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segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Gastos com Automóvel (2015)


O automóvel é o sonho de quase todo brasileiro. A sensação de independência, prosperidade e status social associada à posse de um veículo não encontra paralelo em nenhum lugar do mundo. Em muitos casos, se tornou uma verdadeira obsessão. Fabricantes, concessionáriss e intermediários têm perfeito conhecimento desta paixão e a incentivam de todas as maneiras. Por outro lado, um automóvel é também um bem de família necessário e uma ferramenta de trabalho importante.

Mas quanto custa manter um automóvel?

As principais despesas associadas a um carro são: seguro, IPVA, DPVAT, manutenção e combustível. Além destas destas despesas recorrentes deve ser considerado também a depreciação que varia de modelo para modelo. O portal R7 realizou algumas simulações com veículos nacionais, veja abaixo...


Quanto gastei nos últimos 3 anos?

Na tabela abaixo apresento as despesas que tive com um automóvel nos 3 últimos anos. Vale lembrar que em abril deste ano realizei a troca do modelo popular ano 2001 para um modelo ano 2015 (relembre aqui).


Neste ano que passou tive um aumento nos impostos, taxas e seguro já que o veículo é novo. Porém, os gastos com manutenção foram menores (a maior parte dos gastos ainda foi com o veículo antigo). Reduzi também os gastos com estacionamento, limpeza, gasolina e óleo. Já a depreciação do novo veículo está em torno de 3.000, cerca de 7% entre abril e dezembro deste 2015. O gasto médio mensal foi de 523. Se formos considerar a depreciação, o gasto médio mensal foi então de 773.

quarta-feira, 25 de março de 2015

Qual o Melhor Seguro de Automóvel (Porto Seguro, Sulamérica ou Azul)?

Bom dia pessoal!

Estou realizando a cotação do seguro para o novo automóvel e até o momento a melhor opção está sendo a Sulamérica. Meu seguro atual é da Porto. Já tive também da HDI. Não tenho nada a reclamar da Porto e da HDI pois sempre que precisei dos serviços fui prontamente atendido. Gostaria de saber se os colegas já tiveram experiência com a Sulamérica e como foi.


Em termos de preço a Sulamérica está imbatível...

Para o veículo Cobalt Sedan LT 1.4 2015/2015

- Sulamerica Seguros
Colisão, incêndio, furto e roubo
R$100.000 de cobertura de danos materiais
R$100.000 de cobertura de danos corporais
R$5.000 de cobertura de APP
Franquia reduzida no valor de R$1.356,59
100% da tabela FIPE
Assistência 24 horas
Cobertura para vidros, retrovisores, faróis e lanternas
Valor total para seguro novo (bônus 0) : R$1.990,00
Valor total para renovação (bônus 10) : R$1.276,15
4x sem juros no débito em conta

- Azul Seguros
Colisão, incêndio, furto e roubo
R$100.000 de cobertura de danos materiais
R$100.000 de cobertura de danos corporais
R$5.000 de cobertura de APP
Franquia reduzida no valor de R$1.470,00
100% da tabela FIPE
Assistência 24 horas com 400km de reboque
Cobertura para vidros, retrovisores, faróis e lanternas
Valor total para seguro novo (bônus 0) : R$2.098,54
Valor total para renovação (bônus 10) : R$1.484,65
4x sem juros no débito em conta

- Porto Seguros
Colisão, incêndio, furto e roubo
R$100.000 de cobertura de danos materiais
R$100.000 de cobertura de danos corporais
R$5.000 de cobertura de APP
Franquia reduzida no valor de R$1.470,00
100% da tabela FIPE
Assistência 24 horas
Cobertura para vidros, retrovisores, faróis e lanternas
Valor total para seguro novo (bônus 0) : R$2.437,84 (já com desconto do cartão Porto)
Valor total para renovação (bônus 10) : R$1.880,51(já com desconto do cartão Porto)
5x sem juros no cartão de crédito Porto Seguro

Para o veículo Cobalt Sedan LTZ 1.8 2013/2013

- Sulamerica Seguros
Colisão, incêndio, furto e roubo
R$100.000 de cobertura de danos materiais
R$100.000 de cobertura de danos corporais
R$5.000 de cobertura de APP
Franquia reduzida no valor de R$1.220,66
100% da tabela FIPE
Assistência 24 horas
Cobertura para vidros, retrovisores, faróis e lanternas
Valor total para seguro novo (bônus 0) : R$2.504,52
Valor total para renovação (bônus 10) : R$1.289,87
4x sem juros no débito em conta

