quarta-feira, 30 de setembro de 2015

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Diários de Trader - Setembro/2015 (+17,49%)


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Este foi um mês que ficou para os anais do IBOV. O que tivemos de volatilidade foi algo impressionante, principalmente no dólar. E volatilidade é tudo que o trader precisa, mas nem tanto né doleta?! Vamos aos números...

Conta da Corretora

A rentabilidade do mês foi de +17,49%. Estou calculando esta rentabilidade a partir do ganho líquido no mês (880,87) em relação ao capital líquido já acumulado até o momento (5.037,79). Há várias formas de se calcular a rentabilidade dos day-trades, optei por esta pois assim tenho uma referência melhor na medida que o capital for crescendo mês a mês.

Estou com um valor de 6.057,99 na nova corretora sendo que foi aportado até o momento o valor de 4.000,00. A diferença, por consequência, é o ganho até o momento nesta conta. Pretendo aportar mais 1.000,00 ainda este ano e parar por aí. No momento estou trabalhando com 1.500,00 em caixa e o restante da margem está dividido em títulos do governo (NTNB e LFT).


Resultado Mês a Mês

Abaixo o resultado dos últimos 6 meses. Notem que o desempenho melhorou um pouco, bem melhor do que os últimos 3 meses. Este é o meu nono mês de operações.


Resultado Financeiro

O gráfico ficou meio estacionado nos últimos 3 meses mas agora decidiu andar, por sorte para cima, rs. Vamos ver como serão os próximos meses. Mantendo uma ascendente como a deste mês já me dou por satisfeito.


Mini-Contratos Utilizados

Rodei 205 mini-contratos neste mês, sendo 158 de índice e 47 de dólar. Isto nos dá uma média diária de 8 minis de índice e 2 minis de dólar. Acredito que posso rodar mais, uma média de 9 de índice e 3 de dólar seria aceitável para o próximo mês.


Resultado Líquido por Contrato

Meu desempenho ainda é relativamente baixo, neste mês consegui apenas 4,30 reais líquidos por contrato operado. O gráfico abaixo mostra que o desempenho caiu ao longo do mês sendo que o melhor dia foi 10/09 quando consegui 22,58 por contrato.


Setembro um bom mês. Se desconsiderarmos as taxas então fechei todos os dias no positivo. Mas se formos considerar as despesas fechei levemente negativo em dois dias. Operei em 20 dos 21 pregões. Até aqui já operei em 169 pregões sendo 151 pregões no campo positivo.

Bons trades a todos!
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Dia de Pagamento da DARF


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O último dia do mês é quando abro o home banking para coletar o saldo final do mês (sniff) e aproveitar para pagar o imposto de renda relativo aos ganhos de capital em renda variável do mês anterior. Ultimamente meus ganhos mensais estão limitados aos lucros das operações day-trade, inclusive já fiz um post (relembre aqui) sobre este tema. Espero que este dinheiro seja útil para equilibrar o déficit fiscal do nosso governo, rs. Aqui matamos a cobra e mostramos o pau, seguem as últimas DARFs...



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terça-feira, 29 de setembro de 2015

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É Possível Vencer o CDI? Luis Stuhlberger Responde


Luis Stuhlberger, um dos mais respeitados gestores de recursos do mercado brasileiro, deixou o Credit Suisse para abrir sua própria gestora, a Verde Asset Management no início deste ano. A empresa tem no seu time gestores de recursos provenientes da Credit Suisse Hedging-Griffo (CSHG), empresa que surgiu da aquisição da Hedging-Griffo, fundada por Stuhlberger, pelo banco suíço.


O gestor é responsável pelo fundo multimercado Verde (relembre aqui), um dos maiores fundos hedge do mundo, com patrimônio de cerca de R$ 10 bilhões e uma das maiores histórias de sucesso do mercado brasileiro. A saída de Stuhlberger era esperada pelos analistas do mercado e chegou a ser cogitada há alguns anos, quando o banco suíço concluiu a compra da CSHG. Ela acabou adiada por um acordo que garantiu participação acionária ao gestor na instituição.


