Minha história no mundo dos investimentos começou em maio de 2008 - alguns dias antes do pico histórico do IBOV, ops. Naquela época a bolsa estava na boca do povo, ações blue chips como Vale e Petrobras bombavam no mercado, empresas siderúrgicas estavam no seu momento de glória, ações de construtoras subiam a cada dia, revistas estampavam na capa matérias como esta abaixo:
Naquele momento a economia do país apresentava relativo prestígio frente às agências de classificação de risco e o país acabava de receber título de grau de investimento...
Em suma, era um cenário propício para atrair sardinhas para a roda da fortuna da bolsa de valores e a partir dali o mercado ganhou mais um investidor de peso - eu, vulgo Uorrem Bife, rs.
Peguei então um dinheirinho que tinha juntado na poupança e entrei em um fundo de ações da Vale da Caixa Econômica Federal. Agora era só esperar o dinheiro duplicar a cada 6 meses e aguardar pacientemente o milhão chegar dentro de alguns anos.
Poucos dias depois começou uma quebradeira de bancos no exterior, jornais alardeavam uma tal bolha imobiliária nos E.U.A. e o mundo ficou caótico. Mas fiquei tranquilo pois afinal não tinha investimento em nenhum banco de fora e o presidente do povo tinha falado na TV que aquilo era só uma marolinha, coisa passageira. Só que não.
As semanas foram passando e a cada extrato mensal o dinheiro ia sumindo na conta até que um dia parei de olhar aquilo pois alguém me falou que no longo prazo tudo dá certo, "se ficar olhando é pior".
Me casei no final de 2008 (minha esposa também tinha investimentos em fundos da Vale e da Petro) e fui tocar a vida. Deixei o mercado de lado e me concentrei em outras atividades. Mesmo porque não estava sobrando dinheiro quase nenhum e não tinha porque me preocupar com investimentos naquele momento.
Lá pelos idos de 2010 o dinheiro começou a sobrar na poupança mas não sabia ao certo se continuava a aportar nos fundos da Vale e Petro que tinham se recuperado um pouquinho depois de 2008 ou se procurava uma outra alternativa. Acabei encontrando o santo graal do investidor sardinha: "comprar na baixa e vender na alta". Era uma coisa muito óbvia: pra quê colocar um dinheiro em um fundo e deixar mofando se eu posso comprar uma ação na baixa e dias depois vender na alta?! Era a estratégia infalível.
Então me cadastrei na corretora do Banco Bradesco em que possuía poupança e comecei o compra e vende de ações. Comprava papéis que não tinha nem ideia do que se tratavam, por exemplo comprei Minerva pensando se tratar da fábrica de sabão em pó. Não importava já que estava dando lucro.
Só que o mercado virou de um ciclo de alta para um ciclo de baixa e obviamente as operações não estavam mais dando certo. Como não sabia nem o que era stop loss, uma carteira de ações de longo prazo acidental começou a se formar. Em meados de 2012 tinha então os seguinte papéis acumulados na corretora do banco.
Só tranqueira. Foi então que aconteceu a terceira reviravolta: vendi todos estes ativos, resgatei o meu dinheiro e o da minha esposa dos fundos Vale e Petro ficando totalmente líquido. Já que os investimentos em fundos não estavam dando certo e as operações de compra e venda que no princípio deram lucro também não estavam mais funcionando então precisava encontrar uma alternativa mais viável.
Peguei metade do dinheiro e coloquei no tesouro direto (nem me lembro qual!) pois li em algum lugar que era o investimento mais seguro e a outra metade ficou parada na poupança.
Porém decidi mais uma vez tentar o mercado de ações. Você pensa assim: "se alguns conseguem por que então eu não conseguirei?". Só que desta vez seria diferente, estudaria as empresas antes de comprar e usaria análise gráfica para determinar os melhores momentos de compra. Outra grande questão foi cadastrar em corretoras com taxas de corretagem e manutenção mais atrativas.