- Azul Seguros
Colisão, incêndio, furto e roubo
R$100.000 de cobertura de danos materiais
R$100.000 de cobertura de danos corporais
R$5.000 de cobertura de APP
Franquia reduzida no valor de R$1.470,00
100% da tabela FIPE
Assistência 24 horas com 400km de reboque
Cobertura para vidros, retrovisores, faróis e lanternas
Valor total para seguro novo (bônus 0) : R$2.496,72
Valor total para renovação (bônus 10) : R$1.632,82
4x sem juros no débito em conta

- Porto Seguros
Colisão, incêndio, furto e roubo
R$100.000 de cobertura de danos materiais
R$100.000 de cobertura de danos corporais
R$5.000 de cobertura de APP
Franquia reduzida no valor de R$1.470,00
100% da tabela FIPE
Assistência 24 horas
Cobertura para vidros, retrovisores, faróis e lanternas
Valor total para seguro novo (bônus 0) : R$3.282,98 (já com desconto do cartão Porto)
Valor total para renovação (bônus 10) : R$2.071,22(já com desconto do cartão Porto)
5x sem juros no cartão de crédito Porto Seguro

Poucos dias atrás fiz o cartão de crédito da Porto Seguro por indicação do colega E.I. (link) para obter 5% de desconto na próxima renovação do seguro mas nem assim será vantajoso. Mesmo sendo sócio da empresa terei que abandoná-la.

Algumas dicas para baixar o preço do seguro...

1 - Carro na garagem paga menos. Quanto menos o carro for exposto a riscos, menor o valor do seguro. Deixá-lo na garagem ou em estacionamentos fechados diminui as chances de roubo, furto e de alguns acidentes. O simples fato de ter garagem em casa pode reduzir o preço em até 25%.

2 - Faça com que motoristas jovens sejam condutores eventuais. A inexperiência no trânsito e a maior disposição para correr riscos acabam pesando no preço dos seguros feitos em nome de pessoas com idades de 18 a 25 anos. Por isso, se o jovem usar pouco o carro, é melhor que ele seja um condutor eventual do veículo dos pais, utilizando-o no máximo 15% do tempo, do que fazer um seguro em seu nome. Mas é fundamental que o tempo de uso do veículo não ultrapasse esse limite. Em caso de sinistro, se a seguradora verificar que o condutor principal era o jovem e não um dos pais, a família pode perder o direito à indenização.

3 - Equipamentos de segurança reduzem o preço. Ter equipamentos contra roubo instalados, como rastreadores, facilita a localização do veículo e diminui o risco da seguradora, reduzindo também o valor do seguro. No entanto, corretores e executivos de seguradoras alertam que só vale a pena fazer essa instalação caso ela seja oferecida pela própria companhia. Do contrário, os custos com a compra e manutenção do equipamento não compensam. Em geral, as seguradoras instalam esses equipamentos de graça nos carros com índices de roubo e furto mais altos. O desconto no valor do seguro pode chegar a 20%.

4 - Carros antigos pagam mais. Se o segurado puder trocar o veículo periodicamente, a cada três ou cinco anos, pode se prevenir contra um aumento no seguro. Vale lembrar que o fabricante não é obrigado a manter todas as peças no mercado para modelos com mais de dez anos. E a dificuldade de encontrar peças encarece o seguro.

5 - Escolha a cobertura ideal para seu bolso. A abrangência da cobertura do seguro também influencia no preço final, mas é preciso avaliar que itens são realmente necessários. Existem as coberturas completas (colisão, incêndio, roubo e furto), as parciais (só contra incêndio e roubo, por exemplo), a cobertura de responsabilidade civil facultativa (RCF) e a de acidentes pessoais de passageiros (APP), destinada às despesas médicas dos ocupantes do veículo segurado.

6 - Além disso, as seguradoras oferecem uma série de serviços extras, como assistência 24 horas, auxílio em caso de pane seca e elétrica, carro extra para quando o veículo segurado estiver na oficina, traslado e hotel caso o sinistro ocorra fora da cidade do segurado, e até serviços domésticos, como conserto de aparelhos eletroeletrônicos, help desk de informática, chaveiro e consultas veterinárias gratuitas. Fora os seguros adicionais para acessórios.

