segunda-feira, 13 de junho de 2016

IBOV - IBOVESPA - Índice Bovespa: Metodologia, Definições e Procedimentos

Veja o novo post neste link.

 O IBOV fechou na última sexta (11/06/2016) em 49.422 pontos. Mas o que significa isto? Esta foi uma pergunta realizada dias atrás por um leitor aqui do blog que tentarei responder neste post. A título de ilustração, começarei o artigo com quatro gráficos históricos do nosso índice. Abaixo temos o gráfico do IBOV plotado a partir de 1995. Ilustrei no gráfico as seis últimas graves crises que tivemos neste período só para contextualizar as grandes variações de queda.


É interessante observar também os volumes de negociação apresentados no gráfico acima. Notamos um significativo aumento de 2006 para frente. Estes volumes diminuiriam um pouco após a crise de 2008. Mas depois de 2010 voltaram a se intensificar. A partir daí estamos vivendo intensa especulação, o vendedores dominaram o mercado nos últimos anos com grande volume de negócios. São basicamente fluxos de investidores estrangeiros (instituições financeiras na sua maioria).

Desde as crise de 2008 a pessoa física diminui na bolsa, e no país da renda fixa o mercado de ações só irá deslanchar quando os juros diminuírem a partir de uma percepção de risco-país melhor. Enquanto os juros estiverem atrativos o investidor vai preferir investir na renda fixa em detrimento do mercado de ações, é o que ocorre de forma inversa no mercado americano por exemplo.

sábado, 11 de junho de 2016

Um Olhar Através dos Séculos: Religião e Tecnologia

Até o século 19 as pessoas rezavam antes de sair de casa. Era uma forma de se sentirem seguras fora da segurança do lar. No século 20 os jornais assumiram o lugar dos livros santos. Era fundamental conhecer as recentes notícias logo pela manhã. Lia-se na mesa do café ou no percurso até o local de trabalho...

Registro fotográfico do metrô de Nova York em 1946 pelo jovem Stanley Kubrick (Fonte)

Agora no século 21 as pessoas não rezam mais e também não leem jornais como antigamente. A janela para o mundo está em um aparelho conhecido como celular. Costumes mudam de século para século ou até de década para década. Estamos cada vez mais conectados porém cada vez mais isolados.

Registro fotográfico do metrô de Pequim em 2012 por fotógrafo desconhecido (Fonte)

Pesquisando mais a fundo na internet sobre a transformação destes hábitos ao longo dos séculos no intuito de corroborar a minha tese de que as pessoas estão cada vez menos religiosas e cada vez mais "digitalizadas" acabo concluindo que uma coisa não exclui a outra. As pessoas agora rezam por aplicativo, é o sinal dos tempos... ou do fim dos tempos...


Bom fds!

quinta-feira, 9 de junho de 2016

O Dólar Cairá Mais?

"O mercado é basicamente uma transferência de valor dos mais aflitos para os mais pacientes." W.B.

No pregão de ontem o dólar fechou no menor valor frente ao real dos últimos 12 meses. A moeda já vem caindo há alguns dias mas o aumento da percepção de que o Banco Central tolerá uma taxa de câmbio mais apreciada fez os vendedores atuarem com apetite no dia de ontem. No fechamento, o dólar comercial caiu 2,31% chegando a R$ 3,3691, o menor valor desde Julho de 2015. Já no mercado futuro o papel fechou em R$ 3,3905.


Analista disseram que ontem se formou uma "pequena tempestade perfeita" em torno da moeda. O dólar teve uma sessão de perdas em todo o mundo pressionado pelo esfriamento das expectativas sobre altas de juros nos E.U.A. Isto impulsionou commodities, bolsas de valores e bônus de países emergentes, reduzindo prêmios de risco e amparando o cenário de fluxo para mercados em desenvolvimento como o Brasil.