Fizemos então cadastro em duas corretoras (uma com meu CPF e outra com CPF da esposa) e fomos aos poucos transferindo o dinheiro para aportes. Fiquei um bom tempo pagando aqueles TEDs caríssimos até uma boa alma me explicar o que é uma conta digital. Aos poucos fui zerando a poupança e depois zerei também os títulos do governo para aportar tudo em ações (naquela época não conhecia FIIs).
Bom, fiz toda esta longa introdução para chegar ao tema do post, vamos lá...
Quatro Anos Investimentos em Corretoras
Hoje temos contas em seis corretoras diferentes porém duas estão inativas. Temos também contas em três bancos porém deixamos nestas contas apenas o dinheiro necessário para pagar as contas do mês corrente e do próximo mês. O restante do dinheiro está todo alocado em ativos como ações, FIIs e títulos do governo através das quatro corretoras ativas.
Devo admitir que nestes últimos quatro anos ainda realizei muitas operações de compra e venda de caráter puramente especulativo - e ainda faço - mas o foco hoje é basicamente investimentos de longo prazo. Para separar as coisas reservei uma corretora apenas para fazer operações de compra e venda em derivativos e as outras três são reservadas para os investimentos de longo prazo em ações e FIIs.
O gráfico abaixo apresenta a evolução do capital alocado nas corretoras ao longo destes últimos quatro anos. A linha azul mais grossa apresenta o valor de fechamento e a linha mais fina o valor aportado. Estivemos boa parte do tempo com valor de fechamento abaixo do valor aportado mas já estamos há cinco meses no campo positivo e em especial nestas duas últimas semanas a carteira explodiu. Opa!
É fato que a evolução do gráfico nos últimos meses tem mais a ver com uma melhora nas expectativas do mercado em relação ao cenário político-econômico do que com a robustez das carteiras propriamente ditas. Porém tenho plena consciência que venho fazendo as escolhas certas, tanto no sentido de seleção de ativos quanto no sentido do timing de compra.
Ainda realizo compras de caráter totalmente especulativo como será visto logo abaixo, porém cada vez mais me concentro nos ativos de melhores fundamentos para o longo prazo.
É muita tranqueira em uma carteira só, sei disto, mas aos poucos vamos ajustando isto. Ainda tenho este péssimo hábito de colecionar ativos, rs.
Bom fds!
Um blog sobre investimentos, economia, política, futebol e outros assuntos de butequim...
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sábado, 16 de julho de 2016
quarta-feira, 16 de dezembro de 2015
Queda dos FIIs
O IFIX (índice de fundos imobiliários) está apresentando hoje uma queda forte. A maior queda diária nos últimos 24 meses. Veja aqui minha lista de monitoramento de ações e FIIs, vai faltar dinheiro... E você, está comprando quais ativos?
quinta-feira, 9 de julho de 2015
Alocação de Ativos - Carteiras de Ações e FIIs (Atualização Semestral)
Bom dia colegas!
No meu último fechamento mensal (clique aqui) alguns leitores pediram para postar as minhas carteiras de investimento. Não tenho publicado estas carteiras pois estou em um processo de realocação de ativos que vai durar alguns meses (ou anos). No momento as carteiras estão totalmente desequilibradas e inchadas como poderá ser visto nas figuras a seguir. De qualquer forma, neste ano de 2015 tenho tido até resultados razoáveis com estes ativos. Neste mês a carteira de ações apresenta queda de -1,6% contra -2,45% do IBOV. Já a carteira de FIIs apresente alta de 0,72% contra 0,77% do IFIX.
A carteira de renda fixa está composta por LTNs, LTFs, e LCIs. Estas duas últimas poderão ser convertidas em renda variável ainda este ano.
Bons investimentos!