Mas o caminho era esse, até pelo perfil personalista de Stuhlberger, que, com talento impressionante para analisar os mercados, cuida pessoalmente de todos os investimentos do Verde e decide de maneira independente os destinos da carteira. Dentro de uma estrutura organizacional de grande porte, com padrões internacionais de execução de tarefas, esse tipo de individualismo não é muito bem aceito. Além disso, sozinho, Stuhlberger representava a maior parte da gestão de recursos do CS no Brasil, e nada mais lógico, portanto que em algum momento ele decidisse voltar à carreira solo.

Fundo Verde Atualizado

Os dados que apresentarei a seguir são do relatório de agosto último, portando, os valores mais atuais podem estar melhores ainda se consideramos o valor atual do Dólar. Estou dizendo isto porque Stuhlberger tem apostado forte na valorização da moeda americana desde o início do ano passado, quando já previa uma forte depreciação do Real. A rentabilidade do fundo no ano (até agosto) é de 20,65%! Mais que o dobro do CDI, isto mesmo meu amigo leitor, mais que o dobro!


Na trajetória do Verde, desde sua criação, o gestor perdeu para o CDI apenas duas vezes. Uma vez na crise de 2008 e outra no ano passado. Circulei abaixo estes dois momentos. 


Abaixo o gráfico de desempenho do Verde frente ao CDI, desde sua criação até meados deste ano. é um gráfico no mínimo impressionante.


Neste Podcast o gestor Luis Stuhlberger conta um pouco da sua história de sucesso. Vale a pena ouvir.

Fonte 1
Fonte 2
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segunda-feira, 28 de setembro de 2015

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Petrobras e Banco do Brasil - Ações Renovando Mínimas


Já estamos nos finalmentes do mês de setembro e a situação continua indefinida no cenário político-econômico interno. No cenário externo a situação também não teve melhoras e o dólar continua sua escalada de alta em vários países. A queda de preços das commodities minerais e metálicas, muito em função de alta oferta contrapondo uma desaceleração da economia chinesa, continua pressionando a economia dos países exportadores como o Brasil. A produção elevada de petróleo no mundo e uma demanda retraída também contribui para este ciclo de baixa das commodities.

Aqui no IBOV começa a se desenhar um Déjà vu no gráfico diário. Se confirmado, a próxima parada será nos 40.xxx. As chances disto acontecer em breve são reais porque o cenário econômico atual está praticamente alinhado com este movimento que terá o momento mais tenso nos dias de votação do pacotão fiscal do governo.


Muitos ativos estão contribuindo para esta queda acentuada do IBOV, em especial a Petrobras e os bancos (Itaú e Bradesco têm maior peso no índice).

Petrobras já foi discutida neste post e o gráfico atualizado você confere logo abaixo. Temos uma projeção de queda para a casa dos 5,xx quiçá 4,xx reais. Basta que o pivot formado seja respeitado.


A situação dos bancos também não é das melhores, em particular o mais fraco deles que é o Banco do Brasil. Neste post eu já havia traçado algumas projeções que estão cada vez mais evidentes.


Edição de fim de dia...

O dólar parece mesmo não querer ceder. Com o fechamento de hoje já são quase 6% de alta desde a abertura do pregão na última sexta. Será que teremos novas intervenções do BANCEN?


Refletindo a alta do dólar no dia de hoje, as taxas de juros voltaram a subir. A NTNB Principal 2035, por exemplo, está sendo negociada neste fim de tarde com uma taxa de 7,57%.

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domingo, 27 de setembro de 2015

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Como Montar um Som Automotivo Portátil?


Neste ano precisei trocar meu automóvel. Muito em função da chegada do Uozinho que exigiu um espaço maior de bagagens sem contar a necessidade maior de segurança no trânsito (relembre aqui).

Optei por comprar um modelo sem sistema de som de fábrica para diminuir o custo da compra. Sistemas como estes são muito caros e no caso do modelo com questão o valor adicional seria de R$2.000.

Fui  informado pelo vendedor da concessionaria que não poderia instalar um sistema de som no carro pois correria o risco de perder a garantia de fábrica do automóvel. Disto isto, procurei alternativas no mercado para ter no carro um sistema de som portátil (sem a necessidade de instalação). Não consegui encontrar nenhum sistema de mercado o que me forçou a configurar meu próprio sistema de som.

Como montar um sistema de som automotivo portátil, barato e eficiente? 