O Real se destacou ainda mais que seus pares após o mercado avaliar que o Banco Central poderá ser menos ativo no câmbio. O câmbio teria então espaço para responder mais aos elementos externos. A percepção de que o Banco Central deixará o câmbio "correr mais solto" veio das declarações do indicado à presidência Ilan Goldfajn.

Goldfajn defendeu esforços para restabelecer no país o "tripé macroeconômico" formado por responsabilidade fiscal, controle da inflação e câmbio flutuante.

"Considero haver praticamente consenso de que é preciso reconstruir o quanto antes o tripé macroeconômico formado por responsabilidade fiscal, controle da inflação e regime de câmbio flutuante, que permitiu ao Brasil ascender econômica e socialmente em passado não muito distante. O preço do dólar não será conduzido. Será flutuante. Cambio flutuante é e continuará de extrema ajuda. Ter uma taxa de câmbio flutuante faz com que consiga equilibrar internamente e externamente a economia brasileira."

Até então muitos analistas no mercado via um piso nos R$ 3,50 e as declarações do Ilan contrariaram essa tese, Há sim espaço para o dólar recuar ainda mais, mas ninguém neste momento arrisca uma aposta.

Se do ponto de vista fundamentalista ninguém consegue estimar um piso para a moeda no cenário atual, vamos então recorrer à análise gráfica para tentar achar pontos de possível suporte.

No gráfico do dólar futuro mostrado acima, o próximo suporte de preços está na região dos R$ 3,29. Porém arrisco a dizer que a queda tem força para alcançar os R$ 3,2 como possível ponto de retorno. Acho pouco provável que a moeda venha abaixo de R$ 3 reais, mas se acontecer, o ponto de retorno estaria em torno de R$ 2,9.


Como já havia anunciado anteriormente, em R$ 3,2 sou comprador da moeda. Assim falou Zaratustra.

Fonte

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Ações Ordinárias, Preferenciais, Units e Fundos...

Recentemente recebi o seguinte questionamento de um leitor... 

Uó, pq essa acao tem 11 no final? 11 nao é pra identifiar fii? E pq alguns fiis tem 11b no final? O que é esse b??

Para responder esta questão e aproveitar o ganho para discorrer um pouco mais sobre o tema renda variável, resolvi preparar este post sobre alguns conceitos básicos.

Ações

Ações, também chamadas simplesmente de "papéis", são as parcelas que compõem o capital social de uma empresa, ou seja, são as unidades de títulos emitidas por sociedades anônimas. Quando as ações são emitidas por companhias abertas ou assemelhadas, são negociados em bolsa de valores ou no mercado de balcão.

As ações representam a menor fração do capital social de uma empresa, ou seja, é o resultado da divisão do capital social em partes iguais, sendo o capital social o investimento dos donos na empresa, ou seja, o patrimônio da empresa, esse dinheiro compra máquinas, paga funcionários etc. O capital social, assim, é a própria empresa.

Fonte: Folha 

Na maioria dos mercados mundiais, o investidor que decide ser sócio de uma empresa não precisa se preocupar com qual papel irá comprar. Isto ocorre porque, ao contrário do Brasil, existe somente um tipo de ação para cada empresa listada em bolsa. 

No Brasil as ações estão divididas em dois grupos que se diferenciam basicamente pelos direitos que concedem a seus acionistas.: ações ordinárias e ações preferenciais. Ambos os tipos são nominativas, ou seja, seu detentor é identificado nos livros de registro da empresa.

Ações Ordinárias

Os detentores de ações ordinárias nominativas (ON) têm o direito de votar nas assembleias da empresa. No entanto, na maioria das vezes, eles não têm poder de veto.

O que torna as ações ordinárias mais interessantes para o investidor é o “tag along”. A Lei das Sociedades Anônimas determina que todo acionista com ações ON tenha direito de participar do prêmio de controle. Pela lei, esses acionistas possuem o direito de receber por suas ações no mínimo 80% do valor pago para o controlador em caso de venda da empresa.