No meu último fechamento mensal (clique aqui) alguns leitores pediram para postar as minhas carteiras de investimento. Não tenho publicado estas carteiras pois estou em um processo de realocação de ativos que vai durar alguns meses (ou anos). No momento as carteiras estão totalmente desequilibradas e inchadas como poderá ser visto nas figuras a seguir. De qualquer forma, neste ano de 2015 tenho tido até resultados razoáveis com estes ativos. Neste mês a carteira de ações apresenta queda de -1,6% contra -2,45% do IBOV. Já a carteira de FIIs apresente alta de 0,72% contra 0,77% do IFIX.
A carteira de renda fixa está composta por LTNs, LTFs, e LCIs. Estas duas últimas poderão ser convertidas em renda variável ainda este ano.
Bons investimentos!
sexta-feira, 14 de novembro de 2014
Não Vá ao Supermercado com Fome!
E aí galera!
Foi dada a largada para a temporada de liquidação na bolsa de valores, mas cuidado, como diz o velho ditado: não vá com fome ao supermercado! O melhor neste momento é manter a cabeça fria e seguir a estratégia. Para aqueles que não acompanham cotações nada mudou, é apenas um período para comprar mais por menos. Mas para aqueles que consideram que o preço importa então é o momento para ficar atento às oportunidades.
Como já tinha falado neste post, historicamente temos, de tempos em tempos, boas oportunidades de compra na bolsa de valores. Como pode ser visto no gráfico do IBOV abaixo, utilizando a técnica do IFR2 no gráfico mensal, estamos iniciando mais um período de promoções. Os destaques em vermelho indicam os últimos ciclos e o destaque em amarelo indica o início do ciclo atual.
Para quem guardou dinheiro na renda fixa já é momento de iniciar os aportes, mas com calma e em doses homeopáticas pois este período pode durar uns 3 meses. Abaixo segue o meu radar de ações para compra.
Estamos observando o movimento similar no IFIX como pode ser visto no gráfico abaixo. Depois de 9 meses seguidos de alta estamos presenciando uma queda vertiginosa nos últimos dias. O pânico está de volta, e quem soube esperar pacientemente já pode comemorar a temporada de liquidações.
Abaixo meu radar de FIIs candidatos a compra. A organização é por yield mensal dos 12 últimos meses.
Boas compras!
Foi dada a largada para a temporada de liquidação na bolsa de valores, mas cuidado, como diz o velho ditado: não vá com fome ao supermercado! O melhor neste momento é manter a cabeça fria e seguir a estratégia. Para aqueles que não acompanham cotações nada mudou, é apenas um período para comprar mais por menos. Mas para aqueles que consideram que o preço importa então é o momento para ficar atento às oportunidades.
Como já tinha falado neste post, historicamente temos, de tempos em tempos, boas oportunidades de compra na bolsa de valores. Como pode ser visto no gráfico do IBOV abaixo, utilizando a técnica do IFR2 no gráfico mensal, estamos iniciando mais um período de promoções. Os destaques em vermelho indicam os últimos ciclos e o destaque em amarelo indica o início do ciclo atual.
Para quem guardou dinheiro na renda fixa já é momento de iniciar os aportes, mas com calma e em doses homeopáticas pois este período pode durar uns 3 meses. Abaixo segue o meu radar de ações para compra.
Estamos observando o movimento similar no IFIX como pode ser visto no gráfico abaixo. Depois de 9 meses seguidos de alta estamos presenciando uma queda vertiginosa nos últimos dias. O pânico está de volta, e quem soube esperar pacientemente já pode comemorar a temporada de liquidações.
Abaixo meu radar de FIIs candidatos a compra. A organização é por yield mensal dos 12 últimos meses.
Boas compras!
quinta-feira, 3 de abril de 2014
Como Declarar Lucro/Prejuízo de Vendas de Cotas de Fundos de Investimentos Imobiliários (IRPF 2018)
O investidor que realizou vendas de cotas de FIIs no ano de 2017 deverá declarar o resultado consolidado destas vendas, mês a mês, tendo elas gerado lucro ou não. Todos os resultados mensais deverão ser lançados, independente do valor vendido (para FIIs não há a regra do limite de 20K que existe para as vendas de ações).