Você precisará apenas de um sistema de som USB desdes para notebook (comprei este aqui), um adaptador USB para a saída 12V do automóvel, um cabo P2/P2 para conectar o sistema de som a um tocador (player) MP3 que pode ser seu celular, um iPod, um tablet ou mesmo o GPS do seu carro. O sistema de som usado neste vídeo tem potência de 15W RMS suficiente para fornecer um bom nível sinal sonoro para seu automóvel. O custo total deste sistema foi de apenas 120 reais (desconsiderando o GPS).

Kit completo...


Para fixar o GPS no painel eu usei um sistema de velcro. O mesmo sistema me permite fixar outros dispositivos como celular, tablet, etc...


Usei velcro também para fixar as caixas satélites no carpete sob o banco do carona na parte da frente...


Abaixo um das caixinhas já fixadas...


O subwoofer eu coloquei sob o banco do carona na parte de trás. Não precisei usar velcro pois a caixa possui um bom peso suficiente para a mesma  não sair do lugar...


Abaixo o GPS já fixado no painel...


Abaixo o adaprador USB que foi ligado na saída 12V do automóvel...


Aqui o sistema já montado...


No vídeo a seguir mostro o sistema funcionando. Acreditem, a potência do sistema é muito boa e não deixa a desejar. Fiz uma viagem recente de BH ao Rio e o som interno se mostrou muito eficiente. Uma grande vantagem é que o sistema fica totalmente escondido e não chama atenção de ladrões, basta retirar o dispositivo player do velcro quando for estacionar o carro. As caixinhas, ficando sob o banco do carona, tornam-se praticamente ocultas para quem olha do lado de fora.

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quinta-feira, 24 de setembro de 2015

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Após a Derrocada do Dólar, o Tesouro Direto Volta à Normalidade...


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...depois de ficar suspenso o dia todo, porém, reabre com taxas bem mais baixas do que as do dia anterior, graças à queda brusca dos juros futuros para desespero dos "taxeiros"...


No pregão anterior o câmbio já dava sinais de descontrole (relembre aqui), porém, as forças "ocultas" do mercado bateram forte na moeda americana e uma vela de -7,3% se formou no gráfico diário...


No day-trade deu para faturar uns trocados, consegui bater a meta diária em 3x graças a tamanha volatilidade, mas foi tenso, um dia pra ficar na história do mercado.
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BBAS3 - Análise Gráfica do Momento


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Prometi esta análise para um colega ontem e aqui está. Acho que vai servir para outros colegas também (relembre aqui). Vamos direto ao gráfico...


Quando se trata de operações do tipo Trade, a pessoa que se propõe a fazer tal operação, que seja day-trade, swing-trade ou position-trade, deve definir dois pontos básicos antes de iniciar a brincadeira, são eles:

1 - Ponto de Stop-Loss
2 - Ponto de Stop-Gain

O ponto de Stop-Loss será o preço onde a operação deverá abortada no prejuízo. Já o ponto de Stop-Gain será o ponto onde a operação será finalizada com lucro.

Há variações quanto a estes pontos. Tem operador que realiza saídas parciais, por exemplo, estabelece a saída de metade da posição com x% de ganho e mantém a posição restante até ser finalizada na satisfação ou em outro stop de móvel no tempo.

Há também a variação quanto às entradas. Pode-se por exemplo escalonar o capital reservado ao trade em mais de uma parte e ir executando as entradas parcialmente. Então são inúmeras opções que o operador terá para escolher. Mas DEVEM ser opções tomadas antes do trade ser iniciado.

É importante, antes de se iniciar qualquer trade, realizar uma análise gráfica da cotação do papel para determinar se o ponto de entrada é realmente interessante. É desejável também que o operador defina uma relação risco-retorno, por exemplo, 3:1. Isto quer dizer que se ele deseja alcançar um lucro de 30% da operação (factível) então seu stop máximo deverá ser de 10% de prejuízo.

Voltando ao gráfico da BBAS3, vemos que a tendência do papel é de queda declarada. Quem entrou nesta operação 'acreditando' que o papel iria subir 30% nada mais do que realizou uma aposta, tipo casino, já que não havia nenhum sinal gráfico de alta.

Pelo meu método de análise gráfica vejo fortes suportes em 13,50 e 10,20. Seriam estes bons pontos de entrada? Talvez, só uma análise futura caso a queda continue dirá.