Em função da evolução do Novo Mercado da BM&FBOVESPA, a maioria das empresas que tem aberto o capital opta por esse segmento. A principal exigência desse mercado é que o capital social da empresa seja composto somente por ações ordinárias.

Ações Preferenciais

As ações preferenciais nominativas (PN) são aquelas que menos protegem o acionista minoritário, porque não lhe dão o direito de votar em assembleia e ainda, em caso de venda da empresa, não lhe garantem o direito de participar do prêmio de controle.

São ações típicas do mercado brasileiro. Não há ações com essas características em mercados mais desenvolvidos, como o americano, por exemplo. No Brasil, no entanto, são as ações PN as que geralmente têm maior liquidez, porque permitem à empresa emitir ações sem precisar ter sócios com direito a voto. Assim, os controladores não correm o risco de perder o mando da empresa.

A Lei das Sociedades Anônimas limitou a emissão de ações PN. Atualmente, ao constituir uma nova empresa, para cada ação ON a empresa pode emitir apenas uma ação PN. Antes essa relação era de duas ações PN para uma ação ON. 

Os acionistas preferencialistas, como são chamados os detentores de ações PN, contudo, têm preferência no recebimento dos dividendos pagos pela empresa, quando ela tem lucro. A legislação estabelece dividendo mínimo obrigatório para as ações PN. Se a empresa não pagar dividendos por três anos consecutivos, os detentores de ações PN adquirem direito a voto.

Algumas empresas estão alterando seus estatutos com o objetivo de estender às ações PN o “tag along”, que é o direito de participar do prêmio de controle pago ao acionista controlador da empresa, quando da sua venda. No Novo Mercado - segmento da BM&FBovespa para listagem de empresas que se comprometem voluntariamente a adotar práticas diferenciadas de governança corporativa - são admitidas apenas empresas com ações ON.

Units

Units são um conjunto de ações ordinárias e preferenciais negociadas em grupo. Por exemplo, ao comprar uma Unit de uma empresa X você estará comprando 3 ações ON e 4 PN dessa empresa.

Mudança Controle 

Com o tag along, em caso de mudança no controle acionário da empresa, a companhia que está comprando a parte pertencente ao  bloco controlador é obrigada a fazer uma oferta pública de aquisição das ações ordinárias pertencente aos minoritários de, no mínimo, 80% do valor pago pela aquisição das ações do grupo controlador.

Para exemplificar: uma empresa possui suas ações ON distribuídas da seguinte forma: 51% entre o grupo dos controladores, 25% para um fundo de investimentos e os 24% restantes para os acionistas minoritários, ou seja, os investidores que negociam diariamente na Bolsa de Valores. Se uma segunda companhia quiser adquirir esta empresa ela vai precisar, além de fazer uma oferta para o grupo controlador (que detém aqueles 51%), oferecer aos minoritários a compra de suas ações por pelo menos 80% do valor proposto para os controladores. Por isso, em caso de mudança de controle acionário, vemos as ações ON se valorizando muito acima das ações PN. Em alguns casos, o tag along também pode se estender para as ações preferenciais e também pode ser maior do que 80%. Isso vai depender do estatuto de cada empresa. 

Um caso real foi a aquisição da Ipiranga (PTIP) pela Petrobras, Ultrapar e Braskem. Antes da aquisição tornar-se pública, entre 13/03/2007 e 15/03/2007, as ações ordinárias da Ipiranga estavam negociadas entre R$ 27,00 e R$ 30,00, enquanto as ações preferenciais, entre R$ 22,00 e R$ 24,00.  Dia 19/03/2007, quando a operação restou anunciada oficialmente, as ações ON estavam cotadas acima de R$ 52,00 – alta aproximada de 73% –, enquanto as ações PN fecharam em R$ 22,10 – sem qualquer movimentação de relevo.