É recomendado que o investidor apure suas vendas mensalmente de forma a recolher no mês subsequente ao mês da venda o imposto devido no caso de lucro auferido. A alíquota atual estabelecida pela Fazenda é de 20% sobre o lucro, independente do tempo de permanência com as cotas.
A fórmula para o cálculo do imposto a ser pago é a seguinte:
Lucro = Valor de Venda - Valor de Compra - Taxas (corretagens e emolumentos)
Se Lucro > 0 Então: Imposto a Pagar = Lucro * 0,2
Por outro lado os prejuízos devem ser abatidos dos lucros. Tanto os ganhos quanto as perdas devem então ser declarados justamente para que essa compensação possa ser feita. É possível compensar perdas em operações comuns com ganhos em operações day trade e vice-versa, uma vez que a alíquota é a mesma.
Contudo, prejuízos com a venda de cotas de FIIs só podem abater ganhos com FIIs, não sendo possível abater ganhos com ações, por exemplo. O oposto também não é possível.
O recolhimento do imposto de renda sobre os ganhos com fundos imobiliários é de responsabilidade do cotista, e deve ser feito até o último dia útil do mês seguinte à operação, por meio de DARF, código 6015. O documento pode ser preenchido no próprio internet banking ou por meio do programa Sicalc, da Receita. Em caso de DARF em atraso, é preciso usar o Sicalc, uma vez que o programa já calcula a multa e os juros automaticamente.
No programa para preenchimento da declaração, devem ser executados os seguintes passos:
1 - Selecionar a opção "Operações Fundos Invest. Imob." na seção "Renda Variável". (Ver destaque 1 da figura a seguir)
2 - No formulário "Ganhos Líquidos ou Perdas" do titular ou dependente (dependerá de quem possui as cotas) o investidor deverá lançar as informações mensais apuradas no ano de 2017. Na coluna "Resultado Líquido do Mês" (Ver destaque 2 da figura acima) deverão ser lançados os lucros e prejuízos mensais.
3 - Na coluna "Resultado Negativo até o Mês Anterior" relativa ao mês de janeiro (Ver destaque 3 da figura acima), deverá ser lançado o resultado negativo de dezembro/2016 se este existir.
4 - Na coluna "Imposto Pago" (Ver destaque 4 da figura acima) deverão ser lançados os valores de impostos pagos mês a mês.
É recomendado que o investidor apure suas vendas mensalmente de forma a recolher no mês subsequente ao mês da venda o imposto devido no caso de lucro auferido. A alíquota atual estabelecida pela Fazenda é de 20% sobre o lucro, independente do tempo de permanência com as cotas.
A fórmula para o cálculo do imposto a ser pago é a seguinte:
Lucro = Valor de Venda - Valor de Compra - Taxas (corretagens e emolumentos)
Se Lucro > 0 Então: Imposto a Pagar = Lucro * 0,2
Por outro lado os prejuízos devem ser abatidos dos lucros. Tanto os ganhos quanto as perdas devem então ser declarados justamente para que essa compensação possa ser feita. É possível compensar perdas em operações comuns com ganhos em operações day trade e vice-versa, uma vez que a alíquota é a mesma.
Contudo, prejuízos com a venda de cotas de FIIs só podem abater ganhos com FIIs, não sendo possível abater ganhos com ações, por exemplo. O oposto também não é possível.
O recolhimento do imposto de renda sobre os ganhos com fundos imobiliários é de responsabilidade do cotista, e deve ser feito até o último dia útil do mês seguinte à operação, por meio de DARF, código 6015. O documento pode ser preenchido no próprio internet banking ou por meio do programa Sicalc, da Receita. Em caso de DARF em atraso, é preciso usar o Sicalc, uma vez que o programa já calcula a multa e os juros automaticamente.