7 - É claro que tudo tem seu preço. Na hora de escolher, cabe avaliar o que é realmente necessário e o que é dispensável. Para alguns modelos de veículo, por exemplo, pode não valer a pena fazer um seguro completo. Os antigos e fora de linha têm peças de reposição muito caras ou simplesmente impossíveis de achar no mercado. Por essa razão, fazer cobertura contra colisão, nesses casos, pode ter um preço exorbitante.

8 - Se o carro for aquele xodó que só circula em torno do quarteirão no fim de semana, pode-se fazer apenas um RCF, para se precaver contra eventuais danos a terceiros em caso de acidente. Mas se o carro antigo rodar mais que isso, uma cobertura só contra incêndio e roubo ainda sai bem mais em conta.

9 - Os corretores em geral recomendam que não se corte demais a cobertura, para não ficar em apuros no momento do sinistro. Por exemplo, a assistência 24 horas normalmente está incluída nas coberturas mínimas. Em geral, não compensa limitar esse serviço, como propõem algumas seguradoras. “Em certas companhias é possível restringir o número de utilizações para a assistência 24 horas ou a quilometragem que o guincho pode percorrer até o local do sinistro. Isso não vale a pena, pois barateia muito pouco em relação à dor de cabeça que o segurado pode ter”, explica o corretor Carlos Lucena.

10 - Baixe o seguro do segundo veículo da família. Se o segundo carro da família só for utilizado eventualmente, sem objetivos comerciais ou de ida e volta diária ao trabalho, o valor do prêmio será naturalmente mais baixo. Na hipótese de sair caro demais fazer mais um seguro completo, pode-se contratar apenas a cobertura de responsabilidade civil facultativa (RCF), que é aquela que cobre os danos causados a terceiros.

11 - Seja um motorista exemplar. Segurados que não têm registro de sinistro no último ano recebem bônus, isto é, um desconto na hora da renovação. Quando ocorre um sinistro, o segurado pode perder uma classe de bônus, o que pode reduzir o desconto. Os bônus pertencem ao segurado, ou seja, ele carrega o desconto consigo se mudar de seguradora. Evitar multas também é uma boa maneira de tentar reduzir o valor do prêmio, pois algumas seguradoras concedem desconto para quem não tem pontos na carteira.

12 - Em caso de danos com custos próximos ao valor da franquia, não acione o seguro. Os consertos só são cobertos pelo seguro caso seus custos ultrapassem o valor da franquia. Se o segurado tiver bônus e os custos de reparo estiverem só um pouco acima do valor da franquia, o melhor é não acionar o seguro, para não correr o risco de perder uma classe de bônus. O segurado arca com as despesas de reparo e deixa para acionar o seguro quando os danos forem realmente grandes.

13 - Modifique o valor da franquia de acordo com seus riscos. As companhias de seguros oferecem três modalidades de franquia. A obrigatória, que é a quantia normal, proporcional ao valor do seguro; a facultativa, somada à obrigatória para subir o valor da franquia e, com isso, reduzir o prêmio; e a reduzida, menor que a obrigatória, mediante um aumento do valor do prêmio. Se a maior preocupação do segurado for roubo, aumentar o valor da franquia pode ser uma boa opção para pagar um prêmio menor, mas a cobertura contra colisões também será reduzida. Mas atenção: dobrar a franquia não significa que o prêmio vai reduzir à metade. A queda varia somente entre 10% e 20%. Já para os motoristas que se preocupam mais com colisão do que com roubo pode ser mais vantajoso optar pela franquia reduzida. Embora aumente o valor do prêmio de 20% a 30%, a franquia mais baixa permitirá que mais eventos estejam cobertos.

14 - O seguro contratado na concessionária pode ser mais vantajoso. Algumas montadoras, como Mitsubishi, Volkswagen e Honda, oferecem a contratação do seguro diretamente na concessionária no ato da compra. Esses pacotes podem ser ligeiramente mais baratos para alguns modelos específicos, como os que ainda não possuem estatísticas de sinistros no mercado, os esportivos e algumas picapes. Segundo o presidente da Mitsubishi no Brasil, Robert Rittscher, o seguro de uma Pajero TR4 pode custar 3,7% do valor do carro na concessionária ao passo que no mercado o seguro fica acima de 4,5% do preço do veículo. Além disso, as montadoras costumam oferecer outros benefícios, como garantia de conserto em uma concessionária da marca, o que para um carro zero é essencial para não haver perda do direito à garantia da peça reparada. Existem outras vantagens. Na Honda, por exemplo, há produtos específicos para portadores de necessidades especiais. Já na Mitsubishi, há facilidades no parcelamento, a cobertura de responsabilidade civil costuma ser mais alta que a média do mercado e, no caso de roubo ou furto com menos de seis meses de seguro, a montadora dá um carro novo para o segurado.