Outra ponderação interessante a se fazer é que estamos em um momento de crise, e em momentos como estes as cotação de papéis mais voláteis costumam cair em média -60% (Na última crise a BBAS3 caiu -64%). Temos também a formação clássica de um pivot de baixa, onde a segunda pernada costuma ser igual ou até maior que a primeira. A pernada atual está em -44% sendo que a pernada anterior foi de -46%.

Sugiro, mais uma vez, aos amigos holders que se aventuram nos trades tomarem muito cuidado com estas operações do tipo caiu-comprou. Pode dar certo? Sim! Mas pode dar totalmente errado. Passado não garante futuro. Quando você acha que já sabe a resposta o mercado irá mudar a pergunta. Então seria muito mais tranquilo e eficiente realizar os famosos aportes periódicos (quiçá dobrados) nos bons ativos, no caso ITUB3 que é o banco da minha preferência.

Grande abraço!
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quarta-feira, 23 de setembro de 2015

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Dólar e Juros Futuros Atingem Novas Máximas



Nem mesmo a intervenção do Banco Central no meio do dia foi suficiente para segurar mais uma alta do Dólar. Os juros também dispararam no dia de hoje refletindo o alto grau de incertezas no cenário local. Declarações do presidente da Câmara sobre o impeachment da presidenta por atos anteriores parecem ter colocado mais fogo na fogueira.


O Tesouro marcou para amanhã uma operação que recomprará até 1 milhão de NTN-Fs e ofertará até 150 mil títulos. Esta reação mais cautelosa de recompra de títulos ajuda a explicar a demora na reação positiva dos juros futuros que hoje dispararam rompendo o patamar de 16% para prazos mais curtos como o de janeiro/2007.


Ontem os parlamentares mantiveram 26 dos 32 vetos da presidenta para medidas que poderiam criar um gasto extra de 127 bilhões. Porém, os 8 restantes, entre eles o que impede o aumento de até 78% dos salários do Judiciário, ainda serão apreciados. Isto trouxe desconfiança ao mercado pois o governo pode não conseguir reunir os votos necessários para manter os demais vetos.

Há ainda o temor em relação à perda de rating por mais uma agência de classificação (relembre aqui). Uma equipe da Fitch está nesta semana no Brasil realizando reuniões e avaliações do cenário local. Resta agora aguardar os resultados desta avaliação que serão divulgados em breve. Muitos falam em perda de grau mas com manutenção do investment grade, será?!

Com esta disparada dos juros futuros no dia de hoje era de se esperar que as taxas praticadas pelo Tesouro também seguissem ladeira acima. Porém, checando agora no site, a variação no final da tarde foi relativamente pequena. Vamos ver como se comportarão amanhã. Muitos investidores estão de olho no valor de 8% para as NTNBs (relembre aqui), é a farra dos títulos do governo...

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terça-feira, 22 de setembro de 2015

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Estoques e Reservas de Petróleo - Ações da Petrobras na Casa dos 6 Reais


Os contratos futuros de petróleo operam em baixa nesta manhã pressionados por preocupações com a situação de oferta global excessiva. Ontem já tinha feito um post sobre o assunto, leiam aqui.

A redução na produção dos EUA tem dado alguma sustentação às cotações, mas os níveis de estoques dos EUA continuam elevados, especialmente os de derivados, como a gasolina. Isso sugere que o excesso de oferta não vai ser superado tão cedo.

Enquanto isso, a Arábia Saudita e outros fornecedores continuam bombeando petróleo em forte ritmo, numa tentativa de defender sua participação de mercado.

No final da tarde de hoje, a atenção dos mercados vai se voltar para o American Petroleum Institute, que vai divulgar sua pesquisa semanal sobre os estoques dos EUA. Amanhã, será a vez do levantamento oficial, do Departamento de Energia norte-americano.

As Maiores Reservas de Petróleo

Venezuela

Reservas estimadas: 297,7 bilhões de barris 

"A Venezuela continua altamente dependente das receitas do petróleo, que representa cerca de 96% das receitas de exportação, 40% das receitas do governo e 11% do PIB ", de acordo com o CIA Factbook . Consequentemente, com os preços do petróleo mergulhando no final de 2014 , combinado com uma recessão, a economia do país sofreu consideravelmente. Agora, a Venezuela está em busca de aliados fora da OPEP,  na esperança de estabilizar os preços do petróleo.