No programa para preenchimento da declaração, devem ser executados os seguintes passos:
1 - Selecionar a opção "Operações Fundos Invest. Imob." na seção "Renda Variável". (Ver destaque 1 da figura a seguir)
2 - No formulário "Ganhos Líquidos ou Perdas" do titular ou dependente (dependerá de quem possui as cotas) o investidor deverá lançar as informações mensais apuradas no ano de 2017. Na coluna "Resultado Líquido do Mês" (Ver destaque 2 da figura acima) deverão ser lançados os lucros e prejuízos mensais.
3 - Na coluna "Resultado Negativo até o Mês Anterior" relativa ao mês de janeiro (Ver destaque 3 da figura acima), deverá ser lançado o resultado negativo de dezembro/2016 se este existir.
4 - Na coluna "Imposto Pago" (Ver destaque 4 da figura acima) deverão ser lançados os valores de impostos pagos mês a mês.
Como Declarar Cotas de Fundos de Investimento Imobiliário (IRPF 2018)
O investidor que possuía cotas de FIIs no final do ano-calendário de 2017 deve declarar o saldo das cotas como bens na declaração de imposto de renda.
No programa para preenchimento da declaração, devem ser executados os seguintes passos:
1 - Selecionar a ficha de declaração "Bens e Direitos" uma vez que cotas de fundos são consideradas bem e portanto devem ser declaradas. (Ver destaque 1 da figura a seguir)
2 - Na ficha "Bens e Direitos" clicar o botão "Novo" para incluir uma nova posição de FII ou "Editar" para modificar uma posição de FII já lançada. (Ver destaque 2 da figura a seguir)
3 - Para inclusão ou modificação será utilizado o formulário "Dados do Bem" apresentado na figura abaixo:
4 - No formulário "Dados do Bem" o investidor deverá especificar os seguintes campos:
Código: Selecionar a opção "73 - Fundo de Investimento Imobiliário"
Localização (País): Selecionar a opção "105 - Brasil"
Discriminação: O texto é livre mas deve-se especificar a quantidade de cotas, o nome ou código do fundo, CNPJ e a corretora utilizada para a compra
Situação em 31/12/2016: Se o fundo foi adquirido no ano de 2016 então este campo deve ser mantido zerado, se o fundo foi adquirido em anos anteriores a 2016 então o valor do campo deve ser preenchido à partir da declaração anterior
Situação em 31/12/2017: Preencher com o valor de compra de todas as cotas especificadas. (Se foram realizadas mais de uma compra então multiplicar o preço médio pela quantidade de cotas. O investidor pode também acrescentar as despesas das operações de compra no valor total)
No programa para preenchimento da declaração, devem ser executados os seguintes passos:
1 - Selecionar a ficha de declaração "Bens e Direitos" uma vez que cotas de fundos são consideradas bem e portanto devem ser declaradas. (Ver destaque 1 da figura a seguir)
2 - Na ficha "Bens e Direitos" clicar o botão "Novo" para incluir uma nova posição de FII ou "Editar" para modificar uma posição de FII já lançada. (Ver destaque 2 da figura a seguir)
3 - Para inclusão ou modificação será utilizado o formulário "Dados do Bem" apresentado na figura abaixo:
4 - No formulário "Dados do Bem" o investidor deverá especificar os seguintes campos:
Código: Selecionar a opção "73 - Fundo de Investimento Imobiliário"
Localização (País): Selecionar a opção "105 - Brasil"
Discriminação: O texto é livre mas deve-se especificar a quantidade de cotas, o nome ou código do fundo, CNPJ e a corretora utilizada para a compra
Situação em 31/12/2016: Se o fundo foi adquirido no ano de 2016 então este campo deve ser mantido zerado, se o fundo foi adquirido em anos anteriores a 2016 então o valor do campo deve ser preenchido à partir da declaração anterior
Situação em 31/12/2017: Preencher com o valor de compra de todas as cotas especificadas. (Se foram realizadas mais de uma compra então multiplicar o preço médio pela quantidade de cotas. O investidor pode também acrescentar as despesas das operações de compra no valor total)
Como Declarar Distribuições de Rendimentos de Fundos de Investimento Imobiliário (IRPF 2018)
São isentas de imposto de renda, porém devem ser declaradas, as distribuições de rendimentos de FIIs com cotas negociadas exclusivamente em bolsa e com mais de 50 cotistas para investidores pessoa física com menos de 10% do total de cotas.