15 - Pesquise a melhor seguradora. A contratação de um seguro, no Brasil, exige a intermediação de um corretor. Por isso, o primeiro passo é pesquisar bastante para encontrar uma boa corretora, que trabalhe com seguradoras de renome e, de preferência, indicada por alguém de confiança. Uma boa opção é checar no Procon local se a corretora e as seguradoras têm contra elas alguma reclamação grave. Também é importante cotar o seguro em várias seguradoras, pois como o cálculo do preço é baseado nas estatísticas de sinistros de cada companhia, o valor da apólice, para um mesmo perfil, pode variar de uma seguradora para a outra. “Para contratar um bom seguro é fundamental procurar um profissional que conheça o ramo e não se ater somente ao valor final, mas principalmente à cobertura oferecida”, aconselha Marcelo Sebastião, diretor do ramo de automóvel da Porto Seguro. Na busca do melhor serviço pelo menor preço possível, a saída é transformar o corretor em um aliado. Ele deve ser disponível e orientar o segurado a tomar as melhores decisões. “O corretor deve ser um guardião dos bens do cliente e não um simples vendedor. Ele é corresponsável pelo seguro. Bom preço é uma consequência do seguro bem contratado”, opina Clécio Brichesi, corretor de seguros.

16 - Nunca minta para a seguradora para baixar o preço da apólice. Na hora de informar o perfil do motorista para o corretor, é fundamental que todas as informações sejam verdadeiras. Qualquer incorreção pode fazer o segurado perder o direito à indenização em caso de sinistro. As companhias de seguros têm maneiras de averiguar a veracidade dos fatos e podem se recusar a pagar pelos danos caso constatem alguma irregularidade. Ou seja, não adianta contar uma “mentira branca” para tentar reduzir o risco do seu perfil. Nada de dizer que não há pessoas com idade entre 18 e 25 anos morando com o condutor principal ou fazer o seguro no nome da esposa, sendo que o marido fica a maior parte do tempo com o carro. E, para os jovens de mais de 25 anos, nada de emprestar o carro para aquele amigo de 24 anos dar uma volta. A idade do motorista que causou o acidente é o fator mais sério quando se fala em perda de direito à indenização.

Fonte

Na hora da compra do carro  novo, além de verificar o preço do seguro do automóvel, outro fator fundamental é analisar o consumo do mesmo. Uma ferramenta muito interessante para fazer esta pesquisa é o site Consumo BR, lá você poderá analisar e comparar os diversos automóveis do mercado brasileiro.

sábado, 27 de dezembro de 2014

Maiores Porta Malas

Olá pessoal!

Todos foram bem de festas de natal? Espero que sim.

Estou aqui para lançar uma questão relativa a automóveis aos colegas. Neste fim de ano alguns acontecimentos me sugestionaram comprar um novo carro, algo que não estava no planejamento de 2015 mas por motivo de força maior tornou-se uma prioridade. Os meus principais requisitos são: capacidade de bagagem, economia de combustível e custo de manutenção (nesta ordem).

Consultando na internet sobre carros com grande capacidade para bagagem me deparei com esta seleção:

10º lugar - Nissan Versa


9º lugar - Volkswagen Voyage


8º lugar - JAC J3 Turin


7º lugar - Ford Fiesta RoCam Sedan


6º lugar - Renault Symbol


5ºlugar - Renault Logan


4º lugar - Fiat Grand Siena


3º lugar - Toyota Etios


2º lugar - Chevrolet Cobalt


1º lugar - Lifan 620


Gostaria de conhecer a opinião dos colegas sobre estes automóveis e outras opções. Outro tema que gostaria de discutir com vocês seria a escolha entre automóvel zero x semi-novo.

Desde já agradeço!

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Quanto Você Gastou com seu Automóvel em 2013?