2. Arábia Saudita

Reservas estimadas: 268,4 bilhões de barris 

A Arábia Saudita foi um dos grandes players no mercado de petróleo ao longo do último ano. Mais recentemente, o país - juntamente com o resto da OPEP - se recusou a cortar os preços do petróleo.

3. Canadá

Reservas estimadas: 173,2 bilhões de barris 

O Canadá exporta a maior parte de seu petróleo para os EUA e Europa, sendo o maior fornecedor estrangeiro dos EUA. No entanto, um recente relatório mostra que o petróleo de alguns depósitos do país possui uma concentração cerca de 20% maior de carbono do que os outros. Isso significa que se o Canadá exporta mais petróleo para os EUA, ao longo do tempo , as emissões de gases do efeito de estufa pelos motoristas norte-americanos aumentariam, mesmo se o consumo de gasolina mantiver-se estável", segundo a OilPrice.com.

4. Irã 

Reservas estimadas: 157,3 bilhões de barris 

O petróleo bruto do Irã é o elemento surpresa no mercado. Analistas acreditam que a volta do produto iraniano poderia pressionar os preços para baixo. Além disso, poderia levar ao aumento da tensão entre o país e a Arábia Saudita, bem como com a Rússia.

5. Iraque 

Reservas estimadas: 140,3 bilhões de barris

Em grande parte, o petróleo movimenta toda a economia do Iraque. Com a queda dos preços,  as receitas do governo caíram aproximadamente 30%. A partir de 2015, o país - um dos maiores produtores da OPEP - estava bombeando petróleo em níveis recordes.

6. Kuwait

Reservas estimadas: 104 bilhões de barris 

O petróleo é responsável por mais da metade do PIB do Kuwait e o país planeja aumentar a produção para mais de 4 milhões de barris por dia até 2020. Após as sanções ao Irã em 2012, o Kuwait, juntamente com a Arábia Saudita, ganharam espaço no mercado asiático.

7. Emirados Árabes Unidos 

Reservas estimadas: 97,8 bilhões de barris 

Os Emirados Árabes Unidos é outro Estado completamente dependente de energia que se modernizou após a descoberta de petróleo há mais de trinta anos. Apesar da queda dos preços, um dos maiores produtores da OPEP tem batido recorde de produção.

8. Rússia

Reservas estimadas: 80 bilhões de barris 

Embora Moscou esteja se beneficiando geopoliticamente do acordo com o Irã, o retorno do petróleo iraniano para os mercados é uma má notícia para a Rússia: o país pode perder participação no mercado europeu. "O Irã vai estar competindo na Europa com a Rússia", afirmou à Bloomberg Ed Morse, analista da commodities do Citigroup.

9. Líbia

Reservas estimadas: 48,47 bilhões de barris 

A economia da Líbia é completamente dependente de energia. As vendas de petróleo e gás caíram significativamente em 2014 após protestos realizados em seus portos de petróleo.

10. Nigéria: 

Reservas estimadas: 37,14 bilhões de barris 

O petróleo tem sido a principal fonte de receitas do governo na Nigéria desde 1970 . No entanto, o país sofreu com o colapso dos preços no ano passado. Agora, com o preço mais baixo, a Nigéria ainda poderá enfrentar "concorrência extra" a partir da reintrodução do petróleo iraniano nos mercados.

Ações da Petrobras

A cotação do papel preferencial (PETR4) atingiu pela primeira vez a casa dos 6 reais nesta manhã. A situação não está nada boa para os comprados.


Fonte 1
Fonte 2
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segunda-feira, 21 de setembro de 2015

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Cotação do Petróleo (Brent) Atualizada - Ações da Petrobras em Mínimas Históricas



A cotação do petróleo (Brent) voltou a cair nas últimas semanas. Porém, na manhã de hoje apresenta leve alta sendo cotado a 48,60 dólares.


Dias atrás o Goldman Sachs baixou as perspectivas para o valor do ouro negro. O banco de investimento norte-americano diminuiu as projeções do Brent e admite que o preço do barril de petróleo venha a cair para 20 dólares em 2016. "O mercado petrolífero tem ainda mais oferta do que o que esperávamos e agora prevemos que esse excedente persista em 2016", justificaram os analistas do Goldman Sachs num relatório citado pela Bloomberg.