No programa para preenchimento da declaração, devem ser executados os seguintes passos:
1 - Selecionar a ficha de declaração "Rendimentos Isentos e Não Tributáveis" uma vez que a distribuição de rendimento de FII é isenta de imposto. (Ver destaque 1 da figura a seguir)
2 - Na ficha "Rendimentos Isentos e Não Tributáveis" selecionar a opção 24 (Outros) pois não existe uma opção específica para este tipo de rendimento. (Ver destaque 2 da figura a seguir)
3 - Será exibido o "Quadro Auxiliar para Transporte de Valor" como mostrado na figura abaixo:
4 - Este quadro possibilita a inclusão de rendimentos através do botão "Novo" bem como a modificação de um rendimento já lançado através do botão "Editar" e a exclusão através do botão "Excluir".
5 - Para incluir ou modificar uma declaração de rendimento é utilizada a janela "Rendimentos" apresentada na figura a seguir:
6 - Nesta janela o investidor deve especificar os seguintes campos (todos obrigatórios):
- Tipo de beneficiário (Escolher entre Titular e Dependente de acordo com o possuidor do FII)
- Beneficiário (Se for o titular não necessita selecionar esta opção pois a mesma é automática)
- CPF/CNPJ da Fonte Pagadora (Especificar de acordo com o informe de rendimentos recebido via correio, geralmente é o CNPJ da administradora e não o do FII. Caso não tenha recebido o informe via correio o investidor pode solicitar o envio via e-mail)
- Nome da Fonte Pagadora (Especificar de acordo com o informe de rendimentos recebido)
- Descrição (O texto é livre, particularmente escrevo "Distribuição de Rendimentos do FII...")
- Valor (Especificar de acordo com o informe de rendimentos recebido)
No programa para preenchimento da declaração, devem ser executados os seguintes passos:
1 - Selecionar a ficha de declaração "Rendimentos Isentos e Não Tributáveis" uma vez que a distribuição de rendimento de FII é isenta de imposto. (Ver destaque 1 da figura a seguir)
2 - Na ficha "Rendimentos Isentos e Não Tributáveis" selecionar a opção 24 (Outros) pois não existe uma opção específica para este tipo de rendimento. (Ver destaque 2 da figura a seguir)
3 - Será exibido o "Quadro Auxiliar para Transporte de Valor" como mostrado na figura abaixo:
4 - Este quadro possibilita a inclusão de rendimentos através do botão "Novo" bem como a modificação de um rendimento já lançado através do botão "Editar" e a exclusão através do botão "Excluir".
5 - Para incluir ou modificar uma declaração de rendimento é utilizada a janela "Rendimentos" apresentada na figura a seguir:
6 - Nesta janela o investidor deve especificar os seguintes campos (todos obrigatórios):
- Tipo de beneficiário (Escolher entre Titular e Dependente de acordo com o possuidor do FII)
- Beneficiário (Se for o titular não necessita selecionar esta opção pois a mesma é automática)
- CPF/CNPJ da Fonte Pagadora (Especificar de acordo com o informe de rendimentos recebido via correio, geralmente é o CNPJ da administradora e não o do FII. Caso não tenha recebido o informe via correio o investidor pode solicitar o envio via e-mail)
- Nome da Fonte Pagadora (Especificar de acordo com o informe de rendimentos recebido)
- Descrição (O texto é livre, particularmente escrevo "Distribuição de Rendimentos do FII...")
- Valor (Especificar de acordo com o informe de rendimentos recebido)
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