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sábado, 18 de junho de 2016

O Pequeno Príncipe e Outras Obras de Domínio Público para Baixar


No ano passado "O Pequeno Príncipe" se tornou uma obra de domínio público. Anualmente, em primeiro de janeiro, o mundo comemora o dia do domínio público. A data é importante porque marca o momento em que obras, antes protegidas por direitos autorais, podem ser usadas independentemente de autorização ou pagamento.

Na prática, o que isso significa? O que pode ser feito com músicas, livros, filmes e pinturas que ingressam em domínio público? Com o término dos direitos econômicos, qualquer pessoa fica livre para usar a obra original, inclusive com fins lucrativos e para modificar a obra original, fazendo adaptação, tradução, remix, de modo quase ilimitado, também com fins lucrativos, se assim desejar.


É importante observar que o nome do autor da obra que entra em domínio público precisa sempre ser mencionado, mesmo que tenha havido grande modificação em seu trabalho. Por isso, se você decidir adaptar um livro de Shakespeare ou de Machado de Assis para qualquer mídia ou formato, pode fazer sem medo, mas precisa informar o nome do autor da original que você está adaptando.

Cada país precisa decidir como contar o prazo de proteção. Em razão de tratados internacionais, o prazo mínimo geral é de 50 anos a partir da morte do autor. O Brasil adotou o prazo de vida do autor mais 70 anos para todas as modalidades, menos fotografias e obras audiovisuais, cujo prazo de proteção também é de 70 anos, mas contados da divulgação da obra (ou seja, fotos e filmes divulgados até 1944 também entraram em domínio público no Brasil em 2015).

Na Colômbia, que prevê proteção por 80 anos após a morte do autor, a obra pode entrar em domínio público só em 2025, dependendo da regra aplicável a obras estrangeiras. A mesma lógica se aplica à Costa do Marfim (prazo de 99 anos depois que o autor morre) e ao México (vida do autor e mais 100 longuíssimos anos).

Na França, contudo, existem prazos de prorrogação de direitos de autor por conta das guerras mundiais do século XX. Como as obras intelectuais não puderam circular adequadamente nos períodos de conflito, o legislador decidiu aumentar o prazo de proteção em 6 anos e 152 dias para compensar os danos da Primeira Guerra Mundial e em 8 anos e 120 dias para os da Segunda. Além disso, foram conferidos 30 anos extras para o caso de o autor ter morrido em combate. Por isso, caberá ao intérprete da lei francesa definir qual regra incide no caso. Não será a primeira vez que a corte da França precisará analisar a questão. Por conta das prorrogações de guerra, nos anos 1990 o poder judiciário francês teve que decidir se os quadros de Monet ainda estavam protegidos. De toda forma, como as prorrogações valem apenas na França, não devem causar qualquer impacto no Brasil.

Aqui no Brasil temos o "Portal Domínio Público" que disponibiliza um acervo de inúmeras obras já em domínio público. Neste link você poderá consultar e baixar as obras já cadastradas.

Meu Pequeno Príncipe

Nesta semana o Uozinho completou dois anos de vida. Dois anos de alegrias e descobertas. Dois anos que me fizeram ver e sentir qual é a maior riqueza da vida. Na foto abaixo ele ainda estava com seis meses de vida, hoje ele está bem  maior e mais falante, rs.


Um bom final de semana a todos!

Fonte

domingo, 26 de julho de 2015

Nikon D3100: Opinião de quem Comprou

Olá pessoal!

Hoje vou falar de um assunto que gosto muito mais escrevo pouco aqui no blog: fotografia. Meses atrás comentei aqui que estava procurando para aquisição uma boa câmera fotográfica que pudesse me dar mais possibilidades de fotografar. Porém, procurava um modelo que não fosse muito caro (estas câmeras profissionais realmente são caríssimas).

Na ocasião publiquei o post Manual do Consumidor - Aquisição de uma Câmera Fotográfica e nele escrevi que estava decidindo entre a compra da Canon PowerShot e a Nikon CoolPix. Porém, pesquisando mais a respeito de fotografia, notei que deveria ir um pouco mais além nesta aquisição para obter resultados mais interessantes. Deveria escolher uma câmera da categoria Digital Single-Lens Reflex (DSLR). Estas câmeras são mais precisas e o grande diferencial é possibilitarem a troca de lentes. Além disto, permitem ajustes finos de foco, abertura de diafragma, velocidade de obturador e ISO.

Uma vez definido o tipo de câmera a comprar (DSLR), passei pesquisar modelos das marcas Canon e Nikon que são as preferidas dos fotógrafos profissionais. Mas como o Uozinho estava para nascer e as limitações de orçamento eram evidentes então acabei optando pelo modelo mais barato desta categoria: A Nikon D3100. Mesmo sendo considerado o modelo de entrada da categoria, não deixa a desejar para quem é iniciante.


Acabei comprando também um lente extra de 50 mm, o motivo você pode conferir aqui. Pela câmera paguei 1.500 reais na ocasião (isto já tem mais de 1 ano) e fazendo uma pesquisa rápida na internet vi que o preço hoje está em torno de 1.300 reais. A lente de 50 mm eu pedi minha irmã para trazer dos E.U.A., não estou lembrando quanto paguei mas hoje esta mesma lente está cotada em 216 dólares.

Ainda estou aprendendo a lidar com este equipamento mas os resultados iniciais estão muito interessantes. Tenho fotografado basicamente o crescimento do Uozinho e alguns momentos de família. Futuramente quero fotografar outros temas como arquitetura, cenas cotidianas e objetos.

Abaixo alguns momentos que registrei do Uozinho encontrando o mar pela primeira vez. Para quem mora no litoral esta é uma cena corriqueira mas para quem mora além das montanhas este é um momento um tanto quanto especial...

Momento em que o Uozinho coloca o pé na areia pela primeira vez

O Uozinho tocando um grãozinho de areia

Uozinho já se divertindo com a mãe

No segundo dia o Uozinho já se prepara para pegar uma onda, rs

O Uozinho brincando com o patinho no baldinho

Um panorama da praia com a cidade maravilhosa ao fundo

Um bom domingo a todos!