para quem precisa de renda periódica, o cupom semestral é uma boa estratégia, mas para aposentadoria, é melhor deixar o título rendendo para só pagar o imposto no final.
As alíquotas variam conforme o tempo em que o dinheiro está investido naquele título: 22,5% para 180 dias; 20% entre 181 e 360 dias; 17,5% entre 361 e 720 dias e 15% para prazos superiores a 720 dias. Ou seja, no caso da NTN-B pura, o investidor ainda começará pagando as maiores alíquotas de IR nos primeiros cupons.
A NTN-B Principal é um título pós-fixado que está vinculado ao IPCA. Como principal vantagem, a NTN-B Principal permite ao investidor obter rentabilidades em termos reais, ou seja, ganho descontado da inflação. A NTN-B Principal remunera, além da variação do IPCA entre a data da compra e a data de vencimento do título, uma taxa de juros que pode ser entendida como ganho real. Em outras palavras, o IPCA garante a manutenção do poder de compra, e essa taxa de juros define o ganho real do título.
De forma simplificada, a rentabilidade proporcionada pelo título será em função do IPCA acrescido pelos juros reais da NTN-B Principal. A NTN-B Principal é composta por um fluxo de caixa simples, pois o pagamento é feito por uma parcela única na data de vencimento do título, conforme demonstração:
O Preço Unitário representa a quantia gasta pelo investidor para adquirir o título. A Data de Compra é como o próprio nome indica, a data em que o título foi comprado. Entre a compra e a venda, ocorre o faturamento dos juros vinculados ao IPCA que na demonstração está indicado por taxa de juros efetiva no período.
O Valor de Resgate é a quantia que o investidor irá receber após ter adquirido o título. Este valor incorpora a variação do IPCA e os juros reais do período. A Data do Vencimento indica a data em que o investidor realiza o resgate do valor aplicado e a venda do título. Atualmente, existem três opções de NTN-B Principal disponíveis para compra: com vencimentos para 2019, 2024 e 2035. Para saber qual delas comprar, é preciso entender seus riscos.
Se o investidor ficar com o título até o vencimento, ele ganhará exatamente o que foi pactuado na compra. Mas caso ele queria se desfazer do papel antes, ficará sujeito a aceitar o que o mercado está disposto a pagar por ele, podendo ter prejuízo se vendê-lo em um momento ruim.
NTN-B Principal para 2035
A taxa de juros relativa à NTN-B principal para 2035 atingiu na última sexta (24/01/2014) incríveis 7.05% para compra e 7.15% para venda como pode ser observado na tabela abaixo. Um bom convite ao investidor que visualiza uma estratégia de investimento de prazo mais longo, visando aposentadoria por exemplo.
No gráfico abaixo visualizamos a evolução do preço do título desde janeiro de 2013. Vemos claramente que o preço está no menor patamar apurado neste período, talvez até no menor patamar histórico o que não saberei dizer pois não apurei os valores anteriores a 2013.
No gráfico abaixo visualizamos a evolução da taxa de compra do título desde janeiro de 2013 que vem a culminar no valor de 7.05% verificado na última sexta.
Acredito que estamos passando por um período único na história recente, onde cada investidor deve fazer seu dever de casa e selecionar os melhores investimentos de acordo com seus objetivos e perfil de investimento.
Opções não faltam, além do tesouro direto temos aí a forte queda verificada nos FIIs que deixaram atraentes novamente muitos fundos bem administrados e estáveis, mesmo considerando um cenário futuro nebuloso para o setor imobiliário. Não podemos também deixar de considerar a queda recente das ações, temos no momento algumas pechinchas na bolsa e só não vê quem não quer.
O momento é de cautela sim pois o cenário futuro da economia do país também não é dos mais promissores, mas não podemos ficar atônitos diante das oportunidades que surgem e sim ter a clareza e discernimento de entender que o mercado é cíclico e imprevisível, e diante disto devemos agir de forma ponderada porém objetiva.
Uma boa semana a todos!
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