Segundo esta reportagem da AutoInforme, o custo do brasileiro médio com o seu automóvel aumentou 4,9% em 2013, valor este acima do IPC que foi de 3,88%. A inflação do automóvel acompanha a evolução dos preços de peças, serviços, combustíveis, impostos e seguros. O custo médio mensal para se manter um carro em 2013 foi de R$ 1.054,00 o que corresponde a R$ 12.648,00 por ano. Lembrando que este número não inclui prestações e depreciação, apenas as despesas com o veículo.


O maior contribuinte para o aumento dos gastos foi o setor de serviços, que acumulou alta de 5,93%. A lavagem simples ficou 14,2% mais cara. Já o estacionamento por hora subiu 5,81%.

Outro aumento determinante foi o dos combustíveis na média de 5,72%. Peças de reposição tiveram alta de 4,48%. Já o preço do seguro subiu 4,66%.

Por outro lado, impostos ficaram mais baratos 2,72% graças à queda do preços do carro usado de onde é tirado o percentual do IPVA que teve queda de 4,92%.


A tabela acima apresenta o gasto médio mensal do brasileiro segundo a AutoInforme. Abaixo apresento os gastos que tive em 2013 com meu automóvel popular ano 2001:


Na categoria Combustíveis fiquei alinhado com o gasto médio já que gastei apenas um pouco menos que a média.

Na categoria Peças fiquei bem abaixo da média. Apesar de ter um carro com muitos anos de uso as peças do mesmo são muito baratas o que me trás uma economia muito grande nas oficinas.

Na categoria Serviços fique bastante abaixo da média, isto porque lavo o carro de três e três meses, rs. E uso muito pouco serviços de estacionamento.

Na categoria Impostos o meu número acabou ficando superior à média, não entendi o motivo já que o IPVA do meu carro é muito baixo (305,73).

Na categoria Seguros a diferença foi gritante (53,64 para a minha média e 229,73 para a média do brasileiro).

Abaixo apresento os gastos com o meu automóvel nos últimos anos:


Quanto seu Carro vai Custar em 2014?

Segundo o site VRUM, o proprietário de um Volkswagen Gol, modelo mais vendido no Brasil, vai gastar R$ 8.487 em 2014. Já a pessoa que tem um Range Rover Evoque na garagem vai desembolsar R$ 21.490 no próximo ano. O montante total inclui gastos fixos com impostos, manutenção, combustível, além de seguro particular. Ainda assim, na conta não estão incluídos imprevistos, como a quebra de alguma peça.

Confira os gastos para 2014 dos 10 carros mais vendidos do ano (sem incluir o valor do seguro particular):

Gol - R$ 30.220

IPVA - R$ 755,50
Licenciamento - R$ 68,13
DPVAT - R$ 105,65
Revisões - R$ 440,00
Combustível - R$ 5.608
TOTAL = R$ 6.977,28

Palio - R$ 24.570

IPVA - R$ 614,25
Licenciamento - R$ 68,13
DPVAT - R$ 105,65
Revisões - R$ 172,00 (15.000 Km)
Combustível - R$ 4.819,67
TOTAL = R$ 5.779,70

Fiesta - R$ 26.990

IPVA - R$ 674,75
Licenciamento - R$ 68,13
DPVAT - R$ 105,65
Revisões - R$ 504 (R$ 224 (anual ou 10.000 Km) + R$ 280 (20.000 Km))
Combustível - R$ 5.444,44
TOTAL = R$ 6.796,97

HB20 - R$ 33.295

IPVA - R$ 832,37
Licenciamento - R$ 68,13
DPVAT - R$ 105,65
Revisões - R$ R$ 119,13 (anual ou a cada 10.000 Km)
Combustível - R$ 5.113,04
TOTAL = R$ 6.238,32

Onix - R$ 31.790

IPVA - R$ 794,75
Licenciamento - R$ 68,13
DPVAT - R$ 105,65
Revisões - R$ 696 (R$ 196 (10.000 Km) + R$ 500 (20.000 Km))
Combustível - R$ 5.600
TOTAL = R$ 7.264,53

Sandero - R$ 28.690

IPVA - R$ 717,25
Licenciamento - R$ 68,13
DPVAT - R$ 105,65
Revisões - R$ 646 (R$ 187 (10.000 km) + R$ 459 (20.000 Km))
Combustível - R$ 4.741,93
TOTAL = R$ 6.278,96