Como a Queda do Petróleo Afeta o Mapa Geopolítico

Habitualmente, quando eclode uma guerra na região do Oriente Médio, o preço do petróleo é destinado à especulação. Por exemplo, as invasões israelenses no Líbano e na Faixa de Gaza, em 2006 e 2008, fizeram explodir os preços internacionais ao recorde de US$ 147 o barril (julho de 2008).

Os preços despencaram, repentinamente, após a crise de 2008, considerando que a “falência” do Lehman Brothers e a consequente crise financeira provocaram queda econômica mundial e galopante redução de demanda por energia.

Em antítese com a década de 2000, quando os cenários de guerra e convulsão onde havia petróleo, alimentavam a cada vez maior alta dos preços, a atual liquidez geopolítica na região do Oriente Médio com tudo que está acontecendo, principalmente na Síria e no Iraque, tiveram esta vez resultado reverso.

A queda de preço deve-se em dois motivos básicos: primeiro, à avaliação de que o crescimento da economia mundial desacelera-se rapidamente, com epicentro a Zona do Euro e a China. Aliás, as sanções ocidentais contra a Rússia poderão, eventualmente, agravarem a situação na economia européia, por causa das estreitas relações econômicas entre Alemanha e Rússia.

A prevista baixa demanda coincide com a crescente oferta de petróleo pelos EUA, graças à exploração das jazidas de xisto. A Comissão Internacional de Energia argumenta em seu recente relatório que “os EUA superarão a Rússia a a Arábia Saudita, tornando o país o maior produtor de petróleo no mundo ano que vem, graças à produção de petróleo das jazidas de xisto”.

O segundo motivo é a decisão da Organização dos Países Produtores de Petróleo (OPEP) – tomada em novembro do ano passado – de não reduzir a extração de petróleo, acelerando desta forma a derrocada dos preços internacionais.

Vários analistas verificam nesta decisão “acordo” entre EUA e Arábia Saudita, maior produtor mundial, para manterem os preços baixos e assim fazerem a Rússia “ajoelhar”, já que o país foi atingido economicamente pela sintonia de sanções e repentina queda dos preços do petróleo. Algo semelhante havia ocorrido na década de 1980 quando, novamente, o preço internacional em algum momento em 1986 desabou para até US$ 10 o barril.

O objetivo estratégico da Arábia Saudita com a derrubada dos preços era de conseguir aumentar sua fatia no mercado internacional. Considera-se que a queda dos preços do petróleo contribuiu para acelerar a derrocada da União Soviética, por causa da grande perda de arrecadações.

Existe, contudo, também, o outro lado da moeda que refere-se à guerra de preços: Xeques contra xisto, de acordo com o título de recente artigo da conhecida revista de economia Economist. A queda dos preços favorece tudo menos o desenvolvimento das jazidas de xisto e a reclassificação dos EUA, considerando que, muitas empresas que atuam no setor estão superendividadas e, se a queda dos preços continuar, talvez torne desinteressante a continuação de extração de petróleo.

O país mais atingido pela queda dos preços do petróleo é a Rússia. No apogeu da alta de preços do “ouro negro”, em 2008, este fundo dispunha reservas totalizando US$ 158 bilhões, os quais equivalem com 12% do Produto Interno Bruto (PIB) do país. O petróleo e o gás natural representam 68% do total das exportações da Rússia e, contribuem com 50% na formulação do orçamento nacional.

A Rússia já perdeu cerca de US$ 90 bilhões em reservas monetárias neste ano, as quais, correspondem em 4,5% do Produto Interno Bruto(PIB) do país, a fim de sustentar o rublo que encontra-se em queda livre. Desde junho passado, a moeda nacional da Rússia desvalorizou-se em 35% contra o dólar norte-americano.

Crise da Petrobras Afeta mais que Queda do Preço do Petróleo

As incertezas quanto aos investimentos previstos pela Petrobras na operação do petróleo brasileiro neste ano, em virtude da instabilidade gerada pela crise institucional que se abateu sobre a companhia a partir das investigações da Operação Lava-Jato, geram impactos profundos no cotidiano da indústria offshore local, bem mais que a batalha geopolítica travada entre a Arábia Saudita e os Estados Unidos, no controle do mercado de óleo e gás mundial.

Esses efeitos foram destacados por José Sergio Gabrielli, ex-presidente da Petrobras em uma época marcada por duas fases distintas: a da autossuficiência e das negociatas que podem ter gerado um rombo de mais de R$ 80 bilhões em atos de corrupção.

Oficialmente, Gabrielli esteve no Sindipetro-NF para participar de reunião interna da instituição. Especulações à parte, as declarações do ex-presidente sobre a companhia ajudaram a entender o atual comportamento do mercado do petróleo nacional, que gera diretamente efeitos na administração de Macaé e as demais cidades produtoras de petróleo do Norte Fluminense.

No aspecto internacional, Gabrielli aponta a existência de uma guerra geopolítica travada por 'gigantes do petróleo mundial'. "Os preços do petróleo estão caindo por uma questão geopolítica internacional. A Arábia Saudita, que tradicionalmente era quem recuperava o preço do petróleo com a redução da produção, não está reduzindo o seu ritmo. A Opep (Organização dos Países Produtores de Petróleo), portanto, não está reduzindo a sua produção. Por isso os preços do barril do petróleo continuam caindo. Acredito que isso tem a ver muito com a expectativa de expansão da produção do petróleo nos Estados Unidos e a Arábia Saudita quer impedir que essa nova produção americana crie competição com sua produção. Este cenário não tem nada a ver com o Brasil", apontou o ex-presidente da Petrobras.

No âmbito nacional, Gabrielli aponta os efeitos da crise institucional enfrentada pela Petrobras, como fator predominante que afeta o mercado offshore local. "Há um problema que depende do país, que é a situação da cadeia de fornecedores da indústria do petróleo. Este setor está em crise. Atualmente a Petrobras está com um processo decisório muito lento, porque dada a crise, as decisões são mais lentas. Isso afeta de forma muito especial os pequenos e médios fornecedores, que sentem a curto prazo os efeitos do pagamento com atraso dos projetos da Petrobras", apontou.

O gráfico abaixo apresenta as cotações históricas do papel PETR4 (ações preferenciais da Petrobras). É possível notar um canal de baixa iniciado no final de 2011. Tanto o fator externo (queda do petróleo) quanto o fator interno (má gestão da companhia) são grandes responsáveis pela derrocada do papel. Não há como medir qual fator está influindo mais no atual momento, mas se formos considerar que a tendência de queda está longe de terminar então teremos grandes chances de alcançar a casa do 6 reais quiçá 5 reais.


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sexta-feira, 18 de setembro de 2015

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1% ao Dia!


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Fala colegas investidores.

Dias atrás fiz um post enfatizando que Trade não Compensa. Lembrando que estava me referindo a operações de swing com ações, principalmente para aqueles colegas que só operam na ponta comprada. Fiz isto durante 3 anos e não saí de lugar, se tivesse colocado o dinheiro para trabalhar em bons ativos (link aqui) teria gasto menos tempo e obtido melhor resultado.

Como muitos sabem, ainda estou me aventurando no mundo dos trades, mas agora em outra modalidade, realizando operações alavancadas de intra-day em mini contratos de índice e dólar. Pode até ser que daqui um tempo venha a publico no blog postar que "Day-Trade não Compensa", mas ainda estou avaliando todo o processo e é cedo para tirar maiores conclusões.

Estou trabalhando agora com uma nova "meta": 1% ao dia. Nada muito expressivo, mas perfeitamente factível, vejam a planilha mensal.


Em 13 dias consegui 12,95% sobre meu capital alocado na margem (R$3.960). Estou em um mês bom, de certo, mas isto não invalida a meta.

Grande abraço!
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quinta-feira, 17 de setembro de 2015

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Juros nos E.U.A., Ajuste Fiscal e Frases do Mansueto


Hoje as atenções estarão voltadas para o pronunciamento de Janet Yellen (presidente do Federal Reserve) no meio da tarde. A expectativa é de que o dólar continue subindo se o FED elevar a taxa de juros e, caso a instituição não altere a taxa atual, a moeda americana recue em resposta. Entretanto, alguns analistas afirmam que a possível queda não durará muito, pois o FED ainda pretende elevar a taxa de juros, independente do momento. Vale lembrar que o FED mantém em quase zero os juros desde o final de 2008 como forma de impulsionar a economia americana.