Essa diferença discrepante, em benefício das ações ON, se deu por força do tag along, pois os detentores aqueles papéis fizeram jus a uma oferta de pelo menos 80% do valor pago ao controlador. Melhor: esse direito já foi considerado pelos operadores nos negócios da ação na bolsa, ocorridos em 19/03/2007, mesmo antes da oferta pública pelas empresas que assumiriam o controle – a cotação já tinha atingido valores aproximados daqueles anunciados para a aquisição das ações dos minoritários. Os detentores das PN foram obrigados a vender suas ações a preços de mercado. Caso não vendessem, quando a operação fosse concluída, poderiam ficar presos numa empresa sem liquidez, portanto, sem possibilidade de negociar na bolsa.

ON ou PN?

Embora a tendência de lançamento de vários tipos ou classes de ações ter sido comum no passado, a situação mudou nos últimos anos. Para aumentar a transparência do mercado e defender de forma mais efetiva o interesse do acionistas minoritários, o mercado brasileiro passou a adotar o princípio de um tipo de ação (ordinária). Além disto, visando melhorar a governança corporativa, as empresas têm realizado programas de conversão de ações preferenciais em ordinárias.


Com o fortalecimento do Novo Mercado, em que apenas companhias com capital formado por ações ordinárias são admitidas, as ações preferenciais perderam importância? Quais pontos devem ser observados para escolher em qual classe de ações investir? VALE3 ou VALE5? PETR3 ou PETR4? ITUB3 ou ITUB4?

Em tese, é melhor investir nas ações ONs do que nas PNs. Mas sempre? A “regra” de que é melhor investir em ações ON deriva das divergências entre preferencialistas e sócios majoritários que são comuns em mudanças de troca de controle e operações societárias como fusão, incorporação e cisão.

No primeiro caso, de troca de controle, os minoritários detentores de ações ON possuem o direito de receber 80% do valor pago aos controladores e os detentores de PN não são contemplados pela lei. Na segunda situação, envolvendo operações societárias, como os minoritários votantes possuem a mesma classe de ações detida pelo sócio majoritário, existe um alinhamento de interesses entre esses acionistas. Assim, as condições impostas às ações ON nessas operações tendem a valer tanto para as ações do controlador quanto para a dos minoritários.

Embora as ONs se beneficiem nas situações citadas acima, esse fato não pode ser o único a ser considerado na tomada de decisão. Esses eventos são episódicos. Assim outros pontos devem ser observados como a liquidez, por exemplo. Ações mais líquidas possuem melhor formação de preço tendo em vista que o “spread” – a diferença entre a oferta de compra e a de venda – tende a ser menor. E no mercado acionário brasileiro, é muito comum que as ações PNs apresentem liquidez muito superior à apresentada pelas ações ordinárias. Logo, a maior liquidez incrementa a demanda pelas ações e não é raro ver as PNs negociando com prêmio sobre as ONs.

Das empresas que abriram capital a partir de 2004, a maioria optou por ter seu capital social constituído apenas por ações ON.  Contudo, a inclusão da companhia no Novo Mercado não é a solução de todos os problemas. Mais importante que isso é perceber a real intenção dos controladores.

Minoritários preferencialistas de WEG e Duratex, por exemplo, não tiveram seus direitos ameaçados quando essas companhias decidiram migrar para o Novo Mercado. Na operação de WEG, a razão de troca de ações PN por ON foi de 1 ação preferencial para cada ação ordinária. Já na operação de Duratex, os acionistas controladores receberam um prêmio de 20% sobre os detentores minoritários votantes e preferencialistas, obedecendo à proporção do direito de “tag along” definido pela lei. 

Numeração

Ações ordinárias são sempre numeradas com final 3 (ex.: ABEV3). Já ações preferenciais podem ser 4, 5 ou 6 de acordo com a classe (ex.: VALE5). No Brasil era comum a emissão de ações preferencias em classes distintas, cada uma com seus próprios direitos e restrições. A diferença entre estas classes é definida no estatuto da empresa.