No cenário interno, o mercado continua suspirando desde que marcou fundo na segunda-feira negra (24/08). A grande expectativa agora é em relação à votação no congresso do pacotão fiscal anunciado dias atrás. O principal entrave está na não aceitação da nova CPMF. A votação ocorrerá no próximo mês e, caso não passe, o mercado reagirá negativamente cessando esta alta de curto prazo que estamos presenciando na bolsa. Isto porque estaríamos decretando o rebaixamento definitivo do país com a perda do grau de investimento das duas agências que ainda o mantém (veja mais aqui).


E para terminar este pequeno post vou transcrever aqui algumas frases que o Mansueto tem escutado por aí...

De um grande investidor externo: “Mansueto, o Brasil ficou muito barato. Mas pode ficar ainda mais barato. Vou esperar”.

De um Secretário da Fazenda de um estado: “preciso de mais impostos. Tenho medo de chegar na situação grave de caixa de não ter recurso para pagar minha folha.”

De um político: “como posso ajudar o governo se o próprio PT hoje criticou fortemente o pacote de ajuste fiscal do seu governo?”

De um economista amigo: “estimo que sem a aprovação do pacote fiscal perderemos o grau de investimento das outras agências de risco no primeiro semestre do próximo ano e a taxa de câmbio vai para R$ 4,70 no final de 2016”.

De outro amigo economista: “queda do ICMS tem sido muito intensa. Empresas estão preenchendo guia de recolhimento do ICMS mas não pagam. Estados estão desesperados”

De  outro amigo economista que senta em conselho de administração de empresas: “Algumas empresas grandes vão começar a mostra problemas de caixa neste final do ano. Risco grande de aumento de inadimplência”.

Tombini do BACEN na CAE no Senado Federal: “Nas ultimas semanas juros de títulos púbicos cresceram sem alteração de SELIC”.

De um analista político: “meu cenário está piorando. Vou aumentar a possibilidade da presidente Dilma não terminar o mandato nas minhas análises. Não tem como não falar isso agora”.

De um investidor externo: por que a presidente não faz uma reforma ministerial e dá mais poder para o PMDB para recompor a sua base política?
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quarta-feira, 16 de setembro de 2015

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Planilha de Acompanhamento Day-Trade


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Para o colega Felipe Rocha que solicitou a planilha de controle lá no grupo do Facebook, pode baixá-la neste link.

Esta planilha contém três guias...

Acompanhamento Corretora

Aqui eu controlo a conta da corretora lançando os dados do dia a dia das operações como ganhos, gastos, IR, aportes, margens, etc.


Acompanhamento Consolidado

Aqui eu controlo os dados mês a mês e visualizo informações consolidadas por total e média de ganhos, gastos e número de pregões.


Acompanhamento Gráfico

Aqui eu acompanho graficamente o resultado financeiro acumulado e o desempenho operacional pregão a pregão (este segundo gráfico é novo e só tenho histórico a partir deste mês).

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segunda-feira, 14 de setembro de 2015

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Melhores e Piores Carteiras de 2015 - Parcial Agosto


Pessoal,

Divulgo hoje a parcial de agosto do ranking de rentabilidades da blogosfera. Pelo gráfico abaixo podemos ver que a maior parte dos colegas está no campo negativo. Apenas os colegas que estão fortemente posicionados em renda fixa estão obtendo resultados razoáveis de rentabilidade.


Melhores Carteiras

Seu Guarda

A atualização abaixo já é antiga mas atualmente está fortemente posicionado em renda fixa. Possui também posições em fundo cambial e no momento está aportando novamente em ações.


Ceará

Possui pequena exposição em renda variável (2,3%). O restante está dividido em renda fixa, tesouro e outros. O que seria outros? Não sei.


Bye Bye Brasil

Investidor muito descrente do Brasil. Está se protegendo através de LCs e renda fixa. Tem operado vendido em algumas ações.


Piores Carteiras

Surfista Calhorda

Está sofrendo bastante com ações tipo CMIG3 e VALE5. A maior parte do capital está em ações (72%)


Investindo 2012

Carteira toda alocada em ações. Possui um portfólio bem diversificado mas que não está conseguindo segurar as quedas.


Miserável

Carteira também toda alocada em ações. Possui um portfólio discreto com empresas apresentando quedas expressivas (CMIG, CSNA, ETER e RUMO).

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