As Units são representadas com o número 11 após o código da empresa (ex.: ALUP11)

O número 11 também é utilizado para ETFs (ex.: BOVA11) e fundos diversos (ex.: BRCR11 e XPOM11)

Há também outras numerações menos frequentes como:

1 – Representa o direito de subscrição de uma ação ordinária. Um exemplo é o código PETR1, referente ao direito de subscrição da ação ordinária da Petrobrás (PETR3).

2 – Representa o direito de subscrição de uma ação preferencial. Um exemplo é o código BBDC2, referente ao direito de subscrição da ação preferencial do Banco Bradesco (BBDC4).

Acredito ter respondido parte da pergunta do leitor, porém não consegui obter informações a respeito da codificação "B" para FIIs. Se alguém puder complementar o post ficaremos gratos.

sábado, 28 de maio de 2016

Biscoito Richester Superiore Cream Cracker Amanteigado

O biscoito Richester Superiore Cream Cracker amanteigado é uma delícia. Se você ainda não experimentou não sabe o que está perdendo. O sabor amanteigado confere a este biscoito um diferencial na degustação. Seu paladar nunca mais será o mesmo depois de sentir este biscoito se desmanchar na sua boca.


Richester é uma história de paixão. Certa vez, Francisco Ivens Dias Branco contava os dias para visitar um de seus filhos. Já fazia um bom tempo que o jovem se dedicava aos estudos no interior de São Paulo. Em breve haveria um curto período de férias, curto demais para ele retornar para sua cidade, mas suficiente para receber a visita do pai. O pai, um apaixonado de plantão, desejava fazer algo especial para essa ocasião. Só que não sabia bem que tipo de coisa seria capaz de representar seu sentimento. Então começou a buscar respostas e foi no fundo da caixinha de lembranças que encontrou a solução. Ao revisitar as paixões de sua vida percebeu uma coisa importante. Fazia muito tempo que não viajava sem sua querida mulher Consuelo. Reviveu na memória o momento de quando se conheceram. Paixão arrebatadora, do tipo que ouriça a pele e arrepia o pelo. Esse sentimento frutificou as paixões de sua vida, seus cinco filhos. Então Ivens estava lá, no meio de uma viagem, com o livro repousado sobre o colo enquanto pensava na vida e bem nessa hora – BANG! – sentiu a inspiração bater forte no peito! Tinha que criar um produto que expressasse toda essa pulsação. Assim nasceu Richester, uma marca que carrega uma dose extra de paixão. A pulsação que bateu com tanta vontade que dobrou o coração. Assim que decidiu, estava decidido! Ivens, que é intenso demais para ser previsível, surpreendeu até quem o conhecia desde a infância. Numa espécie de rompante passional, voltou para casa e convidou sua mulher Consuelo para uma viagem pelos sabores. Assim passaram dias visitando lugares e experimentando ingredientes. Não havia planejamento, apenas uma ideia, ou melhor, um sentimento de pura paixão. Já que Ivens sempre gostou de inventar receitas e inovar em seus produtos, deixou a intuição guiar as combinações de ingredientes e formas de preparo. Guiados pelo coração, os dois se aventuraram em sensação até que deram forma ao primeiro Richester. Antes mesmo da primeira mordida, Ivens ficou fascinado com a apresentação, o aroma, a textura… Quem sabe do que eu estou falando, e estou falando de paixão, sabe que é essa coisa misteriosa e arredia que não pode ser contida. Uma paixão que transborda do peito não iria parar por aí. Dito e feito. Ivens começou a fazer novas receitas para cada uma de suas paixões: Graça, Ivens Jr., Regina, Marcos, Cláudio, além de todos os netos. E assim surgiram as submarcas Superiore, Amori, Escureto e Animados Zoo. Ainda hoje, com um pouco mais de três décadas depois da primeira fornada, Ivens continua levando seus biscoitos sempre vai visitar alguém. O tempo consolidou essa história que preserva o espírito de Richester, com aquela dose a mais de intensidade que toda paixão deve ter.

Um bom fim de semana a todos